menino inteligente! faltou citar que Natal é onde as putas gozam(de verdade,
orgasmaraviha) e traficante vende fiado, além de ser o canto onde de tudo se
faz arte, tem até gente que ganha premio de produtor 'curtural', produzindo
milacrias, artimanhices e canalhagens.


Da caverna saí, não volto. respiro ar puro, pútrido vive o ar irrespirável
do bobo minor.

Oswaldo, puto da vida por ter visto um quadro de um certo filho da puta em
minha própria casa( no sótão, mas é minha casa!)

2008/9/24 Franklin Serrão <[EMAIL PROTECTED]>

>
> *de volta para as cavernas*
>
>
> Essa estória de que o homem contemporâneo vem "involuindo" não é nova. O
> escritor carioca Sanislaw Ponte Preta lançou dois volumes sobre o assunto
> (ver abaixo). Eu mesmo já tinha imaginado isso e fico feliz em saber
> que pessoas pensaram ou pensam o mesmo.
>
> Tudo que acontece hoje é fruto da inautenticidade do homem moderno, seu
> distanciamento com o coletivo. Daí, neste contexto, as opiniões (ignorâcias)
> são maestros do cotidiano. Um exemplo histórico disso:  Marcel Duchamp, a
> aproximadamente 100 anos, quebrou os conceitos da arte propondo para ela
> novos conceitos. Um único homenzinho, uma idéia (ignorância) jogou toda a
> história da arte e das civilizações no lixo.  A sociedade capitalista
> agradece Marcel. E a moda pegou. ( até aqui, no fim do mundo, é o gestor
> público quem escolhe o que é arte).  Desde então, o homem, com raríssimas
> exceções, deixou de fazer arte para discutir arte. O que é arte? pra quê
> arte? onde esta a arte? moral da estória: Éssa pergunta é o mais forte
> indicador de que estamos voltando para as cavernas (com todo respeito as
> cavernas).  Infelizmente é inevitável. A lógica irracional da sociedade de
> mercado vai conduzir o homem a barbárie. "socialismo ou barbárie" já dizia
> Rosa de Luxemburgo. A sociedade capitalista não existe para resolver
> problemas ou conduzir confortos. As coisas acontecem para que alguém ganhe
> dinheiro com isso. O resto sofre o aviltamento social. será a ralé
> inautêntica, massificada. Os espectadores das convenções sociais, gardiões
> da cultura de consumo. Inocentes funcionais que coletam migalhas das
> elites.
>
> De volta a Stanislaw Ponte Preta e seu  festival de besteiras ( FEBEAPÁ
> - RS 7,00 na net). Em Natal, eu identifiquei alguns indicadores
> metropolitanos que fazem do besteirol o cotidiano de uma cidade.
>
> *Cajueiro de Pirangi.* (região metropolitana): construiram um complexo
> turístico em volta do monumento. lojas, ruas, hotéis, mirantes. Bom,
> esqueceram de combinar com cajueiro e o danado continua crescendo.  invadiu
> o complexo. e agora? complexado. ou complex-ido(fálido).
>
> *midwaymall. *não importa se antes se gastava 20 minutos entre o hiper
> bompreço e o alecrim. agora se gasta 1hora e meia. todos os ônibus
> sentido zona sul - alecrim/cidade alta tem que passar em frente ao shopping
> midwaymall.  * *
> **
> *secretaria municipal de educação. *Natal, é o única lugar do planeta
> onde não se faz prova de avaliação no ensino infantil
>
> *comerciantes. O*s comerciantes de Natal derrubaram as árvores da cidade
> achando que elas encobriam suas lojas. hoje, as pessoas não vão para suas
> lojas por que não há sombra no caminho.
>
> *praça da ribeira.* é o segundo lugar do planeta (depois da muralha da
> china) que pode ser visto do espaço.
>
> *serrão*, o profeta
>
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