Lula nega já ter decidido sobre padrão digital

O presidente Lula negou, nesta quarta-feira (8), que já tenha decidido optar
pelo padrão japonês de TV digital. "Como posso ter decidido se estou aqui?",
disse o presidente, que faz visita oficial à Inglaterra.
* 08 de março de 2006 - Info On-line  
 
http://www.crisbrasil.org.br/apc-aa/cris/fulltext_2.shtml?x=580&slice_id=0a9
974cf0ca8fd330b7202f3f49fd7a5
  
TV Digital: princípios e propostas para uma transição baseada no interesse
público

Este documento do Intervozes está dividido em cinco partes. Na sua
introdução, explicitamos as razões para um adiamento das decisões acerca do
Sistema Brasileiro de TV Digital (SBTVD). Em seguida, apresentamos uma breve
exposição de motivos que fundamentam as propostas apresentadas nas três
partes posteriores do documento: considerações sobre o modelo de serviços do
SBTVD; propostas para o desenvolvimento da indústria nacional; e as
condições necessárias para o desenvolvimento da produção de conteúdo,
fundamental para a garantia da democracia e diversidade cultural presente no
país. 
* 07 de março de 2006 - Intervozes  
 
http://www.crisbrasil.org.br/apc-aa/cris/fulltext_2.shtml?x=579&slice_id=0a9
974cf0ca8fd330b7202f3f49fd7a5

  
Abaixo-assinado TV Digital

Abaixo-assinado pelo adiamento das definições sobre o Sistema Brasileiro de
TV Digital e por um amplo debate com a sociedade
* 07 de maio de 2006.

http://www.crisbrasil.org.br/apc-aa/cris/fulltext_2.shtml?x=576&slice_id=0a9
974cf0ca8fd330b7202f3f49fd7a5


TV Digital: não chuta que é gol contra, presidente! 

A decisão sobre o padrão de modulação de TV digital a ser adotado pelo
Brasil pode ser anunciada no dia 10 de março. Se essa data for confirmada, o
país estará jogando no lixo uma oportunidade histórica. Há vários motivos
para crer que essa decisão apressada é um desastre: primeiro, porque ela
estará sendo tomada baseada simplesmente em pressões e lobbies, sem um
debate amplo com a sociedade e sem a adoção de medidas para beneficiar o
interesse público. Segundo, porque ela virá sem qualquer estrutura legal que
a “receba”, necessariamente infringindo a arcaica regulação (ou ausência de
regulação) que impera na área de radiodifusão. Terceiro, pelo fato de ela
não permitir o aproveitamento das pesquisas coordenadas pelo CPqD (Centro de
Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações) e realizadas por consórcios
de cerca de 80 universidades e institutos de pesquisa no Brasil.
* 07 de março de 2006 - Carolina Ribeiro, Diogo Moysés e João Brant

 
http://www.crisbrasil.org.br/apc-aa/cris/fulltext_2.shtml?x=575&slice_id=0a9
974cf0ca8fd330b7202f3f49fd7a5

Abraços,

Nilton Bahlis dos Santos


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