Ep,

En Marcelo m'ha passat això. Bàsicament Microsoft al Brasil ha començat
accions legals contra un dels reponsables del govern en temes de programari
lliure, en Sérgio Amadeu. Els càrrecs es veu que són per danys i perdues
causades per unes declaracions del Sergio.

Aquests de Microsoft són com els de CIU, de mal perdre.

Jordi,

Microsoft tenta intimidar o Governo Brasileiro Editoria

15/Jun/2004 - 10:06
A Microsoft está processando Sérgio Amadeu, autoridade máxima do governo
brasileiro para implantação de Software Livre, e um funcionário da empresa
monopolista no Brasil dispara ameaças veiculadas, com destaque, pelo "The New
York Times" em plena semana do 5 FISL em Porto Alegre.

Por: Marcelo Branco

Inconformada com a política do governo brasiliero em defesa do software livre
- e que está acabando com a *reserva de mercado* da Microsoft para compras de
programas de computadores governamentais - a empresa lança uma ofensiva
tentando intimidar o governo brasileiro.

Em plena semana do maior evento de software livre da América Latina e um dos
mais importantes do mundo, o funcionário presidente da Microsoft Brasil,
Emílio Umeoka, inicia a tentativa de intimidação declarando que a decisão do
governo brasileiro de apoiar o software livre nos computadores do setor
público está sendo "influenciada pela ideologia". O vendedor da
mega-empresa-monopolista, Sr. Umeoka, vai mais longe afirmando que a decisão
soberana de nosso governo, legitimamente eleito, pode levar o país na “direção
errada”. A certa, na opinião do vendedor, talvez fosse manter a *reserva de
mercado* para a MS no governo, engordar os bolsos do homem mais rico do mundo
e continuar enviando, anualmente, bilhões de dólares para o exterior, em forma
de pagamento royalites, num país onde 22 milhões de pessoas passam fome e 46
milhões vivem abaixo da linha da miséria.

A busca de alternativas para o nosso desenvolvimento, desencadeadas pelo
governo através da aposta num novo modelo de negócios baseados no software
livre e aberto, tem recebido amplo apoio de pequenas e médias empresas
nacionais que atuam no mercado de informática e até de grandes empresas
globais como a SUN, IBM e HP, que estão investindo pesado nesta plataforma.
Além disso, essa política tem um amplo apoio parlamentar, através da Frente
Parlamentar pelo Software Livre e Inclusão Digital, liderada pelo Presidente
do Congresso Nacional do Brasil, Senador José Sarney, e pela Senadora Serys
Slhssarenko, além dos deputados Walter Pinheiro e Sérgio Miranda. É uma das
maiores frentes do Congresso Nacional!

Mas na semana em que os meios de comunicação do mundo todo exaltavam
positivamente as iniciativas do nosso país, pela realização e pelos conteúdos
dos debates que aconteciam no 5 Fórum Internacional de Software Livre em Porto
Alegre, o jornal “The New York Times”, mais uma vez, ao invés de cobrir
“jornalisticamente” este acontecimento positivo, preferiu dar “publicidade” às
declarações “patrióticas” do funcionário da MS, Sr. Emílio Umeoka, contra as
iniciativas brasileiras: “daqui há 10 anos teremos uma posição dominante em
algo insignificante".

Prática de Intimidação

Todos nós já sabíamos que a MS não admite perder e é avessa à livre
concorrência, mas a gigante pisou na bola e passou dos limites aceitáveis
nessa semana. Numa clara prática de intimidação desencadeada pela gigante
contra o governo do Brasil, a empresa monopolista iniciou um processo criminal
contra a mais alta autoridade do governo brasileiro, responsável pela
implantação de software livre, Sérgio Amadeu, Presidente do ITI. A autoridade
brasileira recebeu uma notificação judicial de um processo criminal movido
pela empresa contra supostas declarações deste, na revista semanal “Carta
Capital”, dizendo que a doação de software para governos é uma prática tipo a
dos traficantes. Essa decalração, atribuída a Sérgio Amadeu na revista, não é
original. O Presidente da SUN e vários ativistas do movimento software livre
usam esta analogia: “a primeira dose de software proprietário distribuído
gratuitamente é como uma droga, depois que cria dependência nos usuários a
empresa começa a cobrar”.

Mas por quê o processo foi movido só contra a autoridade brasileira?

Além disso, a empresa quer que Sérgio Amadeu explique porque, segundo a
revista, ele atribui a estratégia de negócios da MS à prática de FUD (medo,
incerteza e dúvidas) em relação ao mercado de software livre. Isso também não
é nenhuma novidade. Uma semana antes uma declaração intitulada “Declaração de
Barcelona para o avanço do Software Livre”, assinada por vários experts
internacionais www.softwarelivre.org/news/2297, dentre eles Manuel Castells e
Vinton Cerf, um dos criadores da Internet, já apontava : “O software livre tem
que trabalhar firmemente para combater as técnicas FUD (fear, uncertainty and
doubt - medo, incerteza e dúvida) que são utilizadas contra ele”.

Mas porque o processo foi movido só contra a autoridade brasileira?

A resposta é simples. É uma clara tentativa de intimidar as ações do governo
brasileiro. Essa iniciativa da MS merece o repúdio da comunidade
internacional. Devemos, mais do que nunca, nos solidarizar e apoiar as
iniciativas de nosso país rumo a independência tecnológica.
--

Jordi Mas i Hernàndez (homepage http://www.softcatala.org/~jmas)
http://www.softcatala.org       





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