Alexandre Magno Brito de Medeiros escreveu: > 2009/2/21 Frederick van Amstel <[email protected]> > >> Por enquanto o que temos em nosso projeto são textos e vídeos documentando >> o que aprendemos sobre o processo de alfabetização. >> >> Não pretendemos escrever código até porque não temos competência para isso. >> Somos designers de interação. Nossa contribuição poderá ser no sentido de >> criação de conceitos e documentação da interface do usuário, como fizemos no >> novo portal BrOffice.org ( >> http://wiki.broffice.org/wiki/ReformulacaoDoPortal ) >> >> Mesmo assim imagino que possa haver algum problema de licenciar estes >> conceitos sob CC e depois licenciar a codificação por LGPL. Podemos mudar >> nossa licença para LGPL, mas me parece que não faz muito sentido para algo >> que não seja código-fonte. > > > Penso que não haveria problemas. São duas coisas diferentes. > > Para se fazer a implementação da coisa tal como foi "conceitualizada" > depende-se do projeto de conceitualização (que pode estar no papel, ou > apenas na cabeça). Depois de existente, a implementação em si não depende da > documentação de sua conceitualização. > > O código é a concretização de uma conceitualização. Não considero nem mesmo > como uma tradução. > > Alexandre Magno > A primeira vez que ouvi falar disso foi pelo Olivier. Ele falou sobre o "Office para a gurizada" numa palestra na UERJ.
-- Marco de Freitas --------------------------------------------------------------------- To unsubscribe, e-mail: [email protected] For additional commands, e-mail: [email protected]
