Bons linguistas aprendem facilmente outro idioma, assim como artistas
se expressam independente da mídia.

Ou seja: bons programadores sabem *programar*. A linguagem é o de
menos. O mesmo vale para os designers, que sabem o que deve ser feito.
A curva de aprendizado em ambos os casos existem, mas eles tem um
conhecimento "core" que é agnóstico e transportável para essa nova
linguagem/ambiente.

Bem.. arrisco palpitar que designers, por sua natureza sensitiva e
emocional, são mais sucetíveis a novas opiniões e idéias, de modo que
podem ser mais fáceis de conquistar.

No entanto, "religião" é algo que aparentemente se sobrepôe a qualquer
ciência. E há tanto programadores quanto designers fanáticos.

Resumindo: nenhuma conclusão! ;-)

[]s
Fabio

On 4/25/07, Beck Novaes <[EMAIL PROTECTED]> wrote:
>
> Usar uma picareta diferente pode ser mais fácil mas talvez não seja o
> suficiente.
>
> Isto envolve outras variáveis. Se a curva de aprendizado deste "outro
> idioma" for pequena e o benefício de você aprendê-lo compensar o
> investimento de tempo, não há problema algum em aprender este "outro
> idioma".
>
>
>
> []'s
> Beck Novaes
>
>
>
> On 25 abr, 08:58, "Richard Manzke" <[EMAIL PROTECTED]> wrote:
> > O que será mais difícil:
> >
> > Convencer alguém a trabalhar com uma picareta diferente ou convencê-la
> > falar outro idioma?
> >
> > :))
>
>
> >
>

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