Oi, Lú.
Não queira ir a nenhuma programação das gurias porque é sempre furada. Nunca
consegui me divertir com elas nessas programações.
Ah. Segundo o e-mail que estou te enviando, somos a geração Y.
Beijos,
Fabi
--- Em seg, 14/12/09, Murilo Cunha <[email protected]> escreveu:
De: Murilo Cunha <[email protected]>
Assunto: [Bib_virtual] As gerações X, Y e Z
Para: "bib_virtual IBICT" <[email protected]>
Data: Segunda-feira, 14 de Dezembro de 2009, 18:20
Fonte: Folha de S. Paulo. Data: 14/12/2009.
Autor: Ronaldo Lemos.
Rupert Murdoch está preocupado com o Google. O magnata da mídia, dono da
News Corp. (que inclui a Fox, o seriado "House" e o "Wall Street Journal"),
acha que o site de buscas está competindo de maneira indevida com ele. Isso
porque o Google exibe, nos resultados de pesquisa, notícias produzidas por
vários grupos de mídia (como a Fox) sem ter uma política de remuneração bem
definida para isso.
A questão é complexa e merece uma discussão bem maior do que o espaço desta
coluna.
Por ora, quero falar de uma outra preocupação que deveria estar no radar do
sr. Murdoch. Trata-se da chegada da galera chamada de geração Z. São as
crianças e agora pré-adolescentes que nasceram a partir de 1995.
Obviamente, não dá para saber ainda características definidas. Mas indícios
mostram que essa geração promete virar de cabeça para baixo sua relação com
a mídia.
Veja, por exemplo, a comunidade Creche e Escola Fake ("CEF" para os íntimos)
no Orkut. Frequentada principalmente por crianças de 8 a 12 anos, ela é uma
amostra das possibilidades (e problemas) que essa nova geração vai nos
colocar. São hoje mais de 95 mil membros.
A comunidade funciona como uma espécie de novela escrita coletivamente. As
crianças pegam fotos de bebês e de outras crianças que encontram na internet
(de preferência bebês fofos de origem nórdica), criam perfis falsos e
começam a inventar histórias para os "fakes".
A coisa é complexa, especialmente porque as narrativas evoluem (as crianças
crescem, namoram, casam) e estão todas entrelaçadas. É como brincar de
casinha, mas elevado à infinita potência. Há desde concursos de popularidade
entre os "fakes" e os "offos" e as "offas" (as pessoas reais por trás dos
perfis "fake") até programas de rádio com as últimas notícias.
A geração Y, hoje com 30 e poucos anos, conseguiu fazer coisas incríveis na
rede, como a Wikipedia. Mas essa geração falhou em construir coletivamente
narrativas estáveis e contínuas que pudessem abranger centenas de milhares
de pessoas. Ao que tudo indica essa é uma tarefa que a geração Z faz sem
pensar muito. E, com isso, pode contribuir para redefinir a mídia estilo
Murdoch.
Monitor
Já era:Geração X (nascida entre 1966 e 1976) no centro das atenções
Já é:Geração Y (nascida entre 1977 e 1994)
Já vem: Geração Z (nascida entre 1995 e 2012)
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Prof. Murilo Bastos da Cunha, Ph. D.
Universidade de Brasília/Dept. Ciência da Informação e Documentação
Campus Universitário
Brasília, DF 70900-910 Brasil
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