O problema est� mais em como usar do que em usar ou n�o.

Primeiro V. precisa de boas ferramentas de desenvolvimento (Rose, WSAD,
etc.), que fa�am todo o trabalho burocr�tico para V. Se n�o � melhor nem
come�ar. O Java n�o foi feito para quem s� tem um editor de texto.

Com as ferramentas de desenvolvimento V. poder� criar os entity beans a
partir de um banco de dados existente ou criar os beans e as tabelas a
partir da modelagem. A partir dos entity beans crie data access beans para
poder us�-los mais confortavelmente. Depois crie session beans com os
m�todos de neg�cio e fa�a a ferramenta gerar os access beans
correspondentes. O resultado fica mais ou menos assim:

Servlet -> sessionAccBin.lista() -> sessionBean.lista() ->
entityAccBean.findAll() -> entityBean.findAll()

Isso funciona muito bem para transa��es simples de manuten��o, as
tradicionais LISUD (list, insert, select, update & delete).

A partir das vari�veis criadas nas interfaces remotas dos entity beans
podemos derivar (copiar/colar/editar) facilmente: Struts-dynaforms, Struts
validator definitions e tags de apresenta��o. A movimenta��o forms x data
objects deve ser feita atrav�s de classes utilit�rias como BeanUtils, que
copiam propriedades de mesmo nome de um lado para outro.

O fato de as tabelas serem grandes n�o deve afetar sua aplica��o desde que
as queries e o BD estejam otimizados, com os �ndices de performance
corretamente definidos.

O que causa problemas de performane: recupera��o e armazenamento em sess�o
de listas muito grandes , listas com objetos complexos e transa��es
complexas com muitos diferentes acessos ao BD.

Os acessos complexos (joins de v�rias tabelas, loops em result sets
elaborados para calcular alguna coisa) devem estar em session beans e ser
cuidadosamente elaborados.

Portanto, a grande vantagem inicial � minimizar custos de desenvolvimento e
manuten��o, mas isso s� vai acontecer se todo o desenvolvimento estiver
padronizado de acordo com as melhores pr�ticas e ferramentas dispon�veis
(Rose, WSAD, Struts, etc.).

V. pode esperar, para um ambiente de 1 �nico servidor como o descrito,
tempos de resposta entre 2 a 5 '' por transa��o (mais que isso tem algo
errado). Estes tempos poder�o ser melhorados futuramente distribuindo-se os
componentes da aplica��o e a pr�pria  aplica��o em mais de uma m�quina.

Espero ter ajudado,

Abs,
==================================
Jos� Tito do Canto Paiva
Self Inform�tica s/c Ltda.
http://pws.prserv.net/selfinf
Fax-Fone: 55 21 22214972
==================================
----- Original Message -----
From: "linux" <[EMAIL PROTECTED]>
To: "enterprise-list" <[EMAIL PROTECTED]>
Sent: Wednesday, June 18, 2003 7:42 AM
Subject: [enterprise-list] to be EJB or not to be


> Caros Amigos,
>
> Em um projeto que estou envolvido estamos em um ponto de decisao sobre
> adotar ou nao EJBs.
>
> Como nosso projeto tem um publico pequeno menos de 100 pessoas, visa
> performance, utilizacao otimizada dos recuros de hardware (que sao
> poucos)   devo apontar as vantagens e desvantagens de se utilizar EJBs.
>
> Entao gostaria de fazer uma pergunta,  levando-se em conta que:
>
>  1) A performance eh fundamental, pois a massa de dados manipulada eh
> imensa.
>  2) Nao havera processamento distribuido pois temos apenas
>  uma maquina HP-UX 32 proc.
>  3) O tempo de desenvolvimento do projeto eh muito curto.
>  4) O numero de usuarios eh bem pequeno.
>
>  Quais vantagens e desvantagens voces vem em se utilizar EJBs?
>
>  Gostaria imensamente de saber as opinioes e experiencias de voces.
>
>  Muito obrigado
>
>  Joao Pedro
>
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