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JORNAL VIDA NATURAL
 
 
 
 
 
DICAS
 
 

Recomendamos o site http://www.cooperando.org.br, sobre jogos e dan�as cooperativas. 

Importantes para quem acredita que novos paradigmas devem permear todas as inst�ncias, e principalmente as salas de aula.

 

Saiba como o JEJUM pode te ajudar a melhorar a sa�de e ter uma vida mais saud�vel. Metodologia para jejuar e florais indicados para potencializa-lo. Al�m de uma bela poesia sobre jejum.

http://www.rsmo.hpg.ig.com.br/jejum.html

 

 

 

TEXTO 1

 

A bioqu�mica do corpo � um produto da consci�ncia

 

Uma das maiores limita��es do velho paradigma era a no��o de que a consci�ncia n�o desempenhava nenhum papel na explica��o do que est� acontecendo no seu corpo. A cura, no entanto, n�o pode ser compreendida a menos que as cren�as da pessoa, suas expectativas, conceitos e auto-imagem sejam tamb�m compreendidos.

Embora a imagem do corpo como uma m�quina sem mente continue a dominar as principais correntes da medicina ocidental, h� provas inquestion�veis apontando no sentido contr�rio. As estat�sticas indicam que as taxas de mortalidade por c�ncer e enfermidades card�acas s�o provavelmente mais altas entre pessoas com dificuldades psicol�gicas, e mais baixas entre pessoas que t�m um forte sentido de objetivo e bem-estar. Um dos estudos m�dicos mais publicados dos �ltimos anos foi realizado pelo psiquiatra de Stanford, David Spiegel, que se disp�s a provar que o estado mental dos pacientes n�o influenciava o fato de eles sobreviverem ou n�o ao c�ncer.

Ele achava, como muitos outros m�dicos, que atribuir import�ncia �s cren�as e atitudes do paciente faria mais mal do que bem, porque a id�ia de ter causado c�ncer em si pr�prio criaria sensa��es de culpa e auto-recrimina��o. Spiegel reuniu 86 mulheres com c�ncer de mama em est�gio avan�ado (a doen�a n�o reagia mais a tratamentos convencionais) e submeteu metade delas a sess�es semanais de psicoterapia combinadas com li��es de auto-hipnose. Por qualquer medida isto representa uma interven��o m�nima � o que poderia uma mulher fazer em uma hora de terapia por semana, tempo este que tem que compartilhar com diversos outros pacientes, para combater uma enfermidade que inevitavelmente � fatal nos est�gios avan�ados? A resposta parece �bvia.


No entanto, ap�s acompanhar os objetos de sua pesquisa por dez anos, Spiegel ficou surpreso ao descobrir que o grupo que recebia terapia apresentava um �ndice de sobreviv�ncia em m�dia duas vezes maior do que o grupo que n�o recebia. A essa altura apenas tr�s mulheres estavam vivas, todas pertencentes ao grupo da terapia. O estudo � surpreendente porque o pesquisador n�o esperava qualquer resultado desse tipo. Mas uma d�cada de achados similares de outros pesquisadores veio refor�ar a descoberta. Um estudo meticuloso datado de 1987 feito em Yale, relatado por M.R. Jensen, traz � luz a descoberta de que o c�ncer de mama progredia mais rapidamente entre mulheres com personalidades reprimidas, desesperan�adas e incapazes de exprimir raiva, medo e outras emo��es negativas. Descobertas similares foram divulgadas para artrite reumat�ide, asma, enxaquecas e outros dist�rbios.Dominados pelo velho paradigma, os m�dicos mostraram seu preconceito contra tais resultados. O que o novo paradigma nos ensina � que as emo��es n�o s�o eventos fugidios isolados no espa�o mental; elas s�o express�es da consci�ncia, a mat�ria fundamental da vida. Em todas as tradi��es religiosas, o sopro de vida � o esp�rito. Animar ou desanimar algu�m � algo fundamental que o corpo tem que refletir.
A consci�ncia faz uma imensa diferen�a no processo de envelhecimento, pois embora todas as esp�cies superiores envelhe�am, s� os seres humanos s�o capazes de saber o que est� lhes acontecendo, e traduzem o que sabem no pr�prio envelhecimento. O desespero por envelhecer faz com que voc� envelhe�a mais depressa, enquanto que aceitar o envelhecimento graciosamente evita muitos sofrimentos, tanto f�sicos quanto mentais. A velha m�xima que diz �Voc� � t�o velho quanto pensa que � tem implica��es profundas. O que � um pensamento? � um impulso de energia e informa��o, como tudo mais na Natureza. Os pacotes de informa��o e energia que rotulamos como �rvores, estrelas, montanhas e oceanos poderiam ser chamados tamb�m de pensamentos da Natureza, mas sob um aspecto importante os nossos pensamentos s�o diferentes. A Natureza fica, de certa forma, imobilizada com seus pensamentos uma vez que o seu padr�o foi fixado; as estrelas e as �rvores seguem um ciclo de crescimento que passa automaticamente p�los est�gios do nascimento, desenvolvimento, decad�ncia e dissolu��o.

N�s, contudo, n�o estamos presos dentro do nosso ciclo vital; tendo consci�ncia do que se passa, participamos de cada rea��o que tem lugar dentro de n�s. Os problemas surgem quando n�o assumimos a responsabilidade pelo que estamos fazendo. A menos que voc� se torne consciente da consci�ncia, n�o ser� capaz de surpreender-se no ato da transforma��o.

Deepak Chopra

 

 

 

TEXTO 2

 

 

O Que � o Amor

 

Em uma sala de aula, havia v�rias crian�as, quando uma delas perguntou �
professora:

- Professora, o que � o amor?

A professora sentiu que a crian�a merecia uma resposta � altura da pergunta inteligente que fizera. Como j� estava na hora do recreio, pediu para que cada aluno desse uma volta pelo p�tio da escola e que trouxesse o que mais despertasse nele o sentimento de amor.

As crian�as sa�ram apressadas e, ao voltarem, a professora disse:

- Quero que cada um mostre o que trouxe consigo.

A primeira crian�a disse:

- Eu trouxe esta flor, n�o � linda?

A segunda crian�a falou:

- Eu trouxe esta borboleta. Veja o colorido de suas asas, vou coloc�-la em minha cole��o.
A terceira crian�a completou:

- Eu trouxe este filhote de passarinho. Ele havia ca�do do ninho junto com outro irm�o. N�o � uma gracinha?

E assim as crian�as foram se manifestando. Terminada a exposi��o, a professora notou que havia uma crian�a que tinha ficado quieta o tempo todo. Ela estava vermelha de vergonha, pois nada havia trazido. A professora se dirigiu a ela e perguntou:

- Meu bem, por que voc� nada trouxe?

E a crian�a timidamente respondeu:

- Desculpe, professora. Vi a flor e senti o seu perfume. Pensei em arranc�-la, mas preferi deix�-la para que seu perfume exalasse por mais tempo. Vi tamb�m a borboleta, leve, colorida! Ela parecia t�o feliz que n�o tive coragem de aprision�-la. Vi tamb�m o passarinho ca�do entre as folhas, mas, ao subir na �rvore, notei o olhar triste de sua m�e e preferi devolv�-lo ao ninho. Portanto, professora, trago comigo o perfume da flor, a sensa��o de liberdade da borboleta e a gratid�o que senti nos olhos da m�e do passarinho. Como posso mostrar o que trouxe?

A professora agradeceu � crian�a e lhe deu nota m�xima, pois ela fora a �nica que percebera que s� podemos trazer o amor em nosso cora��o...

 

 

 

"Lembre-se de que voc� se julga pelo que � capaz de realizar;

os outros julgam-no pelo que voc� realmente faz."

Padre Mustafa

 

 

"Chegar� o dia em que os homens conhecer�o o �ntimo dos animais e nesse dia, um crime contra um animal ser� considerado um crime contra a Humanidade."

Leonardo Da Vinci

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