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Viva!
Os extractos
b�blicos referem-se � consulta de pitonisas, necromantes, adivinhos,
m�diuns, esp�ritos, etc. Em que a passagem de Sa�l n�o foge � regra, com o
ir-se consultar a uma pitonisa de Endor. � um bom exemplo do que hoje em
dia, de algum modo, ainda se torna recorrente, infelizmente. E � com base nisto
que eu vou responder.
Sa�l j� se encontrava
transtornado...
Como todo o mundo que se
encontra nestas circunst�ncias ca�ticas, toda a resolu��o que � tomada nestas
condi��es t�m resultados ca�ticos. E o tal costume de se dizer
"se bem n�o fizer, mal n�o far�", erro crasso, exemplo do senso comum, pois
faz p�ssimamente mal!...
E como quem estuda
Parapsicologia sabe, quem quer que seja o medianeiro � realmente medianeiro
n�o dos mortos mas dos vivos.
Por qu� isto? Muito simples.
As pessoas t�m dificuldades, umas mais do que outras, talvez mais por estarem
envolvidas em problemas, e/ou de algum modo se recusam aceitar determinados
resultados ou a v�-los, ordenam ao inconsciente (mesmo sem se aperceberem) a
cria��o de bloqueios. Deste modo, a informa��o n�o sobe ou o consciente n�o tem
acesso � informa��o de forma directa.
� a partir daqui, da forma
indirecta, que entram em ac��o os medianeiros dos pr�prios vivos, pois � mais
f�cil e acess�vel a uma informa��o inconsciente do que � que se encontra no
consciente. Nada de novo a eles � dito, que eles j� n�o o saibam,
portanto.
Neste epis�dio, de Sa�l, a
pitonisa cede a sua energia som�tica � prosopopeia dele, por transe, atrav�s da
Psicobulia sugestiva. Dessa forma, pela intelig�ncia do inconsciente dela, a
Telergia cria atrav�s da Ectoplasmia uma Fantasmog�nese de Samuel, que age e
fala com os comandos inconscientes da pitonisa em transe e que esta capta da
mente de Sa�l, (por Hiperestesia, devido acuidade dos sentidos neste estado
alterado de consci�ncia, ou mesmo por telepatia...) do seu drama, do seu
acreditar, do que ele realmente pensa de si mesmo, da sua autocondena��o
(podendo ocorrer pr�cogni��es)... Pois ele sabia que pela Lei era um crime o que
estava a fazer e, na sua ang�stia, adensa mais as suas preocupa��es, os
seus temores e as suas autopuni��es... que o levam precisamente... aonde ele
queria, pelo seu acreditar, pela sua cren�a, por se ter ca�do na desgra�a de si
mesmo... Deus n�o condena ningu�m.
Para al�m do que aqui se
encontra citado, referido a Sa�l, devo acrescentar que hoje o
problema engloba tamb�m a cariz de depend�ncia psicol�gica destes m�diuns,
ou astr�logos e outros manci�logos, que n�o solucionam nada, pelo contr�rio, d�o
continuidade �s cadeias dos problemas, alimentando-os, muitas vezes n�o s� em
termos psicol�gicos mas tamb�m econ�mico-financeiros, por explora��o enganosa
dos seus consulentes, tanto consciente como inconscientemente...
Do ponto de vista
da PSICOHIGIENE, tanto destes "m�diuns" como de
quem os consulta, de todo o mundo em geral, existe ainda hoje uma certa
dificuldade de explicar que todo o tipo de fen�menos parapsicol�gicos, de uma
maneira generalizada, podem trazer transtornos de personalidade e disfun��es
f�sicas, al�m que tudo o que � SUPERSTI��O, sobra, est� a
mais na nossa vida.
O que hoje achamos serem
normas de vida habituais, como por exemplo, lavar as m�os antes de comer, faz-se
de facto por uma quest�o de higiene, porque sabemos que a falta da mesma nos
pode trazer problemas de sa�de, como nos diz a Medicina. E � sobejamente sabido
que esta aumenta diariamente os conhecimentos. Dedicar-se a pr�ticas sectaristas
tipo ocultistas, esp�ritas e afins, � anti-higi�nico, psicologicamente
falando.
O ser humano deve
funcionar conscientemente. Quando o
INCONSCIENTE comanda,
d�-se um desequil�brio ps�quico. A nossa mente � compar�vel a um suporte de
l�mpada e l�mpada para uma energia el�ctrica de 220 volts. Se lhe metemos
uma energia de 1.100 volts, tudo fica queimado, o suporte e a l�mpada. S�o os
factos que nos dizem que estas pr�ticas nunca podem ser uma terapia, pois
"terapia", quer dizer cura e utilizar pr�ticas que fomentam a actividade do
INCONSCIENTE em detrimento
do consciente, consequentemente supersticiosas em supostas curas, � abrir o
caminho a mais doen�as psicol�gicas.
Insisto no perigo de fomentar os fen�menos parapsicol�gicos �
um atentado � sa�de e inclusive � sobreviv�ncia humana, segundo Tyrrel,
presidente da Sociedade de Investiga��es Parapsicol�gicas de Londres, por causa
do perigo de cont�gio ps�quico ser enorme, podendo ocasionar os fen�menos
parapsicol�gicos uma verdadeira epidemia ps�quica, se fomentados, em vez de
sanados, por exemplo.
E se algu�m se curou
neste tipo de meios, n�o foi gra�as a curandeiros, t�o pouco a esp�ritos,
m�diuns, etc, mas � pr�pria pessoa que se autocurou, exceptuando em casos
como os Milagres... Tudo em conson�ncia com o que a Parapsicologia divulga,
um fac-s�mile do que JC disse: foi a tua f� que te curou.
- ************************************************************* Fernando De Matos: [EMAIL PROTECTED] [EMAIL PROTECTED] [EMAIL PROTECTED] ICQ#26750912 [EMAIL PROTECTED] Centro Latino-Americano de Parapsicologia - Portugal� http://www.terravista.pt/Mussulo/1287/ *************************************************************
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