----- Original Message -----
Sent: Monday, February 09, 2004 10:13 AM
Subject: DENUNCIA GRAVE= concursos p�blicos que a Petrobr�s anuncia n�o cobrir�o sequer a necessidade de nova m�o de obra para as expans�es da Companhia e as aposentadorias

prezado abilio;
a sua denuncia de terceiriza��o ou da AEPET ou de qualquer outra pessoa do grupo deve ser encaminhada para o MPU = minist�rio p�blico do trabalho = com mais dados ou detalhes = para o email = [EMAIL PROTECTED];    COM C�PIA  PARA MIM  [EMAIL PROTECTED]  
N�o � obrigat�rio que a den�ncia seja assinada mas � bom ...O importante � que venha com FATOS e PROVAS CONCRETAS. 
ver ainda modelo e mais detalhes  na p�gina   www.sima.kit.net  
sauda��es, emanuel valadares - perito do MPU.
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----- Original Message -----
From: "Ab�lio Tozini" <[EMAIL PROTECTED]>
Cc: "Andrei Bastos" <[EMAIL PROTECTED]>
Sent: Sunday, February 08, 2004 11:47 AM
Subject: [3setor] concursos p�blicos que a Petrobr�s anuncia n�o cobrir�o sequer a necessidade de nova m�o de obra para as expans�es da Companhia e as aposentadorias

> A moral irrepreens�vel, do Jos� Eduardo Dutra, da Petrobr�s, fato confirmado
> por cada funcion�rio da Empresa, n�o conseguiu vencer o LOBBY DOS MEGA
> CONTRATOS: os concursos p�blicos que a Petrobr�s anuncia n�o cobrir�o sequer
> a necessidade de nova m�o de obra para as expans�es da Companhia e as
> aposentadorias que vem pela frente.
> Al�m do que os sindicatos e a AEPET tem recebido denuncias, que est�o em
> fase de apura��o, de blindagem da terceiriza��o com contratos de longa
> dura��o - cinco anos - ao inv�s da primeiriza��o.
> E fala-se em troca de diretores considerados �ticos pelos funcion�rios da
> Empresa por outros que atendam a fome dos partidos-venais: venais porque se
> vendem por cargos e boquinhas. Seus parlamentares, eleitos pelo povo, n�o
> votam os projetos de lei de acordo com suas consci�ncias, pelo que � melhor
> para o povo e para o Pa�s, mas pelos cargos e tr�ficos de influ�ncia que
> recebem do
> Pal�cio-das-ofertas-de-trocas-para-as-bocas-famintas-por-cargos-e-favores.
> E Petrobr�s, na l�ngua-p�tria do Brasil dos que s�o brasileiros, ou
> estrangeiros que respeitam o Brasil como Na��o, tem acento, como toda
> palavra ox�tona.
> Fraternalmente
>     Ab�lio Tozini
> ==================
>
> ----- Original Message -----
> From: "Andrei Bastos" <
[EMAIL PROTECTED]>
> To: <
[EMAIL PROTECTED]>
> Sent: Friday, February 06, 2004 9:35 AM
> Subject: [3setor] Aguarda-se uma id�ia
>
>
> > O Globo, 06/02/2004:
> >
> > Aguarda-se uma id�ia
> >
> > RODOLFO FERNANDES
> >
> > Fazer acordos com partidos pol�ticos para ampliar a governabilidade �
> comum
> > em qualquer administra��o, em qualquer pa�s. No parlamentarismo, isso
> > costuma ser feito de forma aberta, antes das elei��es, para que o eleitor
> > aprove o acordo, atrav�s de seu voto. No presidencialismo, sobretudo no
> > presidencialismo � brasileira, a prefer�ncia dos dirigentes pol�ticos tem
> > sido fazer os acordos depois das elei��es. Sai mais caro, mas � como tem
> > acontecido. O fato � que, na Hist�ria do Brasil, os governos que n�o
> > constru�ram uma maioria est�vel no Congresso Nacional acabaram mal - ou
> nem
> > acabaram.
> >
> > Neste sentido, � politicamente realista, administrativamente relevante e
> > institucionalmente saud�vel o movimento do presidente Lula em dire��o ao
> > PMDB. Goste-se ou n�o, ningu�m governa este pa�s sem o PMDB. (H� quem ache
> > que com ele tamb�m n�o, o que j� � outra hist�ria.) Mas h� um componente
> > neste acordo que causa profunda estranheza: em nenhum momento de nenhum
> dos
> > meses que duraram as negocia��es do PT com o PMDB ouviu-se da boca de
> > qualquer dos dirigentes dos dois partidos a palavra "programa". N�o h�
> quem
> > consiga apresentar uma �nica proposta que una petistas e peemedebistas.
> >
> > Ningu�m ofereceu um projeto sequer em torno do qual se possa dizer que as
> > for�as pol�ticas se juntaram, nada pelo qual v�o lutar a partir de agora.
> > Nem s�rio, nem demag�gico; ousado ou conservador; de curto ou longo prazo;
> > no Sul ou no Nordeste. Nada. A leitura do notici�rio em torno das
> conversas
> > mostra, pelo contr�rio, que a discuss�o est� rodando em torno de um �nico
> > assunto: quais cargos ser�o distribu�dos para o PMDB.
> >
> > Cada governo tem seu estilo de negociar politicamente e fazer suas
> > concess�es partid�rias. O Brasil deve a Tancredo Neves, por exemplo, o
> marco
> > zero do loteamento fisiol�gico nas empresas estatais do pa�s, a��o que n�o
> > se via no regime militar. Essa pr�tica atravessou v�rios governos e s� foi
> > terminar na gest�o de Fernando Henrique, que deixou fora do jogo
> partid�rio
> > as presid�ncias e diretorias financeiras das empresas p�blicas. Em
> > compensa��o, FH tamb�m legou para a Hist�ria a sua contribui��o nesta
> > mat�ria, ao entregar ao varejo pol�tico nada mais nada menos do que o
> > Minist�rio da Defesa, onde instalou um senador do PFL. Uma ousadia e tanto
> > num pa�s com a tradi��o de crises militares como o nosso.
> >
> > O governo Lula devolveu as estatais ao varejo, embora esteja tendo a
> > preocupa��o, at� aqui, de entreg�-las a pessoas de moral irrepreens�vel,
> > como o ex-senador petista Jos� Eduardo Dutra, da Petrobras.
> >
> > A serem corretas as promessas feitas ao PMDB, esse modelo vai ser
> > aprofundado. O processo de fritura do professor Pinguelli Rosa na
> > presid�ncia da Eletrobr�s � constrangedor - mais at� para o governo do que
> > para ele. A tranquilidade com que se discute a indica��o de um
> peemedebista
> > para dirigir a Receita Federal em S�o Paulo � mais do que constrangedora -
> �
> > intrigante. O que leva um pol�tico a pleitear a nomea��o do chefe da
> Receita
> > Federal num estado? O simples pleito deveria ser motivo de representa��o
> por
> > quebra de decoro parlamentar.
> >
> > Outra contribui��o do atual governo para a hist�ria oficial do varejo
> > pol�tico nacional � a introdu��o do Minist�rio da Ci�ncia e Tecnologia
> nesta
> > roda. Entregar a ci�ncia brasileira como carne para o apetite de um
> partido
> > pol�tico tamb�m �, vamos admitir, de uma ousadia e tanto. Sobretudo para o
> > PT, partido no qual devem ter votado os principais cientistas do pa�s.
> >
> > Da� a inquieta��o: qual a unidade de propostas que est� em torno disso? A
> > foto hist�rica do encontro da prefeita Marta Suplicy com o ex-governador
> > Orestes Qu�rcia vai resultar em qu� para o contribuinte de S�o Paulo? Qual
> o
> > sentido administrativo deste inusitado acordo? Mais uma vez, faltam
> > propostas, projetos, temas, sugest�es. Sem isso, um entendimento leg�timo
> > vira apenas um movimento eleitoreiro - contrariando todo o discurso sobre
> a
> > natureza do exerc�cio da pol�tica pregado pelo PT desde a sua funda��o.
> >
> > Temos, portanto, um belo e necess�rio acordo. Aguarda-se uma id�ia.
> >
> > RODOLFO FERNANDES � jornalista.
>
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