Olá Joao, pois bem... vamos ao Press então, você me convenceu.. :o)

Ainda tenho dúvidas...o Press "liga" (nao sei o nome certo) ao banco
Firebird através de que?

Vamos supor que eu desenvolvi um sistema, e depois de um tempo adicionei um
campo, o Press adiciona ele pra mim no banco do cliente automaticamente?

O que eu quis dizer no exemplo do caixa eh o seguinte... atualmente o que eu
faço se no Vendas quero inserir no caixa? Chamo a tela do Caixa, preencho na
mão e gravo... vira e  mexe se mudo algo (como calculo de parcelas) tenho q
pesquisar onde eu chamo a tela...

Queria fazer isso num local só, o Press me dá isso?

[]s

Em 10/07/07, Joao Morais <[EMAIL PROTECTED]> escreveu:
>
>   Fellipe Henrique wrote:
> > Olá Joao, pois bem, tenho algumas duvidas antes de iniciar no OO:
> >
> > 1) O que voce quiz dizer com o IO engessa o sistema? Voce disse que pra
> > objetos complexos ele é ruim, o que seria um objeto complexo por
> exemplo?
>
> Objeto complexo é aquele cujo mapeamento tenha mais de um nível de
> mestre-detalhe; ex.: OrdemServico->Item->Cores.
>
> Quanto ao engessar:
>
> - Se você precisa de uma consulta mais elaborada, especialmente as que
> precisam consultar dentro de containers, você terá que pular a
> orientação a objetos e montar uma SQL diretamente contra o banco. SQL
> significa trabalhar com registros ao invés de objetos, então lá se vai a
> premissa do mapeamento.
>
> - O IO irá sempre destruir e reconstruir um container quando existem
> alterações dentro dele (do container). Ex.: você tem um pedido com 200
> itens e você altera o campo obs de um dos itens. Todos os itens serão
> destruídos e reincluidos. Isto foi escolha do projeto por questões de
> consistência em alterações concorrentes (e para minha humilde opinião,
> uma escolha mal feita)
>
> - Se você tiver um banco legado que não possa alterar, você terá
> problemas para fazer o mapeamento (se é que vai conseguir). Se a
> estrutura do banco puder começar do zero, então não tem problema.
>
> - O framework de apresentação do IO é baseado em tdataset, ou seja, você
> continua com formulários atolados de componentes, você tem mais trabalho
> para construir ligações, enfim tudo o que um usuário de tdataset já está
> acostumado.
>
> - O IO não é muito esperto para ler os dados, você pode ter algum
> pequeno problema de performance com modelos complexos e rede lenta. Tem
> um pessoal que estava escrevendo umas correções para esta miopia mas
> atualmente está parado.
>
> De tudo que eu citei, 70% já foi resolvido no Press e os outros 30%
> serão resolvidos antes de sair a v1. IO, por enquanto, está com o
> desenvolvimento parado, infelizmente.
>
> > 2) O "problema" do PRess que eu vejo, é não ter Wizard, o que pra mim
> que
> > está começando é uma facilidade, quem sabe quando eu estiver bem nao o
> uso.
>
> Beira o impossível não usar um expert. Hoje, para você que não conhece,
> usar um expert significa "ganhar" os fontes sem escrever uma única linha
> e sem conhecer qualquer sintaxe. Para quem conhece, significa trocar a
> digitação de umas 100 linhas por uns 10 clicks. A vantagem de conhecer o
> código vem com o tempo, quando você precisa fazer alterações e é mais
> prático alterar em código do que alterar via expert.
>
> > 3) Eu posso fazer isso no IO: Por exemplo tenho um Caixa... com uma
> tela...
> > gostaria de de incluir no caixa com vencimentos e tudo, tanto por codigo
> (em
> > qualquer lugar do sistema) quanto pela tela de caixa. é possível isso no
> IO?
>
> Eu não entendi, mas vou falar um pouco de inclusão de dados:
>
> var
> VCliente: TCliente;
> begin
> VCliente := TCliente.Create;
> try
> VCliente.Nome := 'nome do cliente';
> VCliente.Store;
> finally
> VCliente.Free;
> end;
>
> Isto é uma premissa básica para qualquer framework de mapeamento. Você
> pode fazer o equivalente a isto usando os expositores do IO também, a la
> tdataset.
>
> > 4) O select é igual ao normal? Posso usar o SQL que uso no Firebird?
>
> Não. Em IO você tem que usar um Selector e uma linguagem orientada a
> objetos. Tipo 'select * from tcliente where nome="nome do cliente"'.
> Válido tanto para IO quanto Press. Em Press você tem tanto a linguagem
> de acesso a dados quanto uma novidade: objetos Query. Com um objeto
> query você tem mais possibilidades de consulta do que com SQL plano, que
> por sua vez tem muito mais possibilidades do que a linguagem do IO.
>
> > 5) Como fica as Triggers no banco de dados? Elas continuam existindo?
>
> Poderiam continuar existindo, mas trigger é regra de negócio e lugar de
> regra de negócio é na aplicação, não no banco. Constraints são as únicas
> regras que residem no banco, com IO você tem que fazer na munheca,
> PressOPF cria todas as constraints para você.
>
> --
> Joao Morais
>
> > Em 10/07/07, Joao Morais <[EMAIL PROTECTED]<post%40joaomorais.com.br>>
> escreveu:
> >> Fellipe Henrique wrote:
> >>> Olá João, tudo bem?
> >> Tudo bem. Tudo certo contigo?
> >>
> >>> Gostaria de discutir com você sobre o IO, ou mesmo o Press, acredito
> por
> >> ser
> >>> meio-off e eu nã osei seu e-mail particular, por favor, envie um email
> >> para
> >>> mim, se possível, em: [EMAIL PROTECTED] 
> >>> <fellipeh%40gmail.com><fellipeh%40gmail.com>
>
> >> IO tem news em inglês, vide www.instantobjects.org, nada de suporte
> >> pt-br; Press tem lista pt-br, vide www.pressobjects.org; e meu email
> >> aparece em todas as mensagem que você recebe. A lista delphi-br é
> >> suficientemente abrangente para dar suporte tanto a Press quanto a IO,
> >> mas você ainda pode optar pelas listas delphi-oop-br ou objectpascal do
> >> Yahoo.
> >>
> >> Não vejo problema com discussão em private com exceção de que você não
> >> estará compartilhando o que você estará recebendo, bem como não dará a
> >> outras pessoas a oportunidade de tecer comentário; portanto, apenas por
> >> estes motivos, eu prefiro que você escolha alguma destas listas ou news
> >> para discutirmos (participo de todos).
> >>
> >> --
> >> Joao Morais
> >>
> >>
> >>
> >
> >
> >
>
>  
>



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_________________________________
Fellipe Henrique
[EMAIL PROTECTED]
"Você valoriza a existêcia das pessoas extraordinárias e momentos em que a
história avança graças a elas. Tudo o que se imagina pode ser alcançado.
Deve-se ousar sonhar. Mas não há substituto para perseverança e trabalho...
e trabalho em equipe. Por que ninguém consegue sozinho. Se comemoramos a
grandeza desses eventos e as pessoas que os realizam... não podemos esquecer
o sacrifício daqueles que tornam possíveis tais realizações."


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]

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