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ENTREVISTA COM
MASARU EMOTO
Entrevistador: Reiko
Myamoto Dewey
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�gua
Do Boletim Fonte
D�gua
Pergunta: N�s lemos o seu
livro A Mensagem da �gua e o apresentamos no nosso website (veja Cristais de
�gua Conscientes: o poder da ora��o se tornou vis�vel). Este tem sido o
nosso artigo mais popular, com a sua leitura crescendo toda semana, e
suscitou muitas quest�es. Voc� mencionou no seu livro como escrevia palavras
em um peda�o de papel e as colava em uma garrafa e via como a �gua reagia a
elas, observando que tipos de cristais eram formados pelas palavras. Da sua
pesquisa, voc� p�de discernir se a rea��o da �gua veio da vibra��o das
palavras que foram coladas nas garrafas ou se a inten��o da pessoa que
estava colando as palavras na garrafa influenciou este experimento de alguma
forma?
Dr. Emoto: Esta � uma das
�reas mais dif�ceis de entender. Por�m, na continua��o desses experimentos,
chegamos � conclus�o de que � a �gua que est� reagindo �s palavras. Na nossa
viagem � Europa, por exemplo, n�s tentamos usar as palavras “obrigado” e
“voc� � tolo” em alem�o. As pessoas da nossa equipe que tiraram as
fotografias dos cristais de �gua n�o conheciam a express�o em alem�o para
“voc� � tolo” e mesmo assim n�s obtivemos exatamente o mesmo tipo de
resultado nas diferentes forma��es de cristal baseado nas palavras
usadas.
Pergunta: Voc� descobriu
se a dist�ncia fez alguma diferen�a quando as pessoas oraram para a �gua?
Por exemplo, se as pessoas no Jap�o fossem orar para a �gua na R�ssia, isso
seria diferente das pessoas rezando para a �gua que est� bem diante
delas?
Dr. Emoto: N�s s�
experimentamos isso uma vez para o livro. Mas, nesse experimento, a
dist�ncia n�o pareceu importar. A inten��o e as ora��es das pessoas
continuam influenciando a �gua. N�s ainda n�o tentamos mais experimentos de
longa dist�ncia. Por�m, imagino que a dist�ncia n�o faria muita diferen�a. O
que faria a diferen�a � a pureza da inten��o da pessoa que est� fazendo a
ora��o. Quanto maior for a pureza da inten��o, menor ser� a diferen�a que
far� a dist�ncia.
Pergunta: Voc� percebeu
alguma diferen�a entre uma pessoa orando para a �gua comparativamente a um
grupo inteiro orando para a �gua?
Dr. Emoto: Desde que a
�gua reflete a energia composta do que est� sendo mandado para ela, a
estrutura cristalina reflete as vibra��es compostas do grupo. Ent�o, uma
pessoa rezando reflete a energia da inten��o daquela pessoa. Em termos do
poder que o efeito pode ter, se voc� tiver uma pessoa orando com um senso
profundo de clareza e pureza, a estrutura cristalina ser� clara e pura. E
mesmo se voc� tiver um grande grupo de pessoas, se a inten��o deles, como um
grupo, n�o � coesa, isso resulta em uma estrutura de �gua incoesa. Por�m, se
todos est�o unidos, juntos, voc� encontrar� um harm�nico e bonito cristal
como um criado por uma ora��o de uma pessoa com grande pureza.
Em um de nossos
experimentos, t�nhamos um pouco de �gua em uma mesa e 17 participantes,
todos em p�, em um c�rculo em volta da mesa, segurando as m�os. Ent�o, cada
um dos participantes disse uma palavra bonita de sua escolha para a �gua.
Palavras como unidade, Amor e amizade. Tiramos fotos antes e depois e
pudemos obter algumas bonigas estruturas de cristais como
resultado.
Pergunta: A �gua �
influenciada imediatamente ou tem um intervalo para a rea��o?
Dr. Emoto: Nesses casos
n�s observamos a �gua imediatamente, ent�o n�s podemos dizer que a �gua �
mudada instantaneamente.
Pergunta: Voc� alguma vez
j� testou l�quidos humanos, como sangue, saliva, urina,
etc?
Dr. Emoto: Sim, por�m os
l�quidos com outros elementos como �gua do mar, sangue e urina n�o formam
cristais. Mas n�s pudemos dilu�-los com �gua destilada, para alguma coisa em
torno de 10 para -12 ou -20. Isso dilui o componente dos outros elementos a
ponto de podermos congelar uma amostra e obter
cristais.
Pergunta: Ent�o voc� pode
ver o efeito da energia curadora que tem uma ora��o em uma pessoa olhando os
cristais formados pelo seu sangue ou urina?
Dr. Emoto: At� onde dizem
os experimentos relatados com o corpo humano, existem v�rias influ�ncias
sutis que tamb�m devem ser levadas em considera��o. Apesar de estarmos
observando isso, n�s n�o publicamos nenhuma informa��o ainda. Mas voc� vai
ouvir falar nas nossas descobertas sobre isso no
futuro.
Pergunta: Se pudermos
“contaminar” �gua com a energia de v�rias palavras, por exemplo, com a
palavra “sa�de”, ent�o poderemos ter a �gua com essa vibra��o e us�-la para
coisas como regar plantas, cozinhar, etc?
Dr. Emoto: N�o tentamos
isso, mas algumas pessoas que leram o livro est�o experimentando, rotulando
garrafas com �gua de torneira com palavras como “Amor” e “gratid�o” e usando
essa �gua para regar as plantas ou colocando flores na �gua. Eles est�o
descobrindo que as flores duram muito mais e as plantas neste jardim est�o
muito mais radiantes.
Pergunta: Uma vez que uma
certa vibra��o � apresentada � �gua, por quanto tempo a �gua se “lembra”
dessa estrutura cristalina?
Dr. Emoto: Isso ser�
diferente, dependendo da estrutura original da �gua. A �gua de torneira
perde a sua mem�ria rapidamente. N�s nos referimos �s estruturas de �gua
cristalina como “aglomerados”. Quanto menor o aglomerado, mais tempo a �gua
ret�m a mem�ria. Se existe muito espa�o entre os aglomerados, outra
informa��o pode facilmente se infiltrar nesse espa�o, tornando dif�cil para
os aglomerados manterem a integridade da informa��o. Outros microorganismos
tamb�m podem entrar nesse espa�o. Uma estrutura mais pr�xima mant�m melhor a
integridade da informa��o.
Pergunta: Que tipos de
palavras criam aglomerados menores e que tipos de palavras criam aglomerados
maiores?
Dr. Emoto: Palavras de
insulto, como “est�pido”, destroem aglomerados. Voc� n�o ver� qualquer tipo
de cristal nesses casos. Palavras e frases negativas criam grandes
aglomerados ou n�o os formar�o. E palavras e frases positivas e bonitas
criam aglomerados pequenos e pr�ximos.
Pergunta: Voc� disse que
algumas palavras negativas n�o formam aglomerados, mas vimos nas suas fotos
que elas ainda assim formam padr�es caracter�sticos. Como voc� classifica
esses modelos?
Dr. Emoto: Pense nisso em
termos de vibra��o. � f�cil entender que a l�ngua – a l�ngua falada – tem
uma vibra��o. Palavras escritas tamb�m t�m uma vibra��o. Se eu fosse
desenhar um c�rculo, a vibra��o do c�rculo seria criada. Tudo na exist�ncia
tem uma vibra��o. O desenho de uma cruz vai criar a vibra��o de uma cruz.
Ent�o, se eu escrever as letras A M O R, estas letras formar�o a vibra��o de
Amor. A �gua pode imprimir essas vibra��es. Palavras bonitas t�m vibra��es
bonitas e claras. Mas palavras negativas colocam vibra��es feias e
incoerentes, que n�o formam aglomerados. A l�ngua n�o � algo artificial, mas
alguma coisa que existe naturalmente. Acredito que a l�ngua � criada pela
natureza.
Pergunta: Isso significa
que toda palavra tem a sua pr�pria assinatura de vibra��o ou aglomerado que
� �nico?
Dr. Emoto: Sim. Durante a
nossa evolu��o, n�s aprendemos quais sons s�o perigosos, quais sons s�o
calmantes e seguros, quais sons s�o prazerosos e assim por diante. N�s,
vagarosamente, aprendemos sobre as v�rias vibra��es das leis da natureza.
N�s aprendemos isso pelo instinto e pela experi�ncia. N�s acumulamos estas
informa��es pelos tempos. Come�amos por sons simples como “a” ou “u” ou “e”,
que foi se envolvendo em sons mais complexos como “Amor”. E estas palavras
positivas criaram estruturas cristalinas “naturais” – que s�o todas baseadas
no hex�gono.
De fato, a estrutura de
toda evolu��o na natureza, de uma perspectiva informacional, � baseada no
hex�gono. A raz�o pela qual o hex�gono � formado tem a ver com a rea��o
qu�mica do anel de benzeno. Assim como uma estrutura hexagonal � sinal de
vibra��o positiva, acredito que a falta de estrutura b�sica hexagonal, de
acordo com as leis da natureza, cont�m uma vibra��o destrutiva. Ent�o,
quando olhamos para coisas que n�o existem naturalmente – coisas que s�o
artificialmente criadas – muitas delas t�m a falta dessa estrutura hexagonal
e ent�o elas t�m, acredito, uma vibra��o destrutiva. Esse princ�pio � o que
penso que torna palavras de xingamento e insulto destrutivas. Essas palavras
n�o est�o de acordo com as leis da natureza. Ent�o, por exemplo, eu penso
que voc� provavelmente achar� taxas mais altas de crimes violentos em locais
onde muita linguaguem negativa est� sendo usada. Assim, como diz a B�blia,
primeiro veio a palavra, e Deus criou toda a cria��o da
palavra.
Ent�o, as palavras
convertem as vibra��es da natureza em som. E cada l�ngua � diferente. O
idioma japon�s tem o seu pr�prio conjunto de vibra��es que difere do ingl�s.
A natureza na Am�rica � diferente da natureza no Jap�o. Um cedro americano �
diferente de um cedro japon�s, ent�o as vibra��es que v�m dessas palavras
s�o diferentes. Dessa forma, nada cont�m a mesma vibra��o que a palavra
“arigat�”. Em japon�s, “arigat�” significa “obrigado”. Mas mesmo quando
existe um mesmo significado, “arigat�” e “obrigado” criam diferentes
estruturas de cristais. Toda palavra em toda l�ngua � �nica e existe somente
naquela l�ngua.
Pergunta: Voc� j� se
deparou com um palavra ou frase na sua pesquisa que identificou como a que
mais ajuda a limpar as �guas do mundo?
Dr. Emoto: Sim. Existe uma
combina��o especial que parece perfeita para isso, que � Amor mais a
combina��o de obrigado e reconhecimento refletidos na palavra gratid�o.
Somente uma delas n�o � suficiente. Amor precisa ser baseado em gratid�o e
gratid�o precisa ser baseada no Amor. Essas duas palavras juntas criam a
mais importante vibra��o. E � ainda mais importante que entendamos o valor
dessas palavras. Por exemplo, n�s sabemos que a �gua � descrita como H2O. Se
olharmos para Amor e gratid�o como um par, gratid�o � o H e o Amor � o O .
�gua � a base que n�o apenas ap�ia, mas permite a experi�ncia da vida. No
meu entendimento da concep��o de Yin e Yang, da mesma forma que existem um O
e dois Hs, n�s tamb�m precisamos de uma parte Yang/Amor para duas partes de
Yin/gratid�o, para chegar em um lugar de equil�brio na
equa��o.
Para a palavra gratid�o –
uma combina��o de reconhecimento e obrigado – existe uma qualidade de
desculpa. A palavra em japon�s para gratid�o � kansha, consistindo em dois
caracteres chineses: kan, que significa sentimento, e sha, desculpa. Est�
vindo de um espa�o de rever�ncia, dando um ou dois passos para tr�s. Eu
acredito que o Amor vindo desta forma � Amor otimista e pode at� levar ao
fim de guerras e conflitos no mundo. Kan-sha � inerente � subst�ncia H2O –
um elemento essencial para a vida.
Pergunta: Ent�o, se
desenvolv�ssemos um carro que andasse com �gua ao inv�s de gasolina e
devolv�ssemos a �gua para a atmosfera que, subsequentemente, voltaria ao
espa�o dessa forma, esta seria uma forma de cumprir nossa tarefa?
Dr. Emoto: Penso que seria
maravilhoso, e em considra��o � preserva��o da M�e Natureza esta � a dire��o
que precisamos ir. Por�m, desde que a �gua � o espelho que reflete o nosso
n�vel de consci�ncia, uma grande porcentagem das pessoas do Planeta, pelo
menos 10% delas, precisam da consci6encia do Amor e do Kansha. Quando elas o
fizerem, ent�o chegar� o tempo em que a �gua poder� ser usada para
substituir a gasolina. E a raz�o de eu dizer 10% � que esta taxa � refletida
na natureza. Quando olhamos para o mundo das bact�rias, por exemplo, existem
10% de bact�rias boas, 10% de bact�rias ruins e a maioria, 80%, � composta
por bact�rias oportunistas que podem ir em qualquer uma das duas dire��es.
Olhando para os v�rios assuntos ambientais com que nos deparamos e as
tarefas que precisamos cumprir para o Planeta, se pudermos ter mais de 10%
das pessoas conscientes, acredito que poderemos trazer os 80% nessa
dire��o.
E tamb�m acredito que as
pessoas que seguem um caminho espiritual est�o promovendo paz para o Planeta
e para as outras pessoas. Se pudermos apenas unir este n�vel de consci�ncia,
ent�o chegaremos l�.
Sinto que o meu livro A
Mensagem da �gua est� dando nascimento a uma mensagem convincente por uma
l�ngua comum para o mundo inteiro. N�o porque eu o escrevi, mas porque sei
que ele nasceu atrav�s de kan-sha pela humanidade.
Texto original:
<http://www.spiritofmaat.com/archive/nov1/cwater.htm>
Fonte e tradu��o: livro
Gente Cuidando das �guas. Por Dem�stenes Romano, Patr�cia Sartini e
Margarida Maria Ferreira, do Instituto de Resultados em Gest�o Social, Belo
Horizonte, Mazza Edi��es, 2002.
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