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Bom dia aos colegas listeiros, em especial
�s amigas Cristianne Rozicki e Renata Cuiabano.
Aproveito a oportunidade para parabenizar tamb�m o
trabalho dos mediadores das diversas listas, Franklin Matos, Guilherme Purvin,
Amyra (desculpem se esqueci de algu�m...).
Estou retransmitindo arquivo que recebi de colega
mestranda no CPGD da UFSC que traz de certa forma, um lado que n�o se
conhece da desastrosa experi�ncia ambiental protagonizada pela PETROBR�S. O
conte�do de suas palavras ainda traz aquele patriotismo desmedido do tempo dos
discursos desenvolvimentistas do regime militar. Mas chama aten��o o cat�logo do
impacto de outros grandes desastres ambientais mundiais.
Outro ponto chama aten��o. Os impactos sociais
sobre a economia extrativista ali desenvolvida.
S� para citar alguns exemplos, aqui em MT, FURNAS
divulgou nota quando do fechamento da primeira comporta, que um de seus 21
projetos, o de remo��o e indeniza��o dos moradores da �rea alagada, j�
estava conclu�do e todos teriam recebido indeniza��es adequadas. S� que
ainda na semana passada, era poss�vel observar duas ou tr�s a��es de
desapropria��o, tramitando na Justi�a Federal, indicando que ainda in�meras
fam�lias permanecem sem saber o que fazer.
Os que haviam sido reassentados, foram deslocados para
�rea de prote��o ambiental!!! Resultado: o promotor de Chapada j� est� estudando
o ajuizamento de a��o civil p�blica e adivinhem qual o primeiro pedido? Remo��o
liminar dos moradores....
Parece que todas as a��es do Estado, sejam elas,
sociais, pol�ticas, administrativas, e nesse caso, judiciais, atingem com maior
gravidade justamente aqueles que se encontram em estado extremo de
desfavorabilidade, e econ�mica. Pergunta-se: passou pela cabe�a do
promotor o que far�o todos esses exclu�dos?? Sa�ram do nada e ele os est�
enviando para lugar nenhum!!
Creio que a exemplo do que j� percebemos por
aqui em empreendimentos impactantes, as a��es estatais parecem depender
muito da atua��o direta da sociedade civil, apontando, indicando
irregularidades e exigindo provid�ncias. Se ningu�m se pronuncia, eles continuam
com as atividades. Assim foi com Manso. Permanecemos em sil�ncio por 10
anos...
N�o sei como est� o acompanhamento por parte da ag�ncia
ambietnal a� do RJ, ent�o imagino que os colegas possam ter mais informa��es a
respeito. Se for como � por aqui, acho que todo esse pessoal tamb�m deve
continuar a enfrentar problemas, apesar de a PETROBR�S ter afirmado oficialmente
que tomou "PROVID�NCIAS IMEDIATAS".
Obrigado pela oportunidade,
Espero coment�rios dos colegas, principalmente daqueles
que estejam presenciando e participando ativamente dos embates.
PS- Espero not�cias das amigas "desaparecidas"...
Patryck de Ara�jo Ayala
Cuiab�-Florian�polis.
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Petrobras-reagiraosataques.rtf