Desculpem, mas não vi nada pejorativo no texto. Acredito que há espaço e 
mercado de trabalho para todos os que se empenharem no exercício da profissão. 
Cursos técnicos são necessários em qualquer área, existem atividades 
operacionais que precisam desses técnicos para existirem. O futuro dos 
bacharéis não será comprometido, aliás, vejo que sobrará tempo para exercer 
atividades mais específicas e privilegiadas.

 Em tempo: falou mais alto minha formação técnica em contabilidade (não me 
troco por muitos bacharéis que conheci ao longo dos meus 20 anos de atividade). 
A Biblioteconomia vai me levar a alcançar melhores condições de trabalho, além 
de poder fazer algo com muita paixão!



Elvina Barbosa

"Sim, sei bem
Que nunca serei alguém.
Sei de sobra
Que nunca terei uma obra.
Sei, enfim,
Que nunca saberei de mim.
Sim, mas agora,
Enquanto dura esta hora,
Este luar, estes ramos,
Esta paz em que estamos,
Deixem-me crer
O que nunca poderei ser." Fernando Pessoa.



 



Date: Wed, 1 Apr 2009 07:26:38 -0700
From: [email protected]
To: [email protected]
CC: [email protected]; [email protected]
Subject: Re: [Bib_virtual] Senadora faz exposição prejudicial a bibliotecários





José Manoel.

A senadora propôs cursos técnicos para formar BIBLIOTECÁRIOS , não auxiliares. 
Aceitar essa afirmação passivamente consiste em concordar que nossa futura 
profissão seja reduzida a nível técnico. Logo, é necessário tomarmos 
providências e contactarmos os conselhos regionais.

Até.

Junio.

--- Em qua, 1/4/09, José Manoel Pereira Antunes <[email protected]> escreveu:

De: José Manoel Pereira Antunes <[email protected]>
Assunto: Re: [Bib_virtual] Senadora faz exposição prejudicial a bibliotecários
Para: [email protected]
Cc: "Bib" <[email protected]>, "Grupo de Biblioteconomia" 
<[email protected]>
Data: Quarta-feira, 1 de Abril de 2009, 11:13



Junio,
 
Também sou estudante de biblioteconomia e, apesar da lei que rege a nossa 
profissão, vejo com bons olhos a ampliação (pois já existem alguns cursos 
técnicos na área) de cursos técnicos de biblioteconomia, que precisarão de 
profissionais de nível superior (bibliotecários) para ministrar tais cursos.
 
Isso também trará uma melhoria para as bibliotecas, que ao invés de ter um 
trabalhador despreparado, poderá contar com um profissional mais simples, mas 
preparado para melhor atender o público e as necessidades informacionais dos 
usuários, possibilitando a otimização da visão que a população tem do 
bibliotecário, na verdade, do atendente da biblioteca.
 
Saudações
 
José Manoel


 
2009/4/1 Junio Martins <[email protected]>





Bom dia.

O Jornal do Senado (edução semanal de 31/03 a 05/04 de 2009) veiculou uma 
afirmação pejorativa da Senadora Marisa Serrano (PSDB-MS) sobre os 
bibliotecários e, como estudante de Biblioteconomia, fiquei chocado com isto:

" Marisa Serrano (PSDB-MS) cobrou apoio aos movimentos culturais da região de 
fronteira, aí incluído o seu estado, e pediu cursos técnicos para formação de 
bibliotecários em todo o país." (grifo meu)

A matéria na integra encontra-se abaixo e no link 
http://www.senado.gov.br/jornal/noticia.asp?codEditoria=2308&dataEdicaoVer=20090330&dataEdicaoAtual=20090401&nomeEditoria=Cultura&codNoticia=81616
  

Até.

Junio M. Lourenço


Cultura
Elogios e cobranças dos senadores
O ministro Juca Ferreira recebeu elogios pela nova proposta de lei de incentivo 
à cultura, mas também ouviu da CE cobranças para que o governo se empenhe mais 
em prestigiar manifestações artísticas regionais. A senadora Ideli Salvatti 
(PT-SC) cumprimentou Ferreira por "enfrentar a privatização" dos recursos, 
concentrados no Sul-Sudeste e em um pequeno número de produtores culturais.

Para Ideli, no setor cultural do Brasil prevalece o "dirigismo sob a ótica 
mercantil": empresas que não empregam recursos próprios – apenas os 
provenientes de renúncia fiscal – e decidem elas próprias onde aplicar os 
recursos, sem uma política cultural.

Gerson Camata (PMDB-ES) acha que a Lei Rouanet precisa ser alterada porque já 
"esgotou o seu papel". Um dos pontos do projeto mais elogiados foi o Vale 
Cultura, que permitirá maior acesso à cultura. Camata, como Ideli, condenou a 
centralização dos recursos destinados à cultura, principalmente no Rio de 
Janeiro e em São Paulo.

Depois de lamentar que a cultura fica sempre em segundo plano na elaboração do 
Orçamento, Marisa Serrano (PSDB-MS) cobrou apoio aos movimentos culturais da 
região de fronteira, aí incluído o seu estado, e pediu cursos técnicos para 
formação de bibliotecários em todo o país. Augusto Botelho (PT-RR) disse que as 
bibliotecas de seu estado têm estrutura precária e acabam afastando possíveis 
usuários. Romeu Tuma (PTB-SP) pediu a implantação de bibliotecas em favelas e 
bairros populares.

Roberto Cavalcanti (PRB-PB) pediu mais atenção aos movimentos culturais 
tradicionais do Nordeste, como os folguedos populares, esquecidos pelos grandes 
patrocinadores.




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