*APO(R)ÉTICA* * *
*Caro jornalista diplomado, ao ser contatado, mesmo não podendo ir à entrevista na data marcada, fiquei a sua disposição para responder as perguntas, realizadas por telefone, tendo inclusive enviado um dossiê com textos e histórias do beco.* * * *Também sou diplomado, não como comunicador social, mas como cientista social, com especialização em antropologia, e comungo a leitura das entrelinhas do estruturalismo. Então, para quem leu a matéria (alheios e alheados), pura e simplesmente, sem considerar outros veículos, vai ter a mesma opinião, sem **“‘achismos’ e ‘ilações’ mentirosas”.** Portanto, não foi **“artifício usado por Plínio Sanderson: a criação de factóides, mentiras”.** Está lá, sem alexia, escrito, publicado, impresso, distribuído e consumido.* * * *Você considerou o que foi dito por Lula (respondendo a um blog?), sobre as pretensas acusações do Dunga. Por que não questionou Dunga sobre as tais insinuações (inverídicas) proferidas por Augusto, quando deixa transparecer que a administração do Dunga não prestou contas? Por que não o questionou sobre acusações feitas PRESENCIALMENTE na entrevista anterior. Mistério: **“a prática jornalística decente e responsável deve obedecer a alguns critérios básicos que, ao servir para a profissão, servem igualmente para qualquer situação da vida: a checagem da informação e a pluralidade dos discursos que nada mais é, no jargão jornalístico, que ‘ouvir os dois lados da história’”. * * * *Meu caro Rafael, você sabe que não me detive em acusações, pelo contrário, **contemporizei: dicotomia, bipolaridade acabou com a queda do muro de Berlim. Sou o bamba da samba. Agora, “Num jornal, como o senhor Sanderson deveria saber, há uma etapa chamada edição e, no final das contas, acabou ficando de fora algumas coisas, além é claro dos ataques pessoais de ambos os lados. E não foram poucos”. De minha parte, não ataquei ninguém, a única crítica que fiz foi justamente a falta de prestações de contas na administração passada que tem continuidade na atual. Contundente foi à delação de picaretas (“alfinetada” sic!), trazida à tona pela matéria e passou descabida na edição. Quantos pesos e quantas (acusações) medidas? Curiosa edição: deveras capenga.* * * *Meã culpa, errei em não ter enviado antes o i-meio para vossa excelência – sabedor da ordem das entrevistas, deveria (em nome da ética) ter perguntado antes se a leitura (e entendimento) coletiva estava equivocada? - não queria mandar para o endereço do jornal, Dunga ficou de enviar para você e não enviou. Peço desculpa, pela falha, mas não pelo texto: ping-pong-ping, cadê o pong? Mesmo sabendo da sua participação ativa na campanha passada, reluto em acreditar que a matéria tendenciosa tenha sido um ato proposital; concomitante, creio na sua labuta em prol o centro histórico e suas personas.* * * *Contextualizando na blogesfera, o jornalista Sérgio Vilar, no ótimo “Diário do Tempo”, na nota “o tempo passa, o tempo voa”, faz uma analogia entre o gari e o jornalista: “limpa lixo pelas ruas e hoje já ganha próximo do salário de jornalista”, matutei e consegui achar a diferença (ou semelhança) entre ambas as dignas profissões, uma limpa o lixo, a outra (alguns) espalham lama. Como diz Fred Zero Quatro: “jornalistas mortos, não mentem”!* *P.S* *Apo(r)ético* ------------------------------ Veja quais são os assuntos do momento no Yahoo! + Buscados: Top 10<http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/>- Celebridades<http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/celebridades/>- Música<http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/m%C3%BAsica/>- Esportes<http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/esportes/>
