Pessoal, só tenho uma palavra, em meio a várias, para definir a lista: SENSACIONAL.
Eu não levava muita fé no FreeBSD de início, mas agora vendo todo o suporte colaborativo que é dado ao mesmo, consigo ver suas qualidades através de "posts" que o mesmo está muito próximo de algo ideal. Gostaria de agradecer a todos vocês pela ajuda que me deram, muito obrigado! Se eu souber algo, com certeza compartilharei. Vocês me deram inspiração a compartilhar o conhecimento que adquiri com vocês mesmos! rs Abraço e um bom final de ano a todos! Em 7 de dezembro de 2011 14:20, Paulo Henrique BSD Brasil < [email protected]> escreveu: > Em 07/12/2011 12:54, Luiz Otavio O Souza escreveu: > > On Dec 7, 2011, at 12:16 AM, Paulo Henrique wrote: > > > >> Desculpa, vi a mensagem agora, > >> Bom de fato usar GPT tem suas vantagens, porem tenho o problema serio de > >> resiliencia a mudanças, se o disco é menor do que o limite da MBR eu uso > >> MBR se for maior eu uso GPT. > >> Não sou especialista no assunto ( estou mais para leigo), porem > considere > >> que quando mais complexo mais recurso demanda para operar. > >> A MBR é nativa nos discos menores que 2.2Tb, evita que o sistema tenha > que > >> calcular o endereçamento do block, assim como GPT é implementado em > nivel > >> de sistema ( modulo de kernel ) e se é codigo no kernel demanda CPU para > >> calculos de posionamento. > >> A diferença pode ser infime ( ou até proximo de inexistente ) contudo > só o > >> fato da CPU necessitar do sistema para compreender o disco é um tempo > que > >> na MBR não existe. > >> Obs. É consideração pessoal não li muito sobre o GPT e nem executei > >> bechmarks quanto a isso . > >> > >> > >> Abraços e se estiver errado por favor sou leigo adoraria obter a opnião > dos > >> senhores quanto a isso !! > >> > > Paulo, > > > > Há um equivoco da sua parte aqui, o GPT não altera em nada o 'caminho > crítico' do acesso ao disco e também não adiciona nenhuma complexidade > desnecessária... > > > > A MBR e o GPT são apenas tabelas salvas no disco que dizem onde começa e > onde termina cada partição (ponto). A diferença entre elas é que a MBR > utiliza inteiros de 32 bits para armazenar os endereços de início e tamanho > de cada partição enquanto o GPT utiliza inteiros de 64 bits. > > > > Fora isso o GPT suporta até 128 partições nativamente (contra as 4 do > MBR) e também mantém um cópia extra (backup) dessa tabela no ultimo setor > do disco. > > > > E na verdade o GPT reduz (geralmente) uma layer do sistema GEOM > clássico. Onde você normalmente teria: disco -> MBR -> BSD (labels), você > pode utilizar apenas: disco -> GPT (por conta das 128 partições nativas). > > > > Porém é pouco provável que isso seja perceptível em 99,99% dos sistemas > já que o código que foi removido é muito, muito pequeno. > > > > Att., > > Luiz > > ------------------------- > > Histórico: http://www.fug.com.br/historico/html/freebsd/ > > Sair da lista: https://www.fug.com.br/mailman/listinfo/freebsd > Agradeço pela explanação no assunto, ainda não tive oportunidade para > testar o GPT, não é algo que se faz com ambiente em produção. > > Att. > > -- > "Quando a Morte decide contar uma historia, > A melhor ação que possa fazer é ouvi-la, > e torcer por não ser a sua própria a tal história." > > Paulo Henrique. > Analista de Sistemas / Programador > BSDs Brasil. > Genuine Unix/BSD User. > Fone: (21) 9683-5433. > > > ------------------------- > Histórico: http://www.fug.com.br/historico/html/freebsd/ > Sair da lista: https://www.fug.com.br/mailman/listinfo/freebsd > -- Att, Marcus Vinicius. ------------------------- Histórico: http://www.fug.com.br/historico/html/freebsd/ Sair da lista: https://www.fug.com.br/mailman/listinfo/freebsd

