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N�o sou economista (s� economizo). Isto
explica o quase pat�tico insucesso das tentativas e do esfor�o
para entender as pol�ticas econ�micas.
Mas uma coisa tenho notado h� pelo menos uma
d�cada:
todas as mudan�as que ocorrem aqui no sul
da Am�rica Latina, em qualquer de
seus pa�ses, forma precedente de atividade pol�tica-econ�mica.
E, junto a isso, ser� em alguns momentos
inevit�vel (no Brasil sempre... as MPs j� fizeram hist�ria... macabra?) as leis
sofrer�o altera��es (s�o as mudan�as legislativas que mant�m minha mem�ria mais
ou menos ativa...)
O Brasil viveu exemplos disso.
Exemplo cl�ssico (um dos mais ou menos
recente...), que teve precedente na Argentina, e que depois foi implantado no
Brasil, foi a legaliza��o do assalto �s poupan�as.
O ataque 'as poupan�as foi permitido
pela edi��o de uma das primeiras MPs do plano Fernando Collor.
Era legal?
E agora, o que � poss�vel perceber?
As tarifas de energia v�o ganhar seu aumento, no
Brasil.
E o que mais depois?
Uma das vezes em que nossa moeda foi alterada, tudo
pareceu mais ''barato'', na nossa comum vis�o.
O sal�rio m�nimo j� passava de cento e tantos cruzeiros, ou
cruzados, sei l� qual o nome da moeda, ou eram mil e tantos.
Ent�o tudo foi dividido por quase 3,6.
Eu ouvia as pessoas mais ing�nuas dizerem: "agora tudo
t� baratinho".
Mas elas, no imediato da mudan�a da pol�tica-econ�mica,
n�o percebiam que o sal�rio m�nimo tinha sofrido dura desvaloriza��o e alta
redu��o do poder de compra.
Mais tarde eram 7 ou 15 reais, n�o recordo mais, o sal�rio
m�nimo.
Passamos a trabalhar com centavos.
E tudo parecia realmente baratinho.
Os n�meros fantasiam e enganam as
pessoas.
Os n�meros fazem "milagres", enchendo os
olhos.
Isto enquanto n�o se fazem as contas.
Cristiane Rozicki
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Title: Invertia

