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Sent: Tuesday, October 14, 2003 5:09 PM
Subject: PROVA=AGENTE DE FISCALIZA��O AMBIENTAL
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PREFEITURA MUNICIPAL DE ................
AGENTE DE
FISCALIZA��O AMBIENTAL
16- Segundo o C�digo Municipal de Meio Ambiente a Pol�tica
Municipal de Meio Ambiente ser� estabelecida segundo os seguintes princ�pios:
Recupera��o de �reas degradadas e Auditorias Ambientais.
Recupera��o de �reas degradadas e monitoramento do estado da qualidade
ambiental.
Monitoramento do estado da qualidade ambiental e Sistema Municipal de
Unidades de Conserva��o.
Sistema Municipal de Unidades de Conserva��o e Sistema Municipal de Meio
Ambiente.
17- Segundo o C�digo Municipal de Meio Ambiente s�o
instrumentos da Pol�tica Municipal de Meio Ambiente:
- Recupera��o de �reas degradadas, a outorga de uso da �gua e as Auditorias
Ambientais.
- Monitoramento do estado da qualidade ambiental, a outorga ambiental e o
Sistema Municipal de Unidades de Conserva��o.
- Sistema Municipal de Unidades de Conserva��o e o Zoneamento Ambiental
- A licen�a ambiental, a outorga de uso da �gua e a licen�a para uso dos
recursos h�dricos.
18- Segundo o C�digo Municipal de Meio Ambiente � considerado
poluidor:
- Apenas a pessoa jur�dica de direito privado, respons�vel, direta ou
indiretamente por atividades causadoras de degrada��o ou polui��o do meio
ambiente
- Apenas a pessoa f�sica de direito privado, respons�vel, direta ou
indiretamente por atividades causadoras de degrada��o ou polui��o do meio
ambiente
- Toda e qualquer pessoa f�sica ou jur�dica de direito privado, respons�vel,
direta ou indiretamente por atividades causadoras de degrada��o ou polui��o do
meio ambiente
- Toda e qualquer pessoa f�sica ou jur�dica de direito p�blico ou privado,
respons�vel, direta ou indiretamente por atividades causadoras de degrada��o
ou polui��o do meio ambiente
19- Segundo o C�digo Municipal de Meio Ambiente pode ser
considerado como Estudos Ambientais :
- O plano de conting�ncia e a an�lise preliminar de risco.
- O plano de conting�ncia e a outorga de uso dos recursos h�dricos
- A an�lise preliminar de risco, o plano de conting�ncia e a outorga de uso
dos recursos h�dricos.
- A cobran�a pelo uso das �guas, o projeto de controle ambiental e o
diagn�stico ambiental.
20- O Poder P�blico, no uso de sua compet�ncia, exigir� as
seguintes licen�as:
- De conting�ncia e a de an�lise preliminar de risco.
- Licen�a preliminar, secund�ria e terci�ria.
- Licen�a preliminar, de outorga e de risco.
- Licen�a pr�via, de instala��o e de opera��o.
21. O Empreendedor e os profissionais que subscrevem os Estudos
Ambientais necess�rios ao processo de licenciamento, segundo a Lei Municipal
325/2001:
- Ser�o respons�veis pelas informa��es apresentadas, sujeitando-se apenas �s
san��es administrativas e civis.
- N�o ser�o respons�veis pelas informa��es apresentadas, sujeitando-se
apenas �s san��es administrativas e civis pelos danos causados ao meio
ambiente.
- Ser�o respons�veis pelas informa��es apresentadas, sujeitando-se apenas �s
san��es administrativas e criminais.
- Ser�o respons�veis pelas informa��es apresentadas, sujeitando-se �s
san��es administrativas, civis e criminais.
22. Segundo o C�digo Municipal de Meio Ambiente, consideram-se
de preserva��o ambiental permanente no �mbito do Munic�pio, as florestas e
demais formas de vegeta��o situadas ao longo de qualquer curso d’�gua em faixas
marginais, cuja largura m�nima ser�:
- De 15 m (quinze metros) , para os cursos d��gua de at� 10 m (dez metros)
de largura.
- De 15 m (quinze metros) , para os cursos d��gua de at� 20 m (vinte metros)
de largura
- De 30 m (trinta metros) , para os cursos d��gua de at� 10 m (dez metros)
de largura
- De 20 m (vinte metros) , para os cursos d��gua de at� 15 m (quinze metros)
de largura.
23. Segundo o C�digo Municipal de Meio Ambiente, nos locais
onde n�o existir sistema coletivo de esgotos fica o usu�rio:
- Livre para dar a destina��o que mais lhe aprouver ao efluente.
- Obrigado a construir a rede coletora para liga��o nas �guas pluviais.
- Obrigado a implantar um sistema composto por fossa s�ptica, filtro
anaer�bio e sumidouro.
- Obrigado a implantar um sistema composto por fossa s�ptica, filtro
anaer�bio e lodos ativados.
24. Segundo o C�digo Municipal de Meio Ambiente, na aplica��o
das penalidades, ser�o consideradas circunst�ncias agravantes:
- Arrependimento do infrator e a colabora��o com a fiscaliza��o.
- Agir com culpa e a colabora��o com a fiscaliza��o.
- Agir com dolo e a obten��o de vantagem pecuni�ria.
- A obten��o de vantagem pecuni�ria e ser o infrator prim�rio.
25. Segundo a Lei Org�nica Municipal s�o �reas de preserva��o
ambiental:
- Os manguezais e a flora representante do cerrado.
- As nascentes e as faixas marginais de prote��o de �guas superficiais.
- As lagunas costeiras e os manguezais.
- A flora ex�gena e as nascentes.
26. Segundo a Lei Org�nica Municipal as coberturas florestais
nativas existentes no Munic�pio:
- Poder�o ter suas �reas reduzidas em apenas 10% da sua �rea total para
aproveitamento econ�mico desde que haja um plano de manejo.
- Poder�o ter suas �reas reduzidas em at� 50% da sua �rea total para
aproveitamento econ�mico desde que haja um plano de manejo.
- Poder�o ter suas �reas reduzidas em apenas 10% da sua �rea total para
aproveitamento econ�mico desde que haja um plano de manejo e a devida
autoriza��o da Poder Executivo atrav�s de uma licen�a ambiental.
- N�o poder�o ter suas �reas reduzidas
27. Segundo a Lei Org�nica Municipal fica proibido no
territ�rio do Munic�pio:
- O uso de capina qu�mica com agrot�xicos nas ruas, pra�as, parques, enfim,
todos os logradouros da cidade.
- O uso de capina qu�mica com agrot�xicos apenas nos manguezais, nas �reas
de nascentes e nas faixas marginais de prote��o de �guas superficiais.
- O uso de capina qu�mica com agrot�xicos nas ruas, pra�as, parques apenas
quando n�o existir estudos de impacto ambiental.
- O uso de capina qu�mica com agrot�xicos em todas as �reas rurais.
28. A DBO -Demanda Bioqu�mica de Oxig�nio- produzida pelo
lan�amento de esgoto num curso d’�gua �:
- Inversamente proporcional � concentra��o de mat�ria org�nica assimil�vel
por bact�rias aer�bias
- Diretamente proporcional � concentra��o de subst�ncias qu�micas
- Diretamente proporcional � concentra��o de mat�ria org�nica assimil�vel
por bact�rias aer�bias..
- Diretamente proporcional � concentra��o de mat�ria org�nica assimil�vel
por bact�rias anaer�bias.
29. Podem ser considerados contaminantes da �gua:
- Apenas os microorganismos patog�nicos e os elementos ionizantes.
- Os microorganismos patog�nicos, as subst�ncias t�xicas e os elementos
ionizantes.
- Apenas os microorganismos patog�nicos e as subst�ncias t�xicas..
- Apenas os coliformes fecais.
30. Uma subst�ncia recalcitrante introduzida continuamente no
ambiente:
- Tende a acumular cada vez mais no ambiente.
- Ser� degradada rapidamente pelas bact�rias aer�bias.
- Ser� degradada rapidamente pelas bact�rias anaer�bias
- N�o causa maiores problemas ao ambiente por ser uma subst�ncia natural.
31. Das doen�as relacionadas com a �gua assinale a op��o em que
o organismo patog�nico, em geral, � ingerido junto com a �gua:
- Hepatite, ameb�ase e febre amarela.
- Hepatite, escabiose e filariose.
- Hepatite, ameb�ase e c�lera.
- Escabiose, ameb�ase e febre amarela.
32. Ap�s o floculador, numa esta��o de tratamento convencional
(ETA) a unidade de tratamento seguinte na dire��o do fluxo hidr�ulico deve ser
um:
- Misturador r�pido
- Filtro r�pido.
- Filtro lento.
- Decantador.
33. Podem ser partes constitutivas de um sistema de esgotos
urbanos convencional, tipo separador absoluto:
- Misturador r�pido, elevat�ria e filtro r�pido.
- Filtro lento, coletor tronco e emiss�rio.
- Coletor, filtro lento, po�os de visita e bocas de lobo.
- Coletor tronco, interceptor e emiss�rio.
34. Numa esta��o de tratamento de esgotos convencional (ETE),
tipo lodos ativados, no sentido do fluxo hidr�ulico, ap�s o reator dos lodos
ativados a unidade de tratamento seguinte � constitu�da pelo:
- Filtro lento.
- Decantador prim�rio.
- Filtro biol�gico.
- Decantador secund�rio.
35. As fossas s�pticas podem ser consideradas normalmente como
uma forma de tratamento de esgotos de n�vel:
- Prim�rio.
- Secund�rio.
- Preliminar.
- Especial ou terci�rio.
36. Conforme o Artigo 7� da Lei Federal 9605/98 as
penas restritivas de direitos substituem as penas privativas de liberdade
quando:
- O r�u for prim�rio e se tratar de crime doloso ou for aplicada a pena
privativa de liberdade inferior a dez anos.
- Se tratar de crime culposo ou for aplicada a pena privativa de liberdade
inferior a dez anos.
- Se tratar de crime culposo ou for aplicada a pena privativa de liberdade
inferior a quatro anos.
- Se tratar de crime doloso ou for aplicada a pena privativa de liberdade
inferior a seis anos.
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