Eu ja acho que depende do ponto de vista. Por exemplo o cara que ta
começando com programação não sabe em que projeto ele vai se envolver no
futuro. Seria bom que ele escolhesse um linguagem mais robusta. Que
geralmente são as mais difíceis de se começar. Por outro lado são linguagens
que depois que vc aprende as outras ficam muito faceis de se pegar.
Agora alguem que ja tenha uma experiencia e ja saiba o que quer, esse sim,
deve escolher a linguagem mais pontos positivos de acordo com o que ele
precisa.

Agora tem uma coisa. Para mim existem 2 tipos de programadores: os que
conseguem construir softwares (e que de maneira alguma quer dizer que sejam
ruins) e os caras que conseguem apagar incêndios de softwares mal
feitos/conduzidos ou arquitetura mal escolhida. Esse último sim,
independente da linguagem será requisitado e valorizado.

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Alexandre Afonso

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