À amiga Célia,

Parabenizamos pela indicação para esse prestiogioso centro de pesquisa.
Colaboradora constante nas atividades da FEBAB e IFLA, com certeza estará
implementando importantes iniciativas para a Ciência da Informação no
país.

Marcia Rosetto
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> Celia Zaher  dirige o  Ibict no  Rio  de Janeiro
>
> Foi designada para coordenar o ensino e a
> pesquisa do IBICT no Rio a professora Celia
> Ribeiro Zaher  em substituição à  Dra. Maria
> Nelida Gomez. A professora Célia Zaher foi
> designada por portaria do MCT  nº 54/2007 de 31 de janeiro de 2007.
>
> A Celia Zaher possui graduação em Biblioteconomia
> pela Universidade Federal do Estado do Rio de
> Janeiro (1963) e doutorado em Direito do trabalho
> pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1967).
>
> Foi diretora do  IBBD (IBICT) e da Biblioteca
> Nacional.Em 1972, a doutora Zaher vinculou-se à
> Organização das Nações Unidas para a Educação, a
> Ciência e a Cultura (Unesco), em Paris, como
> diretora da Divisão para o Desenvolvimento da
> Documentação de Bibliotecas e Arquivos.
>
> Criadora do programa de pós graduação em ciência
> da informação  no Brasil,  o mestrado em
> 1970,  vale recordar  este ítem  sobre o início
> da posgraduação, em  entrevista dada a Rosali
> Fernandes e publicada na Revista Ciencia da informação Vol 24, número 1,
> 1995.
>
>
> Rosali – Em sua gestão como diretora do IBBD,
> hoje IBICT, no ano de 1970, que o curso foi
> criado. Gostaríamos que a senhora nos contasse um
> pouco das discussões, na época, sobre a concepção
> e estabelecimento de um curso de mestrado em
> ciência da informação no então IBBD, na década de
> 70, no Brasil. Qual era o ambiente para a criação do curso?
>
> Celia Zaher – Eu não diria que o ambiente fosse
> hostil. Ele não era favorável não só porque a
> universidade não havia aberto os braços para
> acolher essa idéia para as dificuldades que eu
> estava tendo de criação do curso, mas também
> porque não podia apresentar um quadro de
> professores dentro do próprio quadro de
> funcionários, que era também um handicap muito
> grande. E, quando levantei essa hipótese, dentro
> do próprio IBBD, os meus colegas foram muito
> contrários. Primeiro, porque ele devia ter a
> orientação principalmente de criar um impacto na
> formação em todo o Brasil. Havia a necessidade de
> se criar uma nova elite, que teria de ser de professores.
>
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