Reitero, a quem possa interessar, minha questão referente a estatísticas de 
bibliotecas públicas (de todas as faixas etárias), universitárias e demais 
tipologias. Se as sofridas coletas que são feitas, por auxiliares cuja 
escolaridade, sabemos, raras vezes é a  ideal; e se a sistematização de tais 
dados feita pelos gestores servirem apenas à célula da instituição de forma 
isolada, tem valor para seu planejamento interno, claro, mas o reduzirá em  
muito, se não for mais além desta função. Como planejar  para um país 
continental como o Brasil, sem que tais dados sejam reunidos por um órgão 
central? Qtos leram, o que leram, em que nível leram, o que desejam ler e não 
possuem, etc. Reitero, tbm, a informação que nos idos de 80 recebiam-se 
formulários/controle do IBGE, nas editoras, para que fossem lançados os títulos 
publicados, etc. Ou isto, atrelando a análise ao desafio da construção de 
escolas e/com  bibliotecas, ou então planejar instituições de correção social 
(que não corrigem), enquanto experimentamos no dia-a-dia o amargor dos frutos.
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