Hoje, o Pde Quevedo enviou este texto para o site http://www.catolicanet.com.br o qual repasso para a lista.
Abra�os � todos
Aristides
 
Padre Quevedo: Recupera��o dos ossos inteiros das duas pernas

S�o Paulo, 25/4/2001 - 10:13

    Este � apenas um dos muitos milagres de recupera��o �ssea inst�ntanea registrados na hist�ria:
    - O fato foi testemunhado, no processo de canoniza��o de S�o Jos� de Leonessa, pelo pr�prio m�dico que o verificara, e mais de seis outras testemunhas oculares. Mais outro m�dico, entre outras numerosas testemunhas, juraram ter ouvido as testemunhas oculares.
    Dona Clara Cricchi Dionisi declarou no processo ser ela mesma a m�e da crian�a: "Era seu quarto filho. Os tr�s primeiros nasceram saud�veis, mas no quarto filho, Jos�, logo que nasceu ap�s um parto dif�cil, verifiquei, e a parteira comigo, que n�o tinha qualquer for�a nas pernas. Porque na metade inferior do corpo, desde o quadril, percebia-se que na coxa, na perna e no p� n�o tinha osso nem algo consistente". O dr Herculano Ercolari, primeiro cirurgi�o de Leonessa (Abr�zios, It�lia), analisou conscienciosamente o menino e por fim confirmou para a desolada m�e o duro diagn�stico: "Que quer que fa�a � criancinha? N�o percebe que a parte infeiror do corpo n�o tem ossos, nem consist�ncia, nem for�a?. N�o posso receitar nada, pois para este caso, os medicamentos n�o fazem nada."
    Dois anos mais tarde, o dr. Jacinto Ercolari, tamb�m cirurgi�o, filho do dr. Herculano ent�o j� falecido, viajou para interessar-se pelo caso do menino aleijado. "Po-lo ao colo e apalpou-o uma e outra vez.. depois pegou-o pelas coxas, e em seguida a crian�a se dobrou como se fosse de massa e (o m�dico) mostrou-me que na coxa, nas pernas e nos p�s n�o existia absolutamente nada que oferecesse resist�ncia; dobrou os membros, retorceu-os, enrolou-os juntos um ao lado do outro como se amarrota um len�o. Terminou dizendo que era imposs�vel que o meu filho se curasse. N�o havia processo de lhe fazer crescer os ossos que n�o existiam".
    O Dr. Jacinto acrescenta no processo: "� vista aparecia uma continuidade pura e simples da carne. N�o tinha ossos, embora externamente parecessem indicados e os membros estivessem formados e configurados". E completa o Padre Francisco Rossi: "Sem qualquer coisa dura, mesmo sem nervos e cartilagens que poderiam ao menos, vir a ser um in�cio da forma��o de ossos, conforme o cirurgi�o Jacinto Rossi me disse. "Ali s� havia" - como precisa o c�nego Aluisio Carocci da Colegiata de Leonessa- "uma por��o de carne sem ossos e suceptivel de se enovelar".
    Continua a m�e: "Comecei logo a invoc�-lo a S�o Jos� de Leonessa, tanto em casa como na Igreja , onde se rende culto ao seu vener�vel corpo". Por fim j� n�o era capaz de aguentar a minha tristeza e as incrimina��es de meu marido. Peguei a crian�a e levei-a sozinha, porque me envergonhava a igreja ao t�mulo do santo quando l� n�o havia ningu�m, e coloquei-a sobre o altar. No domingo e tamb�m na segunda feira de P�scoa de 1739. A minha prece n�o foi escutada. Na ter�a feira de P�scoa fiz a mesma coisa: coloquei-o outra vez sobre o altar. Ajoelhei-me perante o corpo do santo e disse: A� o tem S�o Jos� , tomai-o morto ou curai-o, porque eu j� n�o mais o quero assim. Depois dessas palavras fui para a porta da Igreja. Deixara o menino sobre o altar com a inten��o de abandon�-lo l�, mas eis que o ou�o chorar e com receio de que alguma coisa pior lhe estivesse acontecendo, voltei sobre meus passos, ajoelhei-me sobre o altar e rezei a S�o Jos� com mais fervor ainda. E ent�o v� meu filho que do altar me estendia um p� que antes nunca pudera mover-se. Desci de l�, segurei-o como sempre debaixo dos bra�o mas vi muito bem que ele apoiava prefeitamente os p�s sobre os degraus do altar enquanto com uma das m�ozinhas se agarrava ao meu vestido.
    Estourando de alegria, abracei-me a ele. Agradeci a S�o Jos� este grand�ssimo Milagre e fui correndo para casa para mostr�-lo ao meu marido dizendo: "Tens de fazer uns sapatos a este menino pois S�o Jos� o curou por completo como v�s. E comigo tamb�m ele chorou de alegria.
    O meu marido que � sapateiro fez-lhe os sapatos. E desde ent�o sempre a crian�a andou e anda livremente. � bonito e forte como todos v�em.
    No dia seguinte, quarta feira de P�scoa, peguei meu filho Jos� e ele caminhou at� a casa do meu cunhado Jo�o Crisostomo. Admirou-se este ao ver o pequeno como tamb�m o padre Francisco Rossi, capuchinho, que estava presente e o vira muitas vezes aleijado.
    Alguns dias depois, a senhora Clara Cricci Dionisi e seu marido Marco Dionisi receberam a visita do cirurgi�o Dr. Jacinto Ercolani, o mesmo que desenganara o menino Jos� como incur�vel. Verificou uma e outra vez que Jos� tinha todos os ossos que antes faltavam completamente nos p�s nas pernas e nas coxas. Sem sair de sua admira��o, o m�dico viu a crian�a caminhar de um lado para o outro sem a m�nima dificuldade. O m�dico garantiu e em toda Leonessa e seus arredores falou-se daquele verdadeiro e indubit�vel Milagre.


Fonte: Oscar G. Quevedo S.J. (Padre Quevedo) - CLAP

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