oisvaildu, chico doido nunca existiu. já viu poeta de caicó que não seja 
cantador?  repentista de raiz. onde é que tem capitania dos portos em caicó. 
marinha mercante, diz ser o modo de vida do doido.  o ta de chico  tá mais 
´é pra parente do homem das pelejas, primo de araújo,  ojuara pra os íntimos. 
serrão

--- Em ter, 9/12/08, Oswaldo Ribeiro <[EMAIL PROTECTED]> escreveu:

De: Oswaldo Ribeiro <[EMAIL PROTECTED]>
Assunto: [becodalama] antes do almoço
Para: 
Data: Terça-feira, 9 de Dezembro de 2008, 13:30






POEMA DE CHICO DOIDO DE CAICÓ
[ in Balaio 550, de 1993 ]

Quero o crepúsculo do Potengi abismado
Quero a cachaça do boteco aloprado
Quero o escuro do céu estrelado
Quero o fi-o-fó da morena de olhar dourado
E mais não quero.
A não ser, talvez,
Um verso de Zé Limeira
Um retrato de Maria Antonieta Pons
Um cigarro da marca Astória
Uma estampa do sabonete Eucalol
Um beijo de mulher da zona
E mais não quero.
A não ser, talvez,
A bunda daquela galega do Alecrim
Com sua maciez e seus mistérios sem fim
E mais não quero.
A não ser, talvez,
Uma certa buceta com cheiro de mel e capim
Desejada por marinheiros, bispos, tenentes
E também por mim,
Mais doido do que nunca
Mais doido do que Nosso Senhor do Bonfim.

Do Balaio de Moacyr! mudo apenas a galega pela morena e a morena pela galega, 
ou não?
-- 
                                                ÿØÿà

                                                   Ørf

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