Viva!
 
Mais uma vez respondo localmente.
 
Agrade�o que me retifiquem caso eu d� alguma informa��o desactualizada, mas desde que me fa�am chegar a informa��o e a sua respectiva fonte.

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Fernando De Matos:

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Centro Latino-Americano de Parapsicologia - Portugal�

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----- Mensagem original -----
De: "Erasmo Miessa Ruiz" <[EMAIL PROTECTED]>
Enviado: Domingo, 2 de Abril de 2000 17:41
Assunto: Re: [CLAP-PT] ora��o

>     Ola membros da lista!
>
>     Gostaria de expressar meu ponto de vista em rela��o a ora��o. Sinceramente,
> n�o vejo novidade alguma nisso. Na verdade a ora��o pode "curar" aqueles que
> acreditam no seu poder curador. N�o precisamos recorrer a uma divindade qualquer
> que explique as transforma��es org�nicas ocorridas depois das "ora��es". De
> fato, o que parece ser evidente � um fen�meno psicossom�tico ha muito descrito
> pela farmaclogia e que se chama "efeito placebo". Parece-me excessivamente
> especulativo a ressurrei��o de entidades quaisquer para explicar tais fen�menos.
 
A novidade encontra-se precisamente na acuidade dos investigadores para evitar precisamente o efeito placebo... De outro modo como iriam investigar o poder da ora��o, ou para que quer que serviria esse trabalho (deste modo mal feito se desse modo n�o fosse)? Ou seja, tornear por um lado a cren�a, por outro, num outro grupo, acentu�-la... e sem que estejam essas pessoas oradoras por perto.
Os resultados, mesmo inferiores a este �ltimo grupo, foram acima do esperado. Portanto, que cada um tire as conclus�es que quiser.
 
Se � ou n�o Deus, ou o que quer que seja ressurreicivo, que explica��o lhes dar�o, mesmo quando as pessoas n�o t�m vontade de viver e o sucesso ocorre acima do esperado?
 
O que n�o se compreende muito bem � por que n�o funciona do mesmo modo para o mal, excepto quando, como o amigo muito bem disse, a pessoa acredita que lhe est�o a fazer mal. Aqui o efeito placebo � bem acentuado, pois mal algum, ritual ou ora��o � feito, sen�o mesmo somente o acreditar da pessoa nessa ideia.

> Da mesma forma ir atr�s das evid�ncias dos milagres de Jesus quando a pr�pria
> figura hist�rica do mesmo ainda n�o est';a claramente demarcada pode fazer a
> parapsicologia regredir aos tempos do mesmerismo. N�o que essas coisas
> efetivamentre n�o possam ter ocorrido mas os tais testemunhos, baseados nos
> evangelhos, n�o s�o muito confi�veis enquanto fontes hist�ricas.
 
Aqui voltamos � quest�o do conhecimento... At� que ponto sabe dos estudos que foram feitos at� muito recentemente?... Refiro-me ao sud�rio. N�o se pode afirmar categoricamente a 100%: � mesmo do JC. Mas pode-se muito bem dizer que a probabilidade de ser o JC � enorm�ssima, perto dos 100%, com um desvio-padr�o m�nimo, com um n�vel de confian�a normal, aceit�vel. � s� estudar o assunto e n�o precisa de ser crente. Pelo contr�rio, at� valoriza, pois far-se-� muito mais isento...
 
> Sauda��es a todos
>
> Erasmo Ruiz
>
> p.s. Pedindo perd�o para a falta de polidez, devo apresentar-me. Sou psic�logo e
> professor universit�rio em Fortaleza. Nas horas vagas leio um pouco sobre
> parapsicologia. Atualmente reelizao pesquisas na �rea de tanatologia estudando
> as representa��es das pessoas sobre a morte e o morre(nte), particularmente, de
> trabalhadores que lidam diretamente com a morte (coveiros, m�dicos legais,
> auxiliares de funer�rias, m�dicos e enfermeiras de hospitais oncol�gicos etc).
> Tenho 37 anos e o meu maior desafio � educar e cuidar do meu filho Victor,  um
> garotinho travesso de 6 anos.
 
�ptimo. Quando puder tecer algumas considera��es sobre o assunto (da tanatologia), agradecemos.
 
J� agora, talvez me possa esclarecer dois pontos,
 
 1) a pessoa antes de "morrer" tem um peso, quando "morre", quando d� o �ltimo suspiro:
 
 a) fica com o mesmo peso;
 b) o peso a menos � proporcional ao ar expelido;
 c) o peso a menos n�o se justifica;
 d) fica com peso a mais;
 e) outra (por favor esclare�a).
 
 2) Em termos de segrega��es odor�ficas, preserva��o do corpo ou de algumas das suas partes (incorrup��o verdadeira), o que � que pode dizer a respeito?
 
E, me perdoe mais algumas quest�es, j� elaborou algum livro sobre o assunto? Em termos, psicol�gicos, sociais, culturais... como um historial generalizado do morrente (por poss�veis tra�os comuns a todos)?... N�o seria �ptimo considerar um trabalho destes? Qui��, at� para um doutoramento.
 
Seja bem sucedido em todos os campos, em particular com o seu filho.

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