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Viva!
A todos os presentes da lista, lamento o facto do
sil�ncio ter por aqui perpassado. Da parte que me toca, foi um pouco de f�rias e
um arrumo de vida que me for�ou a esta aus�ncia. Embora tenha-me esfor�ado, n�o
foi o suficiente, mas espero que tenha sido para preparar este
rein�cio.
Assim, sa�do a todos que persistiram na lista,
mesmo com ela em sil�ncio, pois a partir deste momento podemos retomar um outro
tipo de sil�ncio, um sil�ncio de "escuta", introspec��o, para depois ser activo,
comunicando-nos por aqui.
Deste modo, retomo um tema de curiosidades, de
divulga��o daqui e do que por outras listas se faz passar, visto que se tem de
fazer render o tempo. Assim:
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Hoje em dia, a maioria dos estudiosos
dos fen�menos parapsicol�gicos e
psico-espirituais admite que
o espiritismo nasceu de uma fraude,
ou seja, das supostas comunica��es medi�nicas
das irm�s Fox, nos EUA, no s�culo
19.
O espiritismo gerou muitos modismos,
tais como a comunica��o com os mortos
por batidas codificadas nas paredes e
m�veis ("raps"), as reuni�es
sociais de mesas girantes
e as
experi�ncias com as t�buas Ouija. Mas o
modismo mais curioso foi o das fotografias
de esp�ritos. No s�culo 19 muitas fam�lias
pagaram para obter fotos ao lado de
entes queridos j� falecidos. William H. Mumler
foi um dos mais c�lebres promotores
das fotografias de esp�ritos, mas acabou sendo
desmascarado.
Quem se interessa pelo estudo dos
prim�rdios do espiritismo e do surgimento
da moda das fotografias de esp�ritos deve
visitar o site do Photography Museum
em:
Algumas das imagens, exibidas com �ptima
resolu��o,
s�o pouco conhecidas. Vale a pena.
Fonte:ABP News por Philippe Piet van Putten
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Como remate final:
Realmente a Parapsicologia surgiu a partir de aberra��es, onde a fraude era
comum, usual, quando o funcionalismo parapsicol�gico deixava de actuar, nos
casos em que realmente eram verdadeiros, por causa do egocentrismo megal�mano
e/ou de interesses escusos nesse meio na �poca (p. ex. pol�ticas, economia,
aspectos sociais de entretenimento) e que, de uma maneira ou de outra, ou de
ambas, ainda persiste.
Psi-Sauda��es.
Fernando De
Matos |
