Foi em março ao findar as chuvas na entrada do outono
Objetivos bem definidos de estudos norteiam todo o pensamento subseqüente de uma estruturação para uma área. Orientam sua pesquisa, o seu ensino, delimitam suas fronteiras, às inter-relações com outras disciplinas e o seu núcleo temático. Mas neste momento, devido a uma interação de tecnologia intensas com as ações e praticas da área, a ciência da informação redefine o conteúdo e a prioridade de seus objetivos continuamente. A teoria e os conceitos correm atrás das práticas.
A recepção positiva da informação sempre foi a finalização de um processo de aceitação da que transcende o seu uso, um ato de apropriação, uma percepção que atravessa visceralmente o sujeito na afetividade de uma conexão bem realizada. Este é o destino final e raro do fenômeno da informação ao criar condições modificadoras e inovadoras para o indivíduo e sua vivência. Fluxos apropriados pela consciência em um processo que se realiza no mais oculto de sua subjetividade.
O espaço público de troca de informações transfere sua força política cotidianamente; o espaço do conhecimento público se refugia em agregados inteligência além das artimanhas dos núcleos básicos de reflexão mantidos por cada campo para proteger uma ideologia conservadora de auto preservação.
A celebração da solidão individual está ampliada pelas facilidades de acesso às memórias eletrônicas e o receptor não aceita mais percorrer os caminhos mapeados por universos temáticos particularizados por uma ideologia dominante antiga. Há que se articular um comportamento novo da abrangência e limites da área de informação considerando uma nova visão de produção, distribuição e consumo de reflexões não convencionais hoje ditas marginais ao campo.
Como tratar da avaliação e acervação de milhões de blogs, documentos abertos que crescem semanalmente e que tratam do problema de informação. Como operar a questão do aprendizado contínuo, em instituições neo acadêmicas que se expandem dentro das empresas ativando regras próprias par formalizar este aprendizado. Só dois exemplos entre muitos.
Nesse contexto venho indicar duas teses que são apresentadas no IBICT- UFF, neste março ao findar das chuvas, quase à entrada do outono, quando a área, de sede requeimada,* quer apresentar novas reflexões: a primeira de doutorado foi defendida por Claudio Starec dia 05/03/09, " A Sociedade do Aprendizado: as novas fronteiras da informação e do conhecimento" disponível através de [[email protected]] e a segunda a ser apresentada em 19/03/2009, de mestrado discute "Emergência e Dinâmica Informacional na Blogosfera" pode ser obtida através de [[email protected]] .
Muitas teses estão sendo apresentadas neste março com orientação dos meus colegas do IBICT. Se venho eu indicar estas minhas duas finalizações é por uma condição de uma atividade que ora formalmente se finaliza, pois o tempo de uma tese supera a minha condição legal por compulsóriedade de estar executando tais serviços.
Aldo de Albuquerque Barreto * emprestado do Caçador de esmeraldas de Olovo Bilac
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