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Ol� ,

Infelizmente , a escola p�blica tradicional , n�o est� conseguindo atingir o ponto mais nobre de sua clientela: o cora��o
 
Por ele poderemos chegar �s mentes , transformando atitudes.

Raras s�o escolas municipais e estaduais(as que conhecemos melhor) que est�o bem abastecidas de material , alimenta��o e uma infra-estrutura razo�vel para os nossos padr�es de subdesenvolvimento. Por�m , o que est� faltando mesmo , ï¿½ um trato fraterno , o contato humano adequado e preparado.

O ensino fundamental p�blico , em sua maioria , � de uma grande defici�ncia operacional e social , na medida em que n�o prepara os nossos filhos para competirem no mercado de trabalho cada vez mais sofisticado e exigente.
E o que � pior: n�o os prepara para desenvolverem seus potenciais de cidad�os e seres humanos.

O quadro geral � bastante desolador. H� exce��es , como em tudo na vida. Existem os que se sobressaem nas adversidades , os dedicados.

De modo geral , as aulas s�o um massacre mental para qualquer mortal , vivenciadas  , normalmente , em ambientes em desacordo com os padr�es necess�rios a pr�tica do ensino/aprendizagem.
 
Como assimilar Matem�tica , Lingua Portuguesa , Hist�ria , Ingl�s... , em  sua grande  maioria em  aulas mon�tonas , somente em voz (quando o prof. consegue ser ouvido...) , quadro e giz.
 
Nos intervalos , nenhuma atividade motivadora , nenhum recrea��o saud�vel , apenas correria ,
gritos , xingamentos...
A disciplina � contestada , o desrespeito � vis�vel , tanto pelos professores , quanto pelos colegas de classe.
 
Alunos de 11 , 12 anos "enfrentam" professores , funcion�rios e at� diretoras , quando cerceados  em  alguma atitude inconveniente. Fazem amea�as , alardeiam poss�veis amigos que lhes tomariam as dores.  Os alunos maiores, esses ent�o...

Conhecemos casos de professores , que abandonaram o magist�rio municipal/estadual.
Outros est�o doentes , afastados. Muitos trabalham em seu limite m�ximo , o que compromete sua capacidade profissional. A maioria n�o consegue se atualizar e n�o tem acesso a capacita��es
ou a recursos pedag�gicos. O hor�rio tem que ser cumprido e a qualidade , cada vez mais , comprometida.

Como  educadores , angustiados  ante tantas dificuldades , vemos os jovens entrando e saindo das escolas , aturdidos , despreparados , desrespeitados e desrespeitosos , porque n�o s�o acolhidos com dignidade.

Grande parte das escolas mantidas pelos governos , ainda n�o  sabem ser fraternas , justas , amigas , atualizadas e competentes , privilegiando a forma��o intelectual e fornecendo meios para que os alunos possam ter , entre outros aspectos , auto-determina��o.

Repassar conceitos , aulas de todo tipo , � fun��o da escola. Por�m , fun��o primordial � abra�ar os nossos filhos , a sociedade , acolhendo-os em seus medos e necessidades , para ent�o , apaziguados e confiantes , poderem apreender e , aprendendo , transformarem-se em agentes multiplicadores.
 
Isso exige profissionais preparados , vontade pol�tica e determina��o dos governos. Os professores , quase sempre  acusados e pressionados por tudo isso , est�o sempre entre a cruz e a espada e sem luz no fim do t�nel...
 
E ainda realizam milagres!
 
Fazendo a nossa parte , todos , estaremos contribuindo para a mudan�a desse cen�rio , formando indiv�duos para a cidadania e para a vida.
 
Um abra�o ,
 
Luiz Ot�vio Gon�alves
(31) 3761-1748 / 9987-0118

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