Obrigada Luzia,

Eu me sinto feliz e gratificada por participar da equipe deste projeto. Quando digo equipe, não me refiro apenas a equipe BDTD do Ibict, mas sim a todos os técnicos responsáveis pelas bibliotecas digitais das instituições que estão contribuindo pelo sucesso do projeto.
Um abraço,
Sueli

Luzia da Conceição de Araújo escreveu:
Sueli Maffia,
Bom dia!
Parabenizo pelo lançamento da Biblioteca Virtual. Como Doutoranda de uma Universidade pública, ex-aluna de escolas públicas (ensino fundamental, médio e superior) e oriunda de um núcleo familiar que embora organizado era marcado por questões que incidiam diretamente na ducação: a baixa renda, penso que a informatização permita a penetração do conhecimento para quase todos os âmbitos da nossa sociedade; além de popularizar o saber retido por alguns.
Parabéns,
Luzia Araujo
Para a diretora do sistema de bibliotecas da UFRN, Ridelci Medeiros, a
inserção da produção científica de teses e dissertações na BDTD é de
extrema importância, tanto em nível local como regional. “Acreditamos no
trabalho cooperativo em rede, principalmente pelo padrão de qualidade
com que ele vem sendo adotado no processo de geração dos seus metadados,
o que facilita o sistema de busca e a recuperação das informações
científicas”, disse.
Ridelci Medeiros acredita que a BDTD vem paulatinamente contribuindo
para o desenvolvimento do ensino e da pesquisa no país. Ela afirma que
isso é justificado pela qualidade do gerenciamento do sistema de
informação, aliado à possibilidade de integração da produção científica
nacional. Também cita o acesso das informações de forma rápida e eficaz,
além da acessibilidade e do uso em diversos espaços geográficos, por
meio da rede mundial de computadores.
Segundo Medeiros, o valor atribuído à BDTD nacional pela sua integração
ao sistema Networked Digital Library of Theses and Dissertations (NDLTD)
é dado em função da importância do trabalho de cooperação, visibilidade,
padrões de metadados internacionais, livre acesso e o compartilhamentos
das informações. Ela ressalta que as exigências da era digital apontam
para a necessidade premente do uso, cada vez maior, da inteligência
competitiva, considerando esse fator um dos elementos fundamentais do
desenvolvimento humano.
“Na qualidade de coordenadora geral da BDTD local, posso dizer que o
trabalho cooperativo é uma honra, em especial dos bibliotecários e dos
atores coadjuvantes – os informáticos. A UFRN não é uma universidade de
grande porte, porém tornou-se referência em algumas áreas do
conhecimento. E os indicadores emanados da BDTD nacional sinalizam para
o desenvolvimento da instituição no cenário nacional”, destacou.





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Tópicos de Hoje:
1. Falecimento: Guita Mindlin (Teresa Silva)
2. BIBNEWS Bibliotecários em New Orleans
(Miguel Ángel Márdero Arellano)
3. UFRN implanta Biblioteca Digital de Teses e Dissertações
(Sueli Maffia)
4. SOSBIB - Informação de patentes (Leandra Ramos Alves)

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Message: 1
Date: Wed, 28 Jun 2006 15:09:25 -0300 (ART)
From: Teresa Silva <[EMAIL PROTECTED]>
Subject: [Bib_virtual] Falecimento: Guita Mindlin
To: [email protected]
Message-ID: <[EMAIL PROTECTED]>
Content-Type: text/plain; charset=iso-8859-1
Fonte: http://nonsense.nominimo.com.br/?p=141
Um casal insólito
Morreu Guita Mindlin, mulher do empresário José
Mindlin. Eles estavam casados havia 70 anos. Mais do
que a duração do casamento – quase uma anomalia nos
dias de hoje – o que mais impressionava neste casal
era a paixão em comum pelos livros. Ele montou uma das
bibliotecas mais extraordinárias do Brasil, com mais
de 30 mil livros. Ela se especializou na encadernação
e restauro dos volumes. Uma dupla perfeita.
Guita, que completaria 90 anos no dia 2 de agosto,
fundou a Sociedade Brasileira de Encadernação e
Restauro (SBE), apoiada pela Escola Theobaldo Nigris,
entidade que formou na arte do restauro de livros 150
alunos em apenas cinco anos. Mindlin, de 91 anos, foi
eleito em 20 de junho imortal da Academia Brasileira
de Letras.
O casal sempre se destacou pelo espírito público e por
valorizar a cultura, dois atributos absolutamente
incomuns na “elite branca”, para usar a expressão do
governador paulista, Cláudio Lembo.
Num gesto raríssimo entre os brasileiros abonados, o
casal doou em maio o seu acervo para a USP. O que
existe neste acervo? A primeira edição de “Os
Lusíadas” (1572), a primeira edição ilustrada dos
“Sonetos de Petrarca” (1488) e os originais do livro
“Grande Sertão: Veredas”, publicado em 1956. Mindlin é
dono não só do original datilografado por Guimarães
Rosa como ostenta uma primeira edição corrigida pelo
próprio autor, de quem foi amigo.
A biblioteca – a mais famosa e importante brasiliana
privada – inclui ainda raridades como “Notícias do
Império Português”, de 1506; obras de Damião de Góis,
das quais só se conhecem dois exemplares; obras de
Hans Staden datando de 1557; além de cartas e diários
envolvendo o Império brasileiro. E a primeira edição
de “O Guarani”, de José de Alencar (com apenas dois
exemplares conhecidos).
Um casal insólito, infelizmente.







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Message: 2
Date: Thu, 29 Jun 2006 09:08:35 -0300
From: Miguel Ángel Márdero Arellano <[EMAIL PROTECTED]>
Subject: [Bib_virtual] BIBNEWS Bibliotecários em New Orleans
To: bib_virtual <[email protected]>
Message-ID: <[EMAIL PROTECTED]>
Content-Type: text/plain; charset=windows-1252; format=flowed
The New York Time
(http://www.nytimes.com/2006/06/29/opinion/29greene.html?_r=1&th&emc=th&oref=slogin)
<http://www.nytco.com/>
When the Librarians Come Marching In
By BOB GREENE
THEY'VE recarpeted hell.
They've given it a deep cleaning, taken a deep breath and opened its doors for business. This week an estimated 18,000 men and women from around the United States have been attending the annual trade convention of the American Library Association. The gathering, which ended yesterday, was remarkable not so much for what was being discussed and merchandised — books, library equipment, software — as for where it was held: The Ernest N. Morial Convention Center. Last September, if you had dared to suggest that by June this city would be playing host to genteel trade shows inside this building, shows punctuated by the lilting sounds of laughter and music, you would not have been believed. The convention center, as much as the Superdome, was New Orleans's symbol of wretched helplessness, of utter degradation. Twenty thousand people, it was estimated then, had sought refuge in the Morial center — a sweltering place of no lights, no food, no water, no protection from roaming criminals — and for three days federal officials had no idea they were even there. There was something primal about the shivering revulsion the rest of America felt when hearing of the people stranded there. The stories of human waste soaking the floors, of violence, of people crying out in the heat for buses that would not come.... The buses arrived like clockwork this week — air-conditioned to the verge of freezing as they dropped off attendees at the curb and then waited, motors idling, to ferry others back to downtown hotels. This was the first major national trade show to be held at the convention center since the hurricane — and to walk through the newly reopened parts of the 3.1-million-square-foot complex next to the Mississippi River was to shake your head at what has been shaken off. "Never Have Dry Skin Again," a sign at a booth offering moisturizing lotion invited. "Need Relief?" beckoned another booth, promising cures for "bunions, corns and calluses." The business of the convention was books, but no potential want of the out-of-towners conducting that business went unaddressed. The Massage Break booth, "Targeting Convention Tension," offered rubs of the neck, back and shoulders, for $35. "There were dead bodies right here, so they had to put in the new carpet," a cashier at the convention hall's Caribe Grill told me, and although there is no way she could know if this was literally true, the fact is that the bright, fresh carpeting — in splashes of reds, oranges, golds, blues — is so unrelentingly cheery that the sight all but commands you to consider what it replaced. Where there was hunger and thirst, now there is abundance: more cold bottles of designer water, soft drinks and juice, placed in coolers every few dozen feet, than the visiting conventioneers could possibly drink; so many restaurants and food stations that there were seldom long lines. Where the refugees waited days for someone to feed them, the Allegro Pasta booth now offered linguini with a choice of marinara or Alfredo sauce. The convention center may have opened for the librarians to gather, but eight of the city's 13 public libraries were deluged by the hurricane, and only one of those is back in operation. In the Morial center this week, a security officer, Terry Hardiman, 57, said that he was one of the people trapped in the stench and suffocating lightlessness of the building after the storm. "We just kept thinking, 'Maybe today is the day someone will come and get us,' " he said. "You can't erase those memories." The floors of the convention hall's far concourses have been polished so ferociously that they gleam; if someone should happen to drop so much as a paper clip, a member of the custodial staff snatches it up within seconds. At one booth, personalized business cards, designed and printed within minutes while you waited, were offered for sale. It's not that this feels like someplace unique; the intention is the opposite. Convention centers across the country are, by their nature, bland, bright, steadfastly sterile places. You could visit a hundred of them and not remember, in the end, which was which. That, it seems, is what the Morial Convention Center is striving for as June heads toward July, and as the trade shows, slowly, begin to return: not to feel like a place apart, but somehow, again, to be just one among many. The earnestness of the effort is understandable: like the victim of a beating smiling a little too ardently, hoping to show that he's healed. Outside the center's walls, the National Guard patrols parts of New Orleans, and large portions of the city remain devoid of life. But beneath this roof, whatever was here is gone, willed away. The place smells great, in that mysteriously bracing convention-center way. Where in September exhausted people prayed for rescue, a wheel-of-fortune game was now being played. "Come on, big money, big money!" the barker called. Someone screamed: a winner. The convention of the Full Gospel Baptist Church Fellowship International is scheduled to arrive after the librarians leave, and then the National Truck Driving Championships come here in August. To just another convention hall. That, or so it appears, is the not-so-modest dream. Bob Greene is the author of "And You Know You Should Be Glad: A True Story of Lifelong Friendship." Copyright 2006 <http://www.nytimes.com/ref/membercenter/help/copyright.html> The New York Times Company <http://www.nytco.com/>

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Message: 3
Date: Thu, 29 Jun 2006 09:20:03 -0300
From: Sueli Maffia <[EMAIL PROTECTED]>
Subject: [Bib_virtual] UFRN implanta Biblioteca Digital de Teses e
Dissertações
To: Lista de Discussão e Divulgação sobre Bibliotecas e Informação
Digital na Internet <[email protected]>
Message-ID: <[EMAIL PROTECTED]>
Content-Type: text/plain; charset=windows-1252; format=flowed
Universidade Federal do Rio Grande do Norte implanta Biblioteca Digital de Teses e Dissertações A Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) é a primeira instituição do grupo de participantes do Edital da Fundação de Ciência, Aplicações e Tecnologia Espaciais (Funcate) e do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict) a implantar a Biblioteca Digital de Teses e Dissertações (BDTD), com a inserção de 53 teses e dissertações. Além da UFRN, também participaram do Edital Funcate/Ibict - número 001/2005, mais 27 instituições de ensino e pesquisa do país, que estarão integrando a BDTD até julho deste ano. A informação é da coordenadora da BDTD, Sueli Maffia, ressaltando a qualidade dos metadados disponibilizados pela UFRN na BDTD nacional. Ela lembrou que o objetivo da BDTD é integrar os sistemas de informação de teses e dissertações existentes nas instituições brasileiras de ensino e pesquisa, assim como estimular o registro bibliográfico e a publicação eletrônica de teses e dissertações defendidas no país e por brasileiros no exterior, dando maior visibilidade à produção científica nacional. Para a diretora do sistema de bibliotecas da UFRN, Ridelci Medeiros, a inserção da produção científica de teses e dissertações na BDTD é de extrema importância, tanto em nível local como regional. “Acreditamos no trabalho cooperativo em rede, principalmente pelo padrão de qualidade com que ele vem sendo adotado no processo de geração dos seus metadados, o que facilita o sistema de busca e a recuperação das informações científicas”, disse. Ridelci Medeiros acredita que a BDTD vem paulatinamente contribuindo para o desenvolvimento do ensino e da pesquisa no país. Ela afirma que isso é justificado pela qualidade do gerenciamento do sistema de informação, aliado à possibilidade de integração da produção científica nacional. Também cita o acesso das informações de forma rápida e eficaz, além da acessibilidade e do uso em diversos espaços geográficos, por meio da rede mundial de computadores. Segundo Medeiros, o valor atribuído à BDTD nacional pela sua integração ao sistema Networked Digital Library of Theses and Dissertations (NDLTD) é dado em função da importância do trabalho de cooperação, visibilidade, padrões de metadados internacionais, livre acesso e o compartilhamentos das informações. Ela ressalta que as exigências da era digital apontam para a necessidade premente do uso, cada vez maior, da inteligência competitiva, considerando esse fator um dos elementos fundamentais do desenvolvimento humano. “Na qualidade de coordenadora geral da BDTD local, posso dizer que o trabalho cooperativo é uma honra, em especial dos bibliotecários e dos atores coadjuvantes – os informáticos. A UFRN não é uma universidade de grande porte, porém tornou-se referência em algumas áreas do conhecimento. E os indicadores emanados da BDTD nacional sinalizam para o desenvolvimento da instituição no cenário nacional”, destacou.
Assessoria de Comunicação Social
Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict).


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Message: 4
Date: Thu, 29 Jun 2006 09:54:07 -0300
From: Leandra Ramos Alves <[EMAIL PROTECTED]>
Subject: [Bib_virtual] SOSBIB - Informação de patentes
To: [email protected]
Message-ID: <[EMAIL PROTECTED]>
Content-Type: text/plain; charset=ISO-8859-1; format=flowed
Boa tarde,
Estudo precisando de um estudo completo das *Maiores depositantes de pedidos de patentes do Brasil*, no INPI consegui um estudo com apenas as 50 maiores mas, preciso de um levantamento mais completo, com as 200 maiores.
Como posso conseguir?
Atenciosamente,
--
Leandra Ramos Alves - LR
Bibliotecária






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Fim da Digest Bib_virtual, volume 27, assunto 32
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