No dia 21/08/2003 às 15:33, Marcio de Araujo Benedito <[EMAIL PROTECTED]> escreveu:
> As grandes sacadas do cara que montou o kurumin foram: > > 1)coloca-lo para funcionar em portugues brasileiro; Ou melhor, coloca-lo para funcionar em português por padrão, evitando possíveis dores de cabeça como no Debian. > 2)torna-lo enxuto (tem apenas 190MB e pode ser gravado num mini cd); Isto é uma vantagem duvidosa. Primeiro porque os mini CDs não são tão populares e alguns leitores não o aceitam. Segundo porque esta parcimônia pode perecer a médio/longo prazo, obrigando o usuário a baixar manualmente os pacotes que foram boicotados. O mini CD é mais para criar um status diferente, mas na prática é questionável. > 3)colocar nele as "novidades" Como assim novidades? As últimas versões dos aplicativos (unstable). Eu acrescentaria uma não citada virtude, que para muitos pode ser a mais importante: reconhecer uma grande gama de hardware automaticamente. Principalmente muito dos soft modems. O Kurumin pode ser entendido como um "ponta pé" inicial, quando comparado ao Debian. Porque teoricamente ele abstrai (facilita) do usuário aquelas etapas tortuosas de instalação, detecção de hardware, e boa parte da configuração. Passada esta etapa, pode-se efetivamente ser manipulado como o Debian. -- Douglas Augusto

