Favor divulgar lista dos documentos roubados do Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro
Acervo roubado do Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro ************************************************************** Pedimos sua ajuda divulgando o acervo roubado do Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro. As imagens se encontram em www.rio.rj.gov.br/arquivo http://www.rio.rj.gov.br/arquivo 1. Coleção Lucílio de Albuquerque: estudos para as obras executadas pelo pintor. Levaram 146, deixaram 81 (temos postais de alguns que sumiram para divulgar), 2. Gravuras de Debret: reproduções de uma edição limitada a partir da coleção dos museus Castro Maya. Levaram as 87 pranchas (toda a coleção), 3. Cartões Postais reunidos a partir de várias coleções, entre elas a Coleção Pereira Passos. Cerca de 2.000 (RJ e outros estados), 3. Álbuns (Coleção Pereira Passos/Malta) Levaram 19. Ficaram 8. Praticaram vandalismo, cortando as fotos e arrancando as capas. Temos cópias 4. Estereoscópios, levaram todas as 38 cópias 5. Fotos avulsas, precisamos verificar cada uma das 1006 pastas do depósito *As fotos da iconografia tinham no verso, escritos com lápis 6B: número do registro da imagem, assunto, número da pasta, número do negativo, NV (no caso de negativo em vidro), número do CD (se já digitalizada) e carimbo do Arquivo da Cidade (algumas). Lista dos bens furtados da Biblioteca: - 27 exemplares de Almanak Leammert (relação abaixo). - Toda coleção contendo cinco exemplares encadernados - Revista Ilustrada Ângelo Agostini (1876 e 1895). - Dom Quixote, de Ângelo Agostini (1895, 1899, 1900 e 1901). - A Bruxa, de Souza Lage & C. (1896 e 1897). - Gabinete de Leitura (1837 e 1838). - Ostensor Brasileiro (1845 e 1846). - O Novo Mundo (1871). - O Mosquito (1872 e 1873) - Scenas da Vida Carioca (1924). - Revista Cruzeiro (1920 a 1930). - Revita Paratodos ************************************************************** 4. Ato Público em Defesa do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional do Rio de Janeiro, 6 de julho -----Mensagem original----- De: [EMAIL PROTECTED] [mailto:[EMAIL PROTECTED] Em nome de [EMAIL PROTECTED] Enviada em: quinta-feira, 6 de julho de 2006 01:13 Para: [email protected] Assunto: Digest Bib_virtual, volume 28, assunto 5 enviar inscrições da lista de discussão Send Bib_virtual para [email protected] Para se cadastrar ou descadastrar via WWW, visite o endereço https://listas.ibict.br/mailman/listinfo/bib_virtual ou, via email, envie uma mensagem com a palavra 'help' no assunto ou corpo da mensagem para [EMAIL PROTECTED] Você poderá entrar em contato com a pessoa que gerencia a lista pelo endereço [EMAIL PROTECTED] Quando responder, por favor edite sua linha Assunto assim ela será mais específica que "Re: Contents of Bib_virtual digest..." Tópicos de Hoje: 1. Re: conceito de publicação (Teresa Silva) 2. [OFF_TOPIC] Intercâmbio de países de língua portuguesa (Jonathan Pereira) 3. [BIB_NEWS] Creative Commons, os direitos autorais na era digital (Jonathan Pereira) 4. [OFF_TOPIC] "Wikipedia não é anarquia", diz fundador da enciclopédia (Jonathan Pereira) 5. [OFF_TOPIC] EUA abrem consulta pública para discutir fim de contrato com ICANN (Jonathan Pereira) 6. [BIB_NEWS] Capes lança base virtual com obras completas do século XVIII (Jonathan Pereira) ---------------------------------------------------------------------- Message: 1 Date: Wed, 5 Jul 2006 21:18:00 -0300 (ART) From: Teresa Silva <[EMAIL PROTECTED]> Subject: Re: [Bib_virtual] conceito de publicação To: Lista de Discussão e Divulgação sobre Bibliotecas e Informação Digital na Internet <[email protected]> Message-ID: <[EMAIL PROTECTED]> Content-Type: text/plain; charset=iso-8859-1 Prezada Maria Cristina Talvez do ponto de vista dos periódicos científicos, que exigem textos que nunca vieram a público, a divulgação por uma BDTD seja considerada publicação sim. Até mesmo uma coisa mais banal, como divulgar em um site pessoal, é considerado divulgação. Mudando um pouco o assunto, um concurso literário do O Globo ano passado desclassificou um candidato por que divulgou o conto com o qual concorria no seu site, quando o concurso exigia texto inédito. Nesse caso, as universidades não podem aguardar a publicação do artigo para incluí-lo na sua BDTD? Acho muito pertinente essa discussão, pelo seguinte: Como ficará o acesso ao artigo se, digamos, o periódico não estiver disponível? Se for um daqueles periódicos que não tem no portal CAPES, nenhuma biblioteca brasileira assina e o editor cobra uma nota por uma cópia de artigo? E quando a editora do periódico impõe a proibição de divulgação pelo autor após a publicação? Teresa Silva _______________________________________________________ Novidade no Yahoo! Mail: receba alertas de novas mensagens no seu celular. Registre seu aparelho agora! http://br.mobile.yahoo.com/mailalertas/ ------------------------------ Message: 2 Date: Thu, 6 Jul 2006 01:00:31 -0300 From: "Jonathan Pereira" <[EMAIL PROTECTED]> Subject: [Bib_virtual] [OFF_TOPIC] Intercâmbio de países de língua portuguesa To: "Grupo - Bib_virtual" <[email protected]> Message-ID: <[EMAIL PROTECTED]> Content-Type: text/plain; charset=WINDOWS-1252; format=flowed em Agência FAPESP <http://www.agencia.fapesp.br/> 5 julho 2006 O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) abriu seleção pública de propostas para o Programa de Cooperação em Matéria de Ciências Sociais para a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (Programa Ciências Sociais - CPLP). Os países participantes da CPLP são Brasil, Portugal, Angola, Moçambique, Cabo Verde, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe e Timor Leste. As propostas, para projetos de cooperação científica e tecnológica a serem desenvolvidos na área de ciências sociais no âmbito do programa, entre pesquisadores dos países participantes, podem ser enviadas até 28 de agosto. Segundo o CNPq, as propostas aprovadas serão financiadas com recursos no valor global de até R$ 400 mil. As modalidades de fomento são: apoio financeiro à realização de missões exploratórias, apoio financeiro a atividades de cooperação para a execução de projetos conjuntos I e apoio financeiro para a realização de eventos. Fonte: http://www.agencia.fapesp.br/boletim_dentro.php?data[id_materia_boletim]=5730 -- Jonathan Pereira oserbibliotecario.blogspot.com ------------------------------ Message: 3 Date: Thu, 6 Jul 2006 01:01:24 -0300 From: "Jonathan Pereira" <[EMAIL PROTECTED]> Subject: [Bib_virtual] [BIB_NEWS] Creative Commons, os direitos autorais na era digital To: "Grupo - Bib_virtual" <[email protected]> Message-ID: <[EMAIL PROTECTED]> Content-Type: text/plain; charset=ISO-8859-1; format=flowed Por *Diego Assis* em O Estado de S. Paulo <http://www.estado.com.br/> 3 junho 2006 Espécie de "segunda casa" do Creative Commons <http://creativecommons.org/>, o Brasil sediou, no penúltimo final de semana, o segundo encontro internacional dos líderes e simpatizantes do movimento, que militam por um direito autoral mais flexível e adequado aos tempos da internet e do remix. Idealizado há 5 anos pelo professor de Direito da Universidade Stanford Lawrence Lessig, o Creative Commons oferece ao autor um conjunto de licenças que permitem a ele "marcar" sua obra com certas liberdades combinadas - é permitido copiar e distribuir, por exemplo, mas não fazer uso comercial; ou ainda, é permitido copiar, distribuir e comercializar, mas esses mesmos direitos devem ser preservados na obra resultante. Como escreve Lessig em seu livro Cultura Livre, a bíblia do Creative Commons: trata-se de um modelo de "alguns direitos reservados" - um meio-termo entre o "todos os direitos reservados"do copyright tradicional e o "nenhum direito reservado" do copyleft. Entre uma palestra e outra - e bem antes de ser jogado na piscina do hotel Marriot de Copacabana ao final do evento - o professor teve a seguinte conversa com o Link: *Uma das principais discussões do encontro girou em torno da complexidade das licenças Creative Commons. Alguns sustentam que é necessário simplificá-las para atrair mais adeptos. Qual é a sua opinião sobre isso? * Eu adoraria que houvesse apenas uma ou duas licenças. Mas a realidade é que as pessoas têm desejos diferentes e, no lugar de dizer a elas como devem proceder, penso que, primeiro, é preciso trazê-las para um diálogo sobre liberdades usando as licenças Creative Commons. Depois, quando tivermos 1 bilhão ou 2 bilhões de obras licenciadas, poderemos conversar sobre como o fato de você ter escolhido uma licença não-derivativa está tornando seu trabalho inacessível para todas essas pessoas. Ou como o fato de ter escolhido a licença de compartilhamento também pode significar que outras pessoas não possam usar seu trabalho. *O número de obras licenciadas em Creative Commons já chega a 140 milhões na web. Qual é o impacto econômico que teremos com a flexibilização dos direitos autorais?* Acho que será enorme. E positivo. Pense sobre os modelos de copyright hoje. Eles aumentam dramaticamente o custo para que se usem os trabalhos - especialmente porque haverá advogados no meio. Se você reduz esse copyright apenas para aqueles trabalhos onde há um mercado comercial e deixa todo o resto em domínio público, então haverá diversos tipos de usos econômicos para eles, que não seriam possíveis no sistema existente. Você pode digitalizar filmes antigos, que não estão mais disponíveis, e torná-los acessíveis novamente, usá-los para educação. E isso você não pode fazer hoje. Os custos para liberar os direitos são muito altos. Os religiosos do copyright persuadiram o mundo de que, se aumentamos os direitos, nós aumentamos a propriedade. E isso é economicamente falso. O oposto é falso também. O que sempre compreendi como copyright é um equilíbrio útil, de bom senso. Em alguns momentos, aumentar os direitos na verdade prejudica a economia. *Organismos internacionais de comércio costumam ter uma posição muito dura quando o assunto é propriedade intelectual. Você vê alguma possibilidade de mudança ou flexibilização nesse campo?* Com certeza, sim. Principalmente por causa de países como Argentina, Brasil e Índia, que têm mostrado que é necesário fazer uma análise comercial antes de regular sobre qualquer coisa. E isso não é radical, é a coisa mais conservadora que você pode fazer! O impressionante sobre a Organização Mundial do Comércio (OMC) e a Organização Mundial da Propriedade Intelectual (WIPO, na sigla em inglês) é o quão distantes elas estão de princípios básicos de uma legislação sensível, de avaliar se uma regulação pode fazer mais bem do que mal à sociedade. O que está guiando a WIPO é o que move os países mais poderosos, e o que guia os países mais poderosos são pequenos interesses econômicos dos que querem continuar a lucrar com obras que têm 100 anos de idade. Eu não os culpo, é o trabalho deles fazer dinheiro, é isso que as empresas fazem. Mas o que questiono é o fato de os governos desses países serem tão irresponsáveis ao proteger o interesse deles contra o interesse público. A Disney ganha, o interesse público perde. *Como você avalia a aproximação recente de empresas como Microsoft, Google e Yahoo! ao movimento Creative Commons?* Eu quero que o Creative Commons se torne uma plataforma na qual todas essas companhias confiem. A Microsoft reconheceu sabiamente que, ao construir uma ferramenta que permite às pessoas marcarem suas obras com licenças Creative Commons, está apenas acrescentando valor ao seu produto. Ela é uma das primeiras que investiu recursos próprios para permitir que seus usuários usem nossas licenças em aplicativos de desktop (leia mais ao lado). O mesmo com Google e Yahoo!, que incluíram nos seus mecanismos de busca tecnologias que permitem encontrar arquivos e páginas licenciados em Creative Commons. De novo, isso apenas torna seus sistemas mais valiosos. E somos a favor disso. O que não faremos é entrar em parcerias comerciais com ninguém. Porque não somos uma entidade comercial e não vamos fazer acordos que comprometam o que é importante para a gente. O Creative Commons não é um movimento dedicado a destruir o copyright, mas um movimento dedicado a reconstruir o direito autoral para que ele faça mais sentido na era digital. *Quais são seus próximos planos pessoais? Já está escrevendo um próximo livro?* Sim. No ano que vem estarei em Berlim, sem lecionar, e terei tempo para trabalhar no próximo livro. O foco principal é naquilo que chamo de sociedades "read-write" e "read-only", conceitos tirados da tecnologia da computação. Uma sociedade "read-only" é aquela na qual as pessoas são apenas receptoras; "read-write" é aquela em que as pessoas recebem, criam e compartilham. Penso sobre isso em três áreas separadas: no comércio, na cultura e na política. O século 20 foi essencialmente o século do "read-only". É a imagem do sedentário assistindo à televisão. É o tempo da política do "broadcasting": em vez de mobilizar pessoas, como acontecia na época da política de partidos, são feitos comerciais de 30 segundos. Agora, a tecnologia está mudando isso. Com a emergência blogs, as pessoas estão se engajando novamente para agir, em vez de consumir. É a sociedade "read-write". Fonte: http://www.estado.com.br/suplementos/info/2006/07/03/info-1.93.8.20060703.3.1.xml -- Jonathan Pereira oserbibliotecario.blogspot.com ------------------------------ Message: 4 Date: Thu, 6 Jul 2006 01:02:06 -0300 From: "Jonathan Pereira" <[EMAIL PROTECTED]> Subject: [Bib_virtual] [OFF_TOPIC] "Wikipedia não é anarquia", diz fundador da enciclopédia To: "Grupo - Bib_virtual" <[email protected]> Message-ID: <[EMAIL PROTECTED]> Content-Type: text/plain; charset=ISO-8859-1; format=flowed Por *Sérgio Vinícius* em Folha Online <http://www.folha.com.br/> 1° junho 2006 Em maio deste ano, Jimmy Wales foi considerado pela revista "Time" uma das cem personalidades mais influentes do mundo, sendo um dos primeiros na lista de pessoas ligadas à ciência e à pesquisa. Essa fama é devida à sua criação mais popular, o portal Wikipédia <http://www.wikipedia.org/>, uma enciclopédia on-line livre e colaborativa, criada em janeiro de 2001. Todo o conteúdo da enciclopédia está licenciado sob Creative Commons, patente que permite aos usuários editar e alterar os verbetes. Ela tem mais de 3,5 milhões de artigos em 205 idiomas e dialetos. "O conteúdo pode ser editado e incluído por qualquer pessoa", diz Wales. "Mas há uma série de colaboradores que filtram cuidadosamente o que entra na página. Esse é nosso modo de tentar minimizar as falhas." Na semana passada, Wales veio pela segunda vez ao Brasil, para participar do iSummit, no Rio de Janeiro. Na ocasião, ele falou à Folha. Veja os principais trechos da entrevista. *FUTURO - *"De forma geral, é impossível fazer uma previsão específica sobre a Wikipédia. Entretanto, acredito que os próximos passos dirão respeito a um aumento considerável de conteúdo em línguas que são minoria hoje, como o chinês." *O FIM - *"Não acredito que um dia a Wikipédia estará completa. Ela não terá fim do ponto de vista de conteúdo, já que o conhecimento humano nunca terá fim. Assim, tanto o conhecimento quanto a Wikipédia estarão sempre crescendo." *MERITOCRACIA -* "As pessoas pensam que a Wikipédia é uma anarquia, mas a base dela é a meritocracia, na qual o conteúdo e as ações dos colaboradores mais confiáveis e ativos têm mais destaque que a de outros. Esse tipo de método é baseado em mérito. Trata-se de um sistema muito bom, e é, sim, hierarquizado. Esse é o modelo que a Wikipédia vai continuar trilhando, de acordo com as mudanças que estamos tendo de implantar aos poucos, para dar mais confiabilidade à enciclopédia." *CONHECIMENTO - *"Um dos maiores méritos da Wikipédia é ser feita por pessoas ao redor do mundo, com conhecimentos e vivências diferentes. Isso transforma um conhecimento específico em algo partilhado entre todos." *NUPEDIA - *"A principal diferença entre a Nupedia (projeto de enciclopédia de Wales, antecessor da Wikipédia) e a Wikipédia é a diversão. A Nupedia era um projeto sisudo, em que os artigos eram cuidadosamente revisados antes de ir ao ar. Já na Wikipédia há uma maior abertura para quem contribui com conteúdo. Todo o processo de contribuição com a Wikipédia é divertido,o que não ocorria com a Nupedia." Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u20270.shtml -- Jonathan Pereira oserbibliotecario.blogspot.com ------------------------------ Message: 5 Date: Thu, 6 Jul 2006 01:02:47 -0300 From: "Jonathan Pereira" <[EMAIL PROTECTED]> Subject: [Bib_virtual] [OFF_TOPIC] EUA abrem consulta pública para discutir fim de contrato com ICANN To: "Grupo - Bib_virtual" <[email protected]> Message-ID: <[EMAIL PROTECTED]> Content-Type: text/plain; charset=ISO-8859-1; format=flowed Por *Jeremy Kirk* em IDG Now! <http://www.idgnow.com.br/> 3 junho 2006 Uma divisão do Departamento de Comércio Norte-Americano está aceitando comentários sobre o destino do ICANN, organização que supervisiona os domínios de internet no mundo todo. A data final para comentários é sexta-feira (07/07), de acordo com a Administração Nacional de Informação e Telecomunicações <http://www.ntia.doc.gov/> (do inglês, NTIA), que começou a solicitar opiniões públicas em 7 de junho. O Governo dos Estados Unidos privatizou o ICANN <http://www.icann.org/> em 1997, uma organização sem fins lucrativos, e está pedindo maior participação internacional na formulação de políticas. Os comentários serão incorporados ao encontro que vai definir a transição do modelo de gestão do ICANN, marcado para o dia 26 de julho. O ICANN vem sendo criticado por estar sob o controle do governo norte-americano. O Departamento de Comércio tem acordos com o ICANN tem poder de veto sobre as decisões do órgão, em razão de um memorando de entendimento que expira em 30 de setembro. A posição do ICANN tanto pela administração da internet como por sua localização dentro da máquina federal norte-americano foi alvo de críticas. Os Estados Unidos, enquanto negociavam cooperação, mantiveram o seu papel na gestão da internet, citando a necessidade de estabilidade e segurança no comércio eletrônico. Em julho de 2005, os Estados Unidos disseram que não tomariam ações "que teriam o potencial para impactar a operação efetiva e eficiente para os provedores e que manterão, assim, seu papel histórico nas autorizações de mudanças e modificações para os arquivos dos servidores raiz de domínios". O ICANN administra 13 servidores raiz espalhados pelo mundo, que combinam nomes de domínios com endereços numéricos. O acordo também dá ao ICANN o poder de aprovar novos domínios de nível top, como o ".tel" aprovado em maio, e políticas técnicas cruciais aos funcionamento da internet. Opiniões publicadas no site da NTIS aparecem como parte de uma campanha semicoordenada com opiniões escritas à mão, com opiniões de usuários de países como Togo, Nigéria, Brasil, Marrocos e Haiti, entre outros. A maioria delas é a favor da criação de uma organização distante do governo norte-americano. "A melhor instituição seria uma fundação sem fins lucrativos controlada por órgãos sem ação de governos com o único interesse de manter o fluxo livre de informações", escreveu Thomas Doehne, morador do condado de Novato, na Califórnia. "Enquanto os Estados Unidos revisam seu contrato com o ICANN, o país deveria trabalhar ao lado de todos os acionistas do órgão para completar a transição para um Sistema de Nomes de Domínios (do inglês, DNS) independente do controle do governo", escreveu o francês Laurent Mellinger. Comentários podem ser enviados para o endereço [EMAIL PROTECTED] O departamento está publicando em tempo real os comentários no site da NTIA. Fonte: http://idgnow.uol.com.br/internet/2006/07/03/idgnoticia.2006-07-03.9830331141/IDGNoticia_view -- Jonathan Pereira oserbibliotecario.blogspot.com ------------------------------ Message: 6 Date: Thu, 6 Jul 2006 01:14:20 -0300 From: "Jonathan Pereira" <[EMAIL PROTECTED]> Subject: [Bib_virtual] [BIB_NEWS] Capes lança base virtual com obras completas do século XVIII To: "Grupo - Bib_virtual" <[email protected]> Message-ID: <[EMAIL PROTECTED]> Content-Type: text/plain; charset=ISO-8859-1; format=flowed em Informe Sergipe <http://www.informesergipe.com.br/> 29 junho 2006 Livros, ilustrações, revistas, cartuns, debates e idéias de importantes pensadores do século 18 poderão ser acessados pela comunidade acadêmica a partir desta quinta-feira, 29, por meio da internet. Obras de filósofos, como Emmanuel Kant, ou de cientistas políticos, como Adam Smith, estão disponíveis no Portal de Periódicos da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior <http://www.capes.gov.br/> (Capes/MEC). A Coleção Capes de Humanidades é constituída de 150 mil livros publicados no século 18. As obras são da Biblioteca Nacional Britânica <http://www.bl.uk/>, localizada em Londres, e foram digitalizadas por editora internacional para ser acessadas por meio eletrônico. São 33 milhões de páginas, com obras de literatura, artes, história, geografia, ciências sociais, religião, filosofia e medicina. O lançamento da coleção foi realizado na Academia Brasileira de Letras<http://www.academia.org.br/>(ABL), no Rio de Janeiro, na quarta-feira, 28. O vice-presidente da ABL, Cícero Sandroni, fez a abertura da cerimônia dando boas-vindas ao século 18. "Agora ficou mais fácil chegar lá", brincou. Para o acadêmico, a aquisição representa uma contribuição enorme para que os estudiosos estabeleçam uma ponte entre o passado e o futuro. O presidente em exercício da Capes, Renato Janine Ribeiro, ressaltou que a nova base do Portal de Periódicos <http://www.periodicos.capes.gov.br/>representa um investimento na educação e na pesquisa, que contribui para o desenvolvimento da sociedade brasileira. "É muito importante, porque estamos introduzindo um novo tipo de título que é o livro para a comunidade acadêmica", afirmou. A apresentação da base foi feita pelo diretor de Programas da Capes, José Fernandes de Lima, que destacou as facilidades de busca e a importância de encontrar os textos no idioma original. Os livros são apresentados em inglês, francês, alemão e latim. "Temos que aumentar a visibilidade internacional da produção acadêmica brasileira. Essa base irá contribuir para que estudantes e pesquisadores das ciências humanas consigam publicar mais artigos científicos", disse. A presidente da Comissão Brasileira de Bibliotecas Universitárias <http://www.bu.ufsc.br/cbbu> (CBBU), Sigrid Weiss Dutra, acrescentou que seria inviável reunir tal acervo de forma física. "As humanidades terão informação valiosa para ampliar seu desempenho." Da cerimônia participaram o diretor de Políticas de Educação Superior do MEC<http://www.mec.gov.br/>, Godofredo de Oliveira Neto; o vice-presidente da Academia Brasileira de Ciências <http://www.abc.org.br/>, Carlos Eduardo da Rocha Miranda; bibliotecárias, representantes de área da Capes, professores, pesquisadores e estudantes. Os usuários interessados em conhecer a base devem procurar as bibliotecas das universidades públicas e instituições privadas com cursos de pós-graduação avaliados com conceito igual ou acima de cinco. Para o doutor em filosofia e especialista em autores do século 18, Plínio Smith, a aquisição da base é fundamental para a área de ciências humanas porque faltam bibliotecas no Brasil. "O acesso à base muda o patamar da pesquisa em ciências humanas. Esses textos melhoram a qualidade da pesquisa", avalia. A Tolerância, Intolerância e Liberdade no Século 18 foi o tema de discussão escolhido pelo acadêmico Sérgio Paulo Rouanet e pelo diretor de Avaliação da Capes e filósofo, Renato Janine Ribeiro, para celebrar a nova base de informações científicas. O iluminismo na Revolução Francesa, a liberdade, idéias desenvolvidas por autores daquela época como Rousseau, Montesquieu, Voltaire, Locke, Diderot e D'Alembert fizeram parte da exposição dos dois estudiosos. A apresentação poderá ser acessada no sítio da Capes a partir da próxima semana. Fonte: http://www.informesergipe.com.br/pagina.php?sec=3&&rec=14052 -- Jonathan Pereira oserbibliotecario.blogspot.com ------------------------------ _______________________________________________ Bib_virtual mailing list [email protected] https://listas.ibict.br/mailman/listinfo/bib_virtual Fim da Digest Bib_virtual, volume 28, assunto 5 *********************************************** Esta mensagem pode conter informação confidencial e/ou privilegiada. Se você não for o destinatário ou a pessoa autorizada a receber esta mensagem, não pode usar, copiar ou divulgar as informações nela contidas ou tomar qualquer ação baseada nessas informações. Se você recebeu esta mensagem por engano, por favor avise imediatamente o remetente, respondendo o e-mail e em seguida apague-o. Agradecemos sua cooperação. This message may contain confidential and/or privileged information. If you are not the addressee or authorized to receive this for the addressee, you must not use, copy, disclose or take any action based on this message or any information herein. If you have received this message in error, please advise the sender immediately by reply e-mail and delete this message. Thank you for your cooperation. _______________________________________________ Bib_virtual mailing list [email protected] https://listas.ibict.br/mailman/listinfo/bib_virtual

