Qual o mais barato: demolir e construir ou construir apenas? E onde estão os interessados na PPP no RN? Apenas esperando 'ganhar' os lotes? Dói e nem rio.
Oswaldo 22/09/2009 - 07h01 Governo fala em limitar financiamentos e reduzir arenas para Copa-2014 Thales Calipo Em São Paulo As grandes arenas sonhadas para a Copa do Mundo de 2014 dificilmente irão se tornar realidade. Ao que depender do governo federal, os estádios que irão receber os jogos do Mundial brasileiro serão adequados à realidade do futebol na região ou ainda do papel que a cidade terá na competição. [image: Divulgação] O estádio Mané Garrincha, em Brasília, é uma das arenas que pode ficar menor [image: Divulgação] Arena brasiliense pode passar a ter 40 mil lugares, e não mais 70 mil, como planejado AEROPORTOS PREOCUPAM PAULISTAS<http://esporte.uol.com.br/futebol/ultimas-noticias/2009/09/22/ult59u201751.jhtm> MAIS NOTÍCIAS DE FUTEBOL <http://esporte.uol.com.br/futebol/> TROFÉU DA COPA FAZ TURNÊ<http://esporte.uol.com.br/futebol/ultimas-noticias/2009/09/21/ult59u201731.jhtm> "Estamos incentivando obras menores e, além disso, queremos que haja um teto [de financiamento] do BNDES", afirmou o ministro do Esporte, Orlando Silva Jr. O grande temor é a criação dos elefantes brancos em locais em que a representatividade no futebol nacional é baixa. Para isso, o governo, que apoia a ideia de o BNDES financiar a construção de estádios, limita o valor que será liberado para esta finalidade. Especula-se que este teto possa ser de R$ 400 milhões, apesar de ninguém ligado ao Ministério do Esporte confirmar o valor. Dessa forma, com a limitação do valor que pode ser financiado pelo BNDES, o governo pretende "conscientizar" os estados, municípios e clubes de que a construção de estádios com grande capacidade será inviável. Uma das arenas que deve ficar menor é a de Brasília, que pode passar a ter 40 mil lugares, e não 70 mil, caso a capital não seja escolhida como palco da abertura ou da final da Copa. Segundo o Ministério do Esporte, o BNDES irá disponibilizar uma linha de crédito de R$ 4,8 bilhões para a construção de estádios para a Copa do Mundo de 2014. Para ter acesso a essa verba, os interessados devem preencher os requisitos exigidos pelo banco, como uma transação financeira habitual. Das 12 sedes, apenas Belo Horizonte, Brasília, Cuiabá e Manaus terão seus estádios construídos com dinheiro do governo estadual. São Paulo, Porto Alegre e Curitiba têm suas arenas particulares (de São Paulo, Internacional e Atlético-PR, respectivamente), enquanto Rio de Janeiro, Salvador, Natal, Fortaleza e Recife terão suas obras custeadas por parcerias público-privadas (PPP).
