Boa noite a todos, Infelizmente o tópico fugiu do propósito.
Aproveitando então o desvio, vou fazer uma observação no que disse o mário junior. Primeiramente se um sistema possui uma tabela de sexo, o que não quer dizer que existe uma view para cadastrar sexo, este banco de dados aparentemente está bem projetado, pois pelo menos já obedece a 1NF (Forma normal). Para quem não sabe o que é isso e trabalha com banco de dados, sugiro fazer uma pesquisa sobre Normalização de Banco de Dados. Muita gente faz uso indiscriminado de valores que vem do além (não é o caso de sexo, rsrs). Normalmente esse valor é atribuido a um campo com nome de "TIPO" ou "STATUS", onde somente o programador (quando esse é o mesmo DBA) sabe o que significa o tal STATUS = 1. Isso é muito comum por falta de conhecimento, ou em micro projetos, onde só uma pessoa ou um grupo super reduzido é responsável pelo sistema (código + banco de dados). Esse tipo de prática, detona qualquer estrutura de banco de dados e qualquer consistência de informação, até mesmo pra uma informaçãozinha como sexo, pois da margem para o grande POG conhecido como HARD CODE. Uma base de dados bem projetada, NA MINHA OPINIÃO, deve ser auto- suficiente, qualquer DBA ( DBA != menino curioso que fuça em banco de dados) deve conseguir entender apenas olhando a estrutura e os relacionamentos, e não ter que ficar tentando adivinhar "que campo é aquele naquela tabela, ele serve pra que?". Voltando ao sexo, se inicialmente diz-se que masculino = MASC , se eu quiser gerar um relatório onde apareça o nome completo do sexo, já é necessário um CASE na sql, ou se essa informação for tratada de outra forma, um IF em algum lugar do código. Isso serve para masculino = M e por ai vai. Pra finalizar, eu recomendo o uso de tabelas para todos os tipos, status, ufs, e até sexo, mesmo que a tabela tenha somente 1 ou 2 valores. Esses tipos de tabelas, na maioria das vezes dispensa o uso de views para cadastrar, alterar e remover, normalmente são informações de controles ou informações fixas como sexo, e uf, porém são indispensáveis e é importante que estejam lá disponíveis, para qualquer que seja o uso. * Pergentino, recomendo você a continuar fazendo uso de referencias como citou. Sempre que possível, separe as entidades e referencie através de id's, apesar que para o caso de uf, se existir uma patronização, exemplo: SP, GO, TO..., não há problemas em ter uma chave primária de char(2), posso falar mais sobre em outro tópico. Espero ter sido claro e abraços a todos. --~--~---------~--~----~------------~-------~--~----~ Você recebeu esta mensagem porque está inscrito na lista "flexdev" Para enviar uma mensagem, envie um e-mail para [email protected] Para sair da lista, envie um email em branco para [email protected] Mais opções estão disponíveis em http://groups.google.com/group/flexdev -~----------~----~----~----~------~----~------~--~---
