Direito_Saude - 28.jun.2001
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From: Celso Galli Coimbra
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Lista Bio�tica -- 28.06.2001
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Maria de F�tima Oliveira

M�dico denuncia suposto com�rcio de �rg�os na China
  
    
      Wang: problemas de consci�ncia ap�s participar do suposto
esquema chin�s   
28 de junho, 2001
�s 7:54 AM hora de Bras�lia (1054 GMT)

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WASHINGTON (CNN) -- O m�dico chin�s Wang Guoqi acusou o governo de
Pequim, na quarta-feira, de retirar e vender partes dos corpos de
prisioneiros executados na China, alguns ainda clinicamente vivos.

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Em depoimento � Subcomiss�o de Direitos Humanos do Congresso dos
Estados Unidos, Wang, um especialista em tratamento de queimaduras,
descreveu o que chamou de procedimentos coordenados entre cirurgi�es
e autoridades chinesas para extrair �rg�os de condenados
imediatamente ap�s suas execu��es.

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Wang, que est� pedindo asilo pol�tico nos Estados Unidos, afirmou ter
participado de tais a��es, ajudando cirurgi�es a operar em
ambul�ncias e extrair �rg�os sem consentimento pr�vio do doador ou de
sua fam�lia.

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O m�dico disse que tamb�m trabalhou em um cremat�rio, retirando, al�m
das c�rneas, a pele de condenados a fim de transplant�-la para
v�timas de queimaduras.

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O Hospital da Brigada Geral da Pol�cia Paramilitar de Tianjin, onde
Wang trabalhava, vendia os �rg�os e tecidos, segundo a den�ncia.

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A China executa mais condenados por ano do que qualquer pa�s do
mundo. De acordo com os n�meros da Anistia Internacional, s� em 2000
foram mais de mil pessoas.

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Uma autoridade do Departamento de Estado, em Washington, declarou �
CNN que a Casa Branca demonstrou preocupa��o com as informa��es
contidas no depoimento de Wang.

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A embaixada chinesa n�o respondeu de imediato �s alega��es, mas em
ocasi�es anteriores j� havia negado o envolvimento do governo no
com�rcio de �rg�os, enfatizando que essa pr�tica � ilegal na China.

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Wang afirmou que um fato ocorrido em outubro de 1995 torturou sua
consci�ncia. Ele teria sido obrigado a remover a pele de um
prisioneiro ainda vivo.

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O prisioneiro - condenado � morte por assalto e homic�dio - recebeu
uma droga anticoagulante e levou um tiro.

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Wang relatou que o homem n�o morreu imediatamente e foi transferido
para uma ambul�ncia, onde urologistas removeram seus rins.

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Wang e outros cirurgi�es retiraram a pele do condenado antes de
coloc�-lo, ainda vivo, em saco pl�stico e lev�-lo para um caminh�o.

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Ap�s entrar nos Estados Unidos com passaporte falso, Wang contactou o
ativista chin�s Harry Wu, que dirige a funda��o Laogai, uma
organiza��o sem fins lucrativos que luta contra a coleta de �rg�os de
prisioneiros chineses.

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De acordo com Wu, h� documentos do governo chin�s comprovando que
Pequim est� ajudando hospitais militares a ganhar dinheiro com a
venda de pele, c�rneas, rins e f�gados de prisioneiros executados.

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Wu afirmou que os �rg�os tamb�m s�o vendidos no exterior e que alguns
norte-americanos chegam a pagar 30 mil d�lares por um rim.

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Ativistas dos direitos humanos disseram que essa atividade n�o est�
restrita � China e que h� mercados de venda de �rg�os humanos em
outros lugares do mundo.



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