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Viva!
Mais uma vez respondo
localmente.
Agrade�o que me retifiquem
caso eu d� alguma informa��o desactualizada, mas desde que me fa�am chegar a
informa��o e a sua respectiva fonte.
- ************************************************************* Fernando De Matos: [EMAIL PROTECTED] [EMAIL PROTECTED] [EMAIL PROTECTED] ICQ#26750912 [EMAIL PROTECTED] Centro Latino-Americano de Parapsicologia - Portugal� http://www.terravista.pt/Mussulo/1287/ ************************************************************* ----- Mensagem original -----
De: "Erasmo Miessa Ruiz" <[EMAIL PROTECTED]>
Para: <[EMAIL PROTECTED]>
Enviado: Domingo, 2 de Abril de 2000
17:41
Assunto: Re: [CLAP-PT] ora��o
> Ola membros da
lista!
> > Gostaria de expressar meu ponto de vista em rela��o a ora��o. Sinceramente, > n�o vejo novidade alguma nisso. Na verdade a ora��o pode "curar" aqueles que > acreditam no seu poder curador. N�o precisamos recorrer a uma divindade qualquer > que explique as transforma��es org�nicas ocorridas depois das "ora��es". De > fato, o que parece ser evidente � um fen�meno psicossom�tico ha muito descrito > pela farmaclogia e que se chama "efeito placebo". Parece-me excessivamente > especulativo a ressurrei��o de entidades quaisquer para explicar tais fen�menos. A novidade encontra-se
precisamente na acuidade dos investigadores para evitar precisamente o efeito
placebo... De outro modo como iriam investigar o poder da ora��o, ou para que
quer que serviria esse trabalho (deste modo mal feito se desse modo n�o fosse)?
Ou seja, tornear por um lado a cren�a, por outro, num outro grupo, acentu�-la...
e sem que estejam essas pessoas oradoras por perto.
Os resultados,
mesmo inferiores a este �ltimo grupo, foram acima do esperado. Portanto, que cada um tire as
conclus�es que quiser.
Se � ou n�o Deus, ou o que quer que seja
ressurreicivo, que explica��o lhes dar�o, mesmo quando as pessoas n�o t�m
vontade de viver e o sucesso ocorre acima do esperado?
O que n�o se
compreende muito bem � por que n�o funciona do mesmo modo para o mal,
excepto quando, como o amigo muito bem disse, a pessoa acredita que lhe est�o a
fazer mal. Aqui o efeito placebo � bem acentuado, pois mal algum, ritual ou
ora��o � feito, sen�o mesmo somente o acreditar da pessoa nessa
ideia. > Da mesma forma ir atr�s das evid�ncias dos milagres de Jesus quando a pr�pria > figura hist�rica do mesmo ainda n�o est';a claramente demarcada pode fazer a > parapsicologia regredir aos tempos do mesmerismo. N�o que essas coisas > efetivamentre n�o possam ter ocorrido mas os tais testemunhos, baseados nos > evangelhos, n�o s�o muito confi�veis enquanto fontes hist�ricas. Aqui
voltamos � quest�o do conhecimento... At� que ponto sabe dos estudos que foram
feitos at� muito recentemente?... Refiro-me ao sud�rio. N�o se pode afirmar
categoricamente a 100%: � mesmo do JC. Mas pode-se muito bem dizer que a
probabilidade de ser o JC � enorm�ssima, perto dos 100%, com um
desvio-padr�o m�nimo, com um n�vel de confian�a normal, aceit�vel. � s� estudar
o assunto e n�o precisa de ser crente. Pelo contr�rio, at� valoriza, pois
far-se-� muito mais isento...
> Sauda��es a todos > > Erasmo Ruiz > > p.s. Pedindo perd�o para a falta de polidez, devo apresentar-me. Sou psic�logo e > professor universit�rio em Fortaleza. Nas horas vagas leio um pouco sobre > parapsicologia. Atualmente reelizao pesquisas na �rea de tanatologia estudando > as representa��es das pessoas sobre a morte e o morre(nte), particularmente, de > trabalhadores que lidam diretamente com a morte (coveiros, m�dicos legais, > auxiliares de funer�rias, m�dicos e enfermeiras de hospitais oncol�gicos etc). > Tenho 37 anos e o meu maior desafio � educar e cuidar do meu filho Victor, um > garotinho travesso de 6 anos. �ptimo. Quando
puder tecer algumas considera��es sobre o assunto (da tanatologia),
agradecemos.
J� agora,
talvez me possa esclarecer dois pontos,
1) a
pessoa antes de "morrer" tem um peso, quando "morre", quando d� o �ltimo
suspiro:
a) fica
com o mesmo peso;
b) o
peso a menos � proporcional ao ar expelido;
c) o
peso a menos n�o se justifica;
d) fica
com peso a mais;
e) outra
(por favor esclare�a).
2) Em
termos de segrega��es odor�ficas, preserva��o do corpo ou de algumas das suas
partes (incorrup��o verdadeira), o que � que pode dizer a respeito?
E, me perdoe
mais algumas quest�es, j� elaborou algum livro sobre o assunto? Em termos,
psicol�gicos, sociais, culturais... como um historial generalizado do morrente
(por poss�veis tra�os comuns a todos)?... N�o seria �ptimo considerar um
trabalho destes? Qui��, at� para um doutoramento.
Seja bem
sucedido em todos os campos, em particular com o seu
filho.
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- [CLAP-PT] ora��o geraldo santos
- Re: [CLAP-PT] ora��o Erasmo Miessa Ruiz
- Re: [CLAP-PT] Re: ora��o Fernando De Matos
- Re: [CLAP-PT] Re: ora��o Erasmo Miessa Ruiz
