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04/01/2008 (08:27) | COMENTÁRIOS (0) Pont diz que Dirceu está delirando nas acusações Agencia Estado Petistas citados pelo ex-ministro e deputado cassado José Dirceu em entrevista à revista Piauí deste mês reagiram duramente aos ataques e à afirmação de que a sede do PT em Porto Alegre teria sido construída com recursos de caixa 2. O ex-prefeito de Porto Alegre Raul Pont classificou as declarações do ex-ministro de ?delírios?, ?absurdos? e ?asneiras?. ?É um delírio, né? O rapaz está delirando?, afirmou Pont em meio a risos, ao tomar conhecimento do teor da entrevista. ?Sobre eu ter posições contrárias às dele no partido, disso eu me orgulho muito. É uma honra para mim?, acrescentou. Pont disse se orgulhar de ser contra a política de alianças montada quando Dirceu presidia o partido. Esta foi, para ele, a origem do mensalão. O ex-prefeito negou uso de caixa 2 para construir a sede do PT em Porto Alegre. Explicou que a sede municipal foi alugada e a estadual é fruto de ampla campanha com a militância, que arrecadou recursos para aquisição do prédio. ?É impensável que um sujeito que foi ministro da Casa Civil e presidente do PT por anos demonstre tamanha irresponsabilidade, fale coisas desse tipo sem nenhum fundamento?, criticou. Com tom mais ameno, o presidente do PT no Rio Grande do Sul, Olívio Dutra, ressaltou que não teve acesso ao conteúdo da reportagem e que a menção a seu nome ocorre ?à distância?. Mas completou: ?Acho muito estranho. O José Dirceu não tem mais nenhum cargo na estrutura partidária, portanto não tenho com ele nenhuma relação política mais aprofundada. É um ser que tem sua história, eu respeito.? As informações são do jornal *O Estado de S.Paulo*. Em 04/01/08, augustolula <[EMAIL PROTECTED]> escreveu: > > "Esse pessoal [ele está falando dos petistas] é assim. Chegava para o > Delúbio e falava: 'Delúbio, preciso de 1 milhão'. Como é que alguém vai > arrumar esse dinheiro assim, de uma hora para outra? Aí, quando não recebiam > o dinheiro, diziam que estavam sendo preteridos porque eram de uma outra > corrente, de uma outra ala, que a direção era autoritária. O pobre do > Delúbio tinha que ir aos empresários conseguir doações. Aí, estoura o > mensalão, e esse pessoal vem dizer que o Delúbio era o homem da mala. O que > não dizem é que a mala era para eles." > entrevista publicada hoje na revista Piauí > > > -- ÿØÿà Oswald'Ørf
