O DataGramaZero de ABRIL esta' disponível
" A sociedade da informação está limitada a um
avanço de novas técnicas devotadas para guardar,
recuperar e transferir a informação. A sociedade
da informação também agrega as redes de
informação, que são conformações com vigor
dinâmico para uma ação de geração de
conhecimento. A sociedade em rede permite
partilhar o saber para se ter uma sociedade do
conhecimento compartilhada, porque cada indivíduo
entra no universo tecnológico das redes
interligadas trazendo sua cultura, suas memórias
cognitivas e sua odisséia particular.
Os trechos mencionados fazem parte do artigo Uma
quase história da Ciência da Informação, abaixo indicado.
O DataGramazero de abril traz os seguintes artigos:
1 - Uma quase história da ciência da informação
por Aldo de Albuquerque Barreto
Resumo: O artigo conta a história da ciência da
informação na visão do autor. É uma versão
"aumentada" por superlinguagem do capítulo do
livro "Para entender a Ciência da informação"
publicado em início de 2008 pelada UFBA. Focaliza
nas redes de saber e tem no seu desenvolvimento o
fio condutor da narrativa. A rede do saber seria
sempre ilimitada, pois a sua estrutura é sempre
diferente da estrutura que era um momento antes e
a cada vez se pode percorrer o caminho segundo
trilhas diferentes. Acredito a área de ciência da
informação se reconstruí ao sabor das inovações
na tecnologia e prefiro sempre lidar com a sua
historiografia que com sua epistemologia. Assim,
contar a história de como se atuava no passado é
didático e fundamental para o entendimento da
evolução das práticas da área e para a formação dos seus profissionais.
2 - Tratamento informacional de imagens
artístico-pictóricas no contexto da Ciência da Informação
por Giovana Deliberali Maimone e Maria de Fátima Gonçalves Moreira Tálamo
Resumo: Apresenta referencial teórico da Ciência
da Informação em relação aos aspectos de
tratamento documentário, reconhecendo a
informação como elemento fundamental para a
geração de conhecimento, já que possibilita
disponibilizar os materiais a fim de torná-los
acessíveis aos usuários. Enfatiza-se este
processo voltando-o ao contexto imagético,
principalmente no que diz respeito às imagens
artístico-pictóricas (pinturas), revelando as
especificidades do material em questão e
analisando-as conjuntamente com os processos
oriundos do tratamento informacional.
Contextualiza-se a representação da informação
imagética a partir de importantes teóricos da
área, que retratam avanços neste campo de conhecimento.
3 - A Revanche do Hipertexto
por Nilton Bahlis dos Santos
Resumo: Ao coordenar 5.000 cientistas nos
esforços de guerra dos "Aliados na 2ª. guerra
mundial, Vannevar Bush percebeu a dificuldade de
trabalhar com o enorme volume de documentos que
abrangiam praticamente todas as disciplinas e boa
parte da produção teórica científica da época. A
solução apontada por Bush era o que chamamos de
Hipertexto, que viabilizaria associar idéias e
textos tal Como nós Pensamos. Mas as
tecnologias para realizar esta Utopia, ainda não
existiam. A tecnologia Wiki recupera a Utopia de
Vannevar Bush, promovendo a Revanche do
Hipertexto e superando a separação entre autor e leitor.
4 - Redes de Conhecimento
por Maria Inês Tomaél
Resumo: Os conceitos de maior relevância e os
principais modelos associados às redes de
conhecimentos são analisados com ênfase nas
diversas abordagens presentes na literatura. As
redes de conhecimento que têm a cooperação e a
interação como seus pontos de convergência são
examinadas com o propósito de identificar seus
elementos essenciais. A maior parte dos
argumentos encontrados está centrada na interação
entre atores que compartilham e constroem
conhecimentos, desenvolvendo idéias e processos
por meio do movimento de informações.
5 - O trabalho do bibliotecário e outros
profissionais da informação na organização e
projeto de espaços de informação digitais
por Sofia Galvão Baptista e Jose Juan Peon Espantoso
Resumo: As mudanças da empregabilidade na
sociedade da informação e o surgimento de novos
nichos de trabalho para o bibliotecário e outros
profissionais da área da informação. Nesse
contexto são discutidos o mercado de trabalho,
atividades informacionais, formação, habilidades
e outras qualificações requeridas para o
profissional que trabalha em um ambiente de arquitetura da informação.
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Ainda, no DZG de abril temos as recensões dos
livros "Para entender a Ciência da Informação" e
" O Presente do Fazedor de Machados".
A Coluna deste número discute o tema "O medo da
Informação" abordando os "desafios de permanência
da ciência da informação como campo de
conhecimento estabelecido. As tecnologias que
vieram com a Internet estão modificando e
transformando profundamente as atividades na
prática do cotidiano e em quase todas as áreas do saber"
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