----------------------------------------------- Lista: dtoambiental (Fique atento: dicas no rodape!) Mensagem enviada por: "Ecopress - Agencia de Noticias Ambientais" <[EMAIL PROTECTED]> ---------------------------------------------- Favor excluir-nos da Lista DTOAMBIENTAL. � a segunda que pedimos. Grato, Aron > -----Original Message----- > From: [EMAIL PROTECTED] > [mailto:[EMAIL PROTECTED]]On Behalf Of Celso F. > Rocca > Sent: Quinta-feira, 20 de Janeiro de 2000 09:24 > To: [EMAIL PROTECTED] > Subject: [DTOAMBIENTAL] Agenda Ambiental em v�spera de elei��es > > > ----------------------------------------------- > Lista: dtoambiental (Fique atento: dicas no rodape!) > Mensagem enviada por: "Celso F. Rocca" <[EMAIL PROTECTED]> > ---------------------------------------------- > > > > 14/dez/1999 > > Agenda Ambiental em v�spera de elei��es > > > Pol�ticos tradicionais e novas lideran�as come�am a lan�ar seus nomes para > as mais de 5 mil prefeituras brasileiras. � uma boa hora para colocarem as > quest�es ambientais na agenda pol�tica, pois sem um meio ambiente > preservado, dificilmente as cidades alcan�ar�o os padr�es de qualidade de > vida que os candidatos prometem e os moradores merecem ter. Logo, > uma cidade > ambientalmente melhor n�o deve ser do interesse deste ou daquele > partido ou > pol�tico, mas de todos. Assim, fica aqui a proposta de que todos os > pol�ticos e candidatos, se unam em torno de uma Agenda Ambiental Para a > Cidade, comum a todos os partidos, que poderiam divergir na > estrat�gia e no > enfoque na solu��o dos graves problemas ambientais que todo munic�pio > possui, mas que seria um compromisso de todos. > Ecologizar a Administra��o Municipal > > Preservar o meio ambiente das cidades n�o pode - nem deve - ser tarefa de > uma secretaria, mas de todas. As atuais Secretaria ou Diretorias de Meio > Ambiente poderiam ser transformadas em Coordenadoria de Meio Ambiente e > Desenvolvimento Sustent�vel, ligada direto ao Gabinete do Prefeito e que > funcionaria com a principal fun��o de ecologizar todos os �rg�os, > departamentos e secretarias do Governo para que todos, igualmente, fossem > respons�veis pelo meio ambiente. Por exemplo, a educa��o ambiental seria > tarefa da Secretaria de Educa��o, a fiscaliza��o ambiental seria > tarefa dos > Fiscais de Posturas, a coleta seletiva e a reciclagem seria > responsabilidade > da Companhia Municipal de Limpeza, e assim por diante. Caberia � nova > Coordenadoria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustent�vel a fun��o > supletiva de capacitar cada departamento com cursos e reciclagem > profissional, al�m de prestar consultoria a cada �rg�o no sentido > de buscar > a correta adequa��o � quest�o ambiental. Tamb�m seria fun��o da > Coordenadoria estimular e fazer funcionar o Conselho e o Fundo > Municipal do > Meio Ambiente. > > Falta de Saneamento � o Maior Problema Ambiental > > O maior problema ambiental das Cidades, na minha opini�o, � a > car�ncia de um > sistema de saneamento adequado, o que leva n�o apenas � morte e > contamina��o > de ecossistemas inteiros, mas aumentam os casos de doen�as por veicula��o > h�drica e a mortalidade infantil. O melhor indicador ambiental de > uma cidade > deve ser seu �ndice de mortalidade infantil e do idoso. As empresas que > cuidam do sistema de �gua e esgoto t�m um enorme desafio ambiental, pois > precisam levar �gua tratada e rede de esgoto com tratamento > adequado a toda > a cidade e no menor tempo poss�vel. Por isso, n�o d� para se pensar apenas > no cl�ssico sistema de coleta, transporte e tratamento, que exige grandes > investimentos e concentra a polui��o em emiss�rios. � preciso > pensar tamb�m > em pequenos sistemas de fossa e filtro que as novas tecnologias > t�m tornado > com efici�ncia de remo��o de mais de 90% da polui��o. O governo poderia > incentivar estes pequenos sistemas com abatimento na conta de > �gua e esgoto > proporcional � polui��o que o sistema conseguisse remover. > Deveria ainda ser > estimulado a forma��o de Cons�rcios por usu�rios de �gua por > micro-bacias, � > luz da nova Lei Federal sobre recursos h�dricos, para garantir > investimentos > na recupera��o dos mananciais da cidade, leia-se, investir em > reflorestamento e preserva��o das matas existentes, pois s�o elas as > respons�veis pelos po�os e nascentes que abastecem as �reas que > n�o recebem > �gua encanada. > > N�o Existe Lixo. Existe � desperd�cio de Recursos Naturais > > Lixo n�o existe, todos sabemos. O que chamamos de lixo � s� > mat�ria prima e > recursos naturais misturados e fora do lugar. Por exemplo, se o Governo > Municipal incentivar a Coleta Seletiva na Cidade, poder� devolver > ao sistema > produtivo toneladas de papel, pl�stico, metais, vidros, al�m de aumentar a > vida �til dos lix�es e ainda, de quebra, gerar renda e emprego atrav�s do > incentivo � forma��o de cooperativas de catadores e beneficiadores de > materiais. At� os entulhos de obras que aterram margens de rios e entopem > lix�es podem ser mo�dos e se tornar em agregados para habita��es > populares. > Os restos de comida, cascas de frutas e legumes, d�o excelente adubo para > hortas cultivadas sem agrot�xico a serem feitas em regime de > cooperativa nos > terrenos vazios e abandonados da cidade, cujos produtos podem contar com a > garantia de compra pelas escolas da Rede Municipal para a merenda escolar. > Mas tudo isso s� pode se tornar realidade se for coletado separado na > origem. Na minha opini�o, � uma ilus�o pretender coletar tudo misturado e > levar para uma milagrosa usina de reciclagem para ver o que pode ser > aproveitado. Fabricantes dessas usinas enganam governos que, devido a boas > comiss�es, adoram ser enganados. Se quiser levar mesmo a s�rio, os > governantes podem estimular os cidad�os atrav�s, por exemplo, de > abatimento > na taxa de lixo, que seria separada do IPTU. Quem quisesse > entregar seu lixo > todo misturado pagaria 100% da taxa, mas quem entregasse separado, pagaria > s� 50%, ou at� menos. > > Salve os Ecossistemas! > > O segundo maior problema ambiental das cidades, sem d�vida, � a destrui��o > de seus ecossistemas, provocada principalmente pelo crescimento > desordenado > ou at� pela falta de limites para o crescimento. Al�m das queimadas, > provocadas por bal�es ou pela queima do lixo n�o recolhido, a grande > respons�vel pela destrui��o dos ecossistemas � mesmo a necessidade de > moradia da popula��o, de todas as classes sociais. N�o h� solu��o > simples ou > f�cil neste caso, j� que n�o d� para se decretar o fim da natalidade ou > proibir o acesso das pessoas � cidade. Assim, cada novo condom�nio ou > emprendimento precisa ser analisado com os rigores da lei, > estabelecendo-se > restri��es que permitam o m�ximo de aproveitamento e preserva��o dos > ecossistemas e das �rvores, negociando medidas compensat�rias, > mitigadoras e > reparadoras que levem no m�nimo a repor em ecossistemas o dobro do que > estiver sendo autorizado retirar, tudo num ambiente de transpar�ncia e da > legalidade, com audi�ncias p�blicas no �mbito do Conselho > Municipal de Meio > Ambiente. > > Nessas medidas compensat�rias podem estar desde a recomposi��o do verde > urbano quanto a obrigatoriedade dos interessados em investirem na efetiva > implanta��o das Unidades de Conserva��o da Cidade. Mas tamb�m s�o > importantes outras medidas como o incentivo � cria��o de RPPNs (Reservas > Particulares do Patrim�nio Natural) no munic�pio, para que os atuais > propriet�rios de �reas florestadas possam ser beneficiados com > abatimento de > IPTU al�m de outras vantagens, como linhas de cr�ditos > subsidiadas do Fundo > Municipal de Meio Ambiente para investimentos em ecoturismo e preserva��o > ambiental em suas propriedades. > > Amigos Ambientais > > E, finalmente, uma Agenda Ambiental precisa incluir um amplo programa de > Educa��o Ambiental que inclua n�o s� a conscientiza��o da popula��o, mas > principalmente, que estimule a cidadania participativa atrav�s dos f�runs > pr�prios, com o Conselho Municipal de Meio Ambiente e a implanta��o da > Agenda 21. As ONGs (Organiza��es N�o Governamentais) Ambientalistas podem > exercer papel fundamental, segundo a natureza institucional de > cada uma. As > ONGs ditas t�cnicas ou profissionais, podem ser parceiras do Governo e > empresas obrigadas a cumprir medidas compensat�rias, na elabora��o de > projetos ambientais. As ONGs ditas de combate podem ser aliadas na > fiscaliza��o das metas, prazos e efetividade dos projetos e exig�ncias > assumidas por empresas e em projetos do pr�prio Governo, como a > implanta��o > dos servi�os de �gua e esgoto na cidade. Estimular o voluntariado > na cidade > � apenas criar canais para que o sentimento de amor e o orgulho > pela Cidade, > seja estimulado nos moradores e transforme em energia de criatividade e > a��es pr�ticas pela melhoria da cidade. > > Vilmar Berna � editor do Jornal do Meio Ambiente e recebeu em 1999, no > Jap�o, o Pr�mio Global 500 da ONU Para o Meio Ambiente > > Copyright � 1998 Ag�ncia Estado. Todos os direitos reservados. > > ----------------------------------- > Dicas: > 1- D�vidas e instru��es diversas procure por Listas em: > http://www.pegasus.com.br > 2- Pegasus Virtual Office > http://www.pvo.pegasus.com.br > ----------------------------------- Dicas: 1- D�vidas e instru��es diversas procure por Listas em: http://www.pegasus.com.br 2- Pegasus Virtual Office http://www.pvo.pegasus.com.br
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Ecopress - Agencia de Noticias Ambientais Thu, 20 Jan 2000 05:06:43 -0800
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