Lendo os analistas economicos dos jornais de Marcos Aurelio(infelizmente
ainda recebo, a tal historia de pagar adiantado, vc não quer mais, mas mesmo
assim, chegam, vc abre para olhar Serejo e Mario Ivo e não deixa, mero
hábito, de olhar as outras coisas), vejo que estão todas nessa: Crise? o
negócio é anunciar! tem gente até criando anuncio para desmentir boatos de
quebradeira...rss
Feliz é Isael, O Vega, todo o patrimonio dele(ideia chupada-epa!) de um
livro de Rubem Fonseca, cabe numa vagina e nem daquelas tão espaçosas de
mulheres dos bandidos de Alcaçus - dia desses dançou uma com um celular, o
carregador, 20 pedras de crack e mais 50 gramas de maconha, só não me
perguntem o tamanhão do do...tabacão, esse é o nome, não dá para
eufemisticamente enfeitar e chamar de larga e 'folote'(ô termo velho)
vagina, mas voltando a Isael: pedras preciosas, turmalinas azuladas, quanto
mais azuladas melhor. abundam(epa!) aqui no sertão nordestino, pequena
lapidation e apura-se 20 vezes mais na Holanda, Antuerpia, mais
precisamente, se quiserem o endereço eu até dou, que hoje eu tou bonzinho,
excesso de boas noticias no final de semana e me deixam assim,
colaborativo.rss
Inté, que vou regar minhas urtigas, cada uma mais verdejante que a outra.

-(((((((((((((((((((((((((((())))))))))))))))))))))))@

Notícias duras sobre o futuro... muito duras.

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  <http://www.forumpcs.com.br/vote.php?pid=2146393&v=1&tid=247097>
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<http://www.forumpcs.com.br/report.php?p=2146393>
 <http://www.forumpcs.com.br/privmsg.php?mode=post&u=24078>
 Por [EMAIL PROTECTED] +Biografia 
<http://www.forumpcs.com.br/about.php?about=cat.html>
16 de Novembro de 2008

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pads e acessórios para gamers 01 Nov - Notebook: O Descaso da ACER! 29 Out -
O que vou fazer com as minhas imagens? 29 Out - Discos de Estado Sólido III:
Transistores e memórias 26 Out - Discos de Estado Sólido (SSD) II:
semicondutores 25 Out - Informática: O OPORTUNISTA, O ESPECULADOR e O DÓLAR.

 NOTÍCIAS DURAS SOBRE O FUTURO... MUITO DURAS.

A maior parte de nós nunca ouviu falar tanto de crise mundial como nos
últimos tempos. As notícias são terríveis e não param de chegar. A impressão
que dá é que o mundo econômico está desabando.



Este pobre homem, por exemplo, está vivendo seu inferno
astral, ante notícias tão alarmantes com respeito à crise
financeira que abala o mundo. Que fará ele?

Um recente 
artigo<http://www.networkworld.com/news/2008/111308-economy.html?netht=rn_111408&nladname=111408>de
Carolyn Duffy Marsan, do Network World, aponta algumas razões pelas
quais
pode-se acreditar que o mundo tecnológico, pelo menos, não desabou... ainda.
Lá nos EUA, alarmados pelas notícias, os consumidores puseram o pé no freio
e reduziram bastante as compras de supérfluos, incluindo engenhocas e
badulaques eletrônicos. Com a aproximação do Natal, o grande temor é que
haja cortes também nas compras de celulares e de laptops, com os
consumidores optando por modelos mais baratos. Especialistas no mercado
americano acreditam que, sim, haverá um período de relativa retração, mas
que não se estenderá por mais de 18 meses. É claro que ninguém tem bola de
cristal e, num mundo maluco como esse, em que o barril de petróleo há pouco
tempo custava US$ 150 e hoje anda pelos US$ 60, não há como ter certeza em
qualquer previsão.



As águas do mercado quase nunca estão plácidas, mas
oscilações como as que se tem visto ultimamente são
bastante raras.

O mercado global de TI continua crescendo, mesmo que menos do que antes.
Segundo o IDC, esse crescimento será menor nos Estados Unidos, Japão e
Europa Ocidental. Para nossa sorte, a previsão desse afamado instituto é de
que as economias que se manterão mais saudáveis serão as das Europas Central
e Oriental, do Oriente Médio, da África e, veja só!, as da América Latina.
Mas será que dá para acreditar nisso? Só o tempo poderá dizer.

Mesmo as previsões mais negativas para o médio prazo não chegam a pintar um
quadro pior do que o verificado entre 2001 e 2003. Segundo o Gartner, não
haverá nada equivalente ao estouro da bolha das ponto-com. O motivo apontado
pelo Gartner para essa relativa invulnerabilidade do mercado de tecnologia
nessa fase tempestuosa é o fato de que a TI tem sido vista como uma forma de
transformar negócios, permitindo a adoção de modelos operacionais
diferentes. Em suma, hoje a área de TI está mais do que nunca entremeada em
quase todos os aspectos de uma empresa ou de um negócio.

Além disso, se em 2001, muitas companhias possuíam excessiva capacidade
ociosa de data centers, largura de banda a mais do que necessários e
aplicações de software sem a devida integração, hoje a realidade seria
outra.



No encadeamento das finanças mundiais, se a coisa
começar a se descontrolar, adivinhe quem será o
elo mais fraco da corrente... Sim, você acertou!

Com relação ao mercado de telefonia celular, se ocorrer um quadro altamente
negativo, a crença dos analistas é que os consumidores poderão até perder
seus empregos e suas residências, mas relutarão muito antes de se desfazer
de seus celulares.

Na verdade, segundo esses especialistas, se houver uma quebradeira geral e
um aumento estupendo nas taxas de desemprego, será justamente numa situação
assim que os desempregados mais precisarão do celular, movidos pela ilusão
de que encontrarão emprego, ou mesmo "bicos", usando o telefone.

Alguns alegam ainda que os contratos de dois anos, que são os mais comuns
nos EUA, servirão para segurar os clientes na relação comercial já
estabelecida. No entanto, essa alegação é tão sólida como uma nuvem pois, se
houve tanta gente na terra do Tio Sam quebrando por não poder pagar a
hipoteca de suas casas, que importância darão a honrar contratos de
celulares?

O citado artigo do Network World vai bem mais adiante, apresentando um
punhado de outros argumentos para justificar a teoria de que o mercado de TI
se mostrará suficientemente robusto para agüentar a crise sem grandes
catástrofes.



Segundo as notícias, os momento é tempestuoso. Nada como
um monte de notícias alarmantes para piorar ainda mais
o estado psicológico do mercado e, sobretudo, das pessoas.

Mas quem reler o tal artigo umas duas ou três vezes, e parar para pensar com
calma, notará que é tudo chute, puro chute. Talvez já sabendo que a coisa
vai mal mesmo, alguns especialistas do mercado tenham preferido divulgar
notícias não tão ruins, de modo a não semear o pânico. Afinal de contas, a
gente sabe muito bem o fortíssimo efeito que têm as notícias sobre a psiquê
do mundo econômico.

Para ilustrar o que lhes digo, apresento-lhes um antigo texto que me foi
apresentado por um velho amigo, Paulo Sérgio Pinto, engenheiro calculista
veterano em sistemas e pioneiríssimo dos BBSs no Brasil, que conta uma
história talvez um pouco simplista, mas que passa exatamente a idéia
subjacente a esse clima de notícias tenebrosas que obscurece os horizontes
mundiais no médio e longo prazo. Aqui vai. Relaxe, desfrute e... reflita.

A CRISE

Um homem chamado Cabral vivia à beira de uma estrada e vendia
cachorro-quente numa barraquinha amarela: Super Dog. Ele não tinha rádio,
televisão e nem lia jornais. Mas produzia e vendia um bom cachorro-quente.
Ocupava-se com a divulgação do seu negócio e colocava cartazes pela estrada,
além de oferecer seu produto em voz alta. E o povo comprava.

As vendas foram aumentando e, cada vez mais, ele comprava o melhor pão e a
melhor salsicha. Foi preciso também adquirir um fogão maior para atender uma
grande quantidade de fregueses e contratar um funcionário para ajudá-lo nos
horários de pico. O negócio de cachorro-quente prosperava pois os que ele
vendia eram os melhores de toda a região.


Autêntico vencedor, ele conseguiu pagar uma boa escola para o filho. O
menino cresceu e foi estudar Economia numa das melhores faculdades do país.
Finalmente, já formado, voltou para casa. Ao notar que o pai continuava com
a vidinha de sempre, decidiu ter uma conversa séria com ele.

— Pai, então você não ouve rádio? Não vê televisão? E, nesses tempos de
internet, não acessa na web os sites de notícias? — indagou.

— Não, filho. Eu não acompanho as notícias. — respondeu o pai.

— Meu pai querido. Há uma grande crise no mundo. A situação do nosso país,
bem como a de todos os outros, é crítica. O país vai quebrar. — explicou o
filho.

Depois de ouvir as considerações do filho doutor, o pai pôs-se a pensar.
Afinal, o filho estudou Economia, lê jornais, vê televisão, acessa a
internet e recebe notícias até pelo celular. Se ele acha que a coisa está
feia, então só pode estar com a razão.

Com medo da crise, o pai procurou um fornecedor de pão mais barato e,
obviamente, de pior qualidade. Da mesma forma, começou a comprar salsichas
mais baratas e também piores.


Para economizar mais, parou de fazer cartazes de propaganda na estrada.
Abatido pela notícia da crise, já não apregoava seu produto em alta voz.
Optou também por dispensar o funcionário.

Tomadas essas "providências", em pouco tempo as vendas começaram a cair e
continuaram caindo, caindo e caindo. A situação chegou a um nível
insuportável e o Super Dog, negócio de cachorro-quente do velho, que antes
era um sucesso e até gerou recursos para educar o filho nas melhores
escolas, acabou por quebrar.

O pai, muito triste, voltou-se para o filho.

— Você estava certo, meu filho. Estamos no meio de uma grande crise. —
desabafou.

E, aos amigos, dava graças a Deus.

— Bendita a hora em que fiz meu filho estudar Economia. Ele me avisou a
tempo da crise. — dizia, orgulhoso e confortado.



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                                                ÿØÿà

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