Os artistas são os wireless da raça.
ACORDA SAMBA!
 
ACORDA SAMBA É NÓS!!!
 
Vamos revitalizar a cultura superlativa do Beco da Lama e Adjacências!
 
Amanhã, 1º de Maio, Eleições 2009!
A partir das 10h da manhã...

Nos 4 Cantos do Beco (cruzamento do Beco da Lama c/ Cel. Cascudo - esquina do 
Bar da Meladinha!)
 
SIM, NÓS PODEMOS!!!
 
Essas palavras acima chegaram ao Beco Virtual pelas mãos de Civone. Como 
artista que é, Civone, ao querer explicitar sua posição na eleição da Samba, 
aponta para caminhos que podem ser muito mais amplos, numa fronteira além de 
uma rua estreita. Muito além da disputa quase infantil, levada pelas paixões 
pessoais, que tem motivado esse acirramento de ânimos nas eleições da Samba.
Já havia me declarado afastado dessa disputa.  Na eleição passada, que as 
matérias de Alex e Sérgio Vilar relembram,  sempre  havia a perspectiva de uma 
convivência harmoniosa. Mas a eleição de Prof. Bira foi um desastre. E isso 
comprometeu  todos os integrantes da diretoria, é claro. E para saber quem são 
é só procurar pelos nomes dos que compõem as duas chapas ora em disputa.
Civone está certa quando afirma que Acorda Samba é Nós. 
Por isso deixo claro o que penso diante das duas chapas postas. Nomes que me 
permiti fazer uma leitura diferente, numa outra tradução.
A-COR-DA SAMBA.
Qual a cor da Samba ? Não seria difícil convencer ninguém que uma associação 
que aceita “adjacências” dentro do seu território de influência não se 
renderia  às fronteiras estreitas de uma única matiz pré definida. A cor da 
samba então tem que comportar todas as cores, todas as matizes, como o branco.
NÓS-DO-BECO.
Lembro de um texto que brincava com uma campanha do governo: “o Brasil é feito 
por nós”.  Ai o cara falava da construção desse país e a importância dos nós 
para isso. Desde os nós náuticos a  todos os nós existentes. 
Então, quais são os nós do Beco? Quais os nós que se amarram a outros nós das 
adjacências? E são muitos os nós, e quase todos cegos à percepção de muitos. Os 
nós culturais, os nós econômicos, os nós sociais, nós sanitários.
E como são muitos os nós, e quase todos cegos, por isso mesmo a impossibilidade 
de nominar sua cor. Ou então, para aceitar a convenção e licença poética, 
branca como a cegueira. 
 Tudo isso para reafirmar que só vejo sentido no abraço de idéias para 
transformar alguma coisa. O respeito e a convivência dos contrários.
 Para isso eu tenho uma posição muito clara em relação ao espaço virtual (que 
serve para o real, também). Você não pode querer impedir que alguém freqüente 
um sitio/beco mas você sempre vai pode escolher sentar em outra mesa.
 
Eu. Saindo para a eleição no Beco real.


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