Quando um emérito fala, prestem atenção! -)
Jonathan

2009/9/1 Peter P. Lupo <[email protected]>

> Valeu pelo endorsement. :-)
>
> Abraço!
>
> Peter P. Lupo
> Undergraduating in Computer Science DCC/UFRJ
> MPS.BR Authorized Implementation Practitioner
> Sun Certified Java Associate
> http://sites.google.com/site/pplupo
> Cell. +55 (021) 81742487
>
>
> 2009/9/1 Leonardo Borba <[email protected]>
>
> Hehehhe, uma bela dissertação de como saber escrever um codigo fonte....
>> Congratulations!
>>
>> PS.: por experiencia propria, Peter esta coberto de razao.
>>
>> 2009/9/1 Peter P. Lupo <[email protected]>
>>
>> Gente, eu não soube de nenhuma discussão a este respeito na monitoria mas
>>> deixar o código em inglês me parece ser irrelevante. Inclusive aconselho que
>>> vcs se acostumem a programar em inglês. Muitos códigos que vcs vão ver (a
>>> maioria) será em inglês, alguns projetos onde vcs vão trabalhar (mesmo em
>>> empresas brasileiras) serão em inglês por questões de uniformidade (a API
>>> está em inglês, assim como algumas regras de padrão de nomenclatura que vcs
>>> vão ver) e é muito possível que vcs venham a trabalhar fora do país ou em
>>> empresas estrangeiras ou em empresas prestando serviço para empresas
>>> estrangeiras ou com equipes mistas, com pessoas de diferentes nacionalidades
>>> (pra quem acha que é muito raro, eu mesmo já vivi algumas destas
>>> experiências).
>>> Isto se não resolverem contribuir pra algum projeto open source.
>>>
>>> Quanto a comentários, é MUITO importante que seu código seja
>>> compreensível, não só por quem vai corrigir, mas por vc mesmo no futuro ou
>>> por pessoas que trabalham com vc ou trabalharão no projeto que vc
>>> desenvolveu um dia.
>>>
>>> Como regra, eu adoto a política de tentar fazer um código tão claro que
>>> dispense comentários. Só quando isto não é possível por uma idiossincrasia
>>> da vida que eu comento e tento ser o mais explicativo possível.
>>>
>>> "Vc pode ter um código tão simples que obviamente não tem erros ou tão
>>> complicado que não tem erros óbvios." -Não lembro o autor.
>>>
>>> Reparem, por exemplo, neste trecho fictício:
>>>
>>> if ((e1.comparaMaior(e2) || e1.vazio()) && (e2 != null)) {
>>>      fazerAlgo();
>>> }
>>>
>>> em contraste com:
>>>
>>> if (elemento1AtendeRestricaoXelemento2(e1, e2)) {
>>>      fazerAlgo();
>>> }
>>>
>>> boolean elemento1AtendeRestricaoXelemento2(e1, e2) {
>>>     return (e1.comparaMaior(e2) || e1.vazio()) && (e2 != null);
>>> }
>>>
>>> Notem que fica claro o que está sendo testado no if e fica clara também a
>>> intenção daquela comparação enorme quando vc vê o método implementado
>>> abaixo. Não é necessário o comentário. Assim, evita-se, entre outras coisas,
>>> que o código seja atualizado, e o comentário esquecido, ficando
>>> desatualizado e informando uma condição diferente da que acontece, causando
>>> muitos transtornos.
>>>
>>> Usar nomes de variáveis que signifiquem alguma coisa também é outra boa
>>> prática. Todas as boas IDEs completam os nomes quando digitamos os primeiros
>>> caracteres e pressionamos ctrl+space.
>>> Notem que não poupei letras no nome do método. O importante é deixar
>>> claro e organizado.
>>>
>>> Abraço!
>>>
>>> Peter P. Lupo
>>> Undergraduating in Computer Science DCC/UFRJ
>>> MPS.BR Authorized Implementation Practitioner
>>> Sun Certified Java Associate
>>> http://sites.google.com/site/pplupo
>>> Cell. +55 (021) 81742487
>>>
>>>
>>> 2009/9/1 Bruno Medeiros <[email protected]>
>>>
>>>> E isso afeta a nota? Como é o critério de avaliação?
>>>>
>>>>
>>>>
>>>>
>>>
>>>
>>>
>>
>>
>> --
>> Leonardo Borba
>>
>>
>>
>
> >
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