E viva o Linux!!! FONTE: http://tecnologia.uol.com.br/ultnot/2006/07/25/ult2870u85.jhtm > > 25/07/2006 - 11h09 > Vírus que "seqüestram" arquivos serão cada vez mais perigosos > > Da Redação > > Imagine um vírus que, em vez de apagar seus arquivos, guarde-os dentro de uma > pasta protegida por senha - e permita ao cracker, por exemplo, exigir um > resgate em dinheiro para libertá-los. Parece irreal? Mas já existem programas > maliciosos capazes de "seqüestrar" arquivos há cerca de dois anos, e segundo > recente estudo da empresa de segurança russa Kaspersky, a tendência é que esse > tipo de praga se torne cada vez mais perigosa. > > O vírus seqüestrador mais conhecido é o Gpcode, que apareceu no início de > 2004. No início, os autores da praga utilizavam algoritmos de criptografia > mais simples, que podiam ser quebrados em poucas horas. Mas agora, segundo o > analista russo Alexander Gostev, vírus como esse passaram a utilizar > criptografia pesada. > > Em janeiro deste ano, a variante Gpcode.ac utilizou o algoritmo RSA para criar > uma senha de 56 bits para os arquivos "seqüestrados". Em junho, na Rússia, uma > nova versão já utilizava chave de 260 bits. Até aí, as empresas antivírus > conseguiram desvendar os códigos e devolver os arquivos aos usuários. Mas, no > início de junho, uma nova variante -Gpcode.ag- chegou à Web russa com uma > senha de 660 bits, espalhando-se num falso e-mail de uma empresa de RH. > Segundo o analista da Kaspersky, um computador com chip de 2.2 GHz levaria > cerca de 30 anos para quebrar uma senha dessas. > > Gostev conta que, por sorte, os analistas da Kaspersky conseguiram desvendar o > código do vírus em menos de um dia. Mas alerta: uma nova variante, com uma > chave de segurança mais longa, pode aparecer a qualquer momento. > > "Se uma criptografia como a RSA (ou qualquer outro algoritmo que use chaves > públicas) forem implementados com sucesso em um novo vírus, as empresas de > antivírus podem ficar sem resposta, mesmo utilizando o máximo poder > computacional para quebrar o código", diz Gostev. "Infelizmente, autores e > pragas como Gpcode, Cryzip e Krotten ainda estão em liberdade." > > O analista recomenda medidas preventivas como o backup freqüente de > documentos, dados e bancos de e-mails.
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