Em 9 de janeiro de 2012 21:38, Cleyton Agapito <[email protected]> escreveu: > Em 9 de janeiro de 2012 21:26, Marcus Vinicius. <[email protected]> escreveu: >> >> William, nessa passagem sua "Em FreeBSD STABLE não significa estável ao >> ponto que você está imaginando..." eu realmente estava imaginando algo mais >> estável pelo nome "stable", mas vi que não. Mesmo assim, obrigado pela >> contribuição, irmão. >> > > Cara, deixa ver se te ajudo nessa (eu mesmo demorei pra entender), > STABLE é no sentido de versão mais estável em desenvolvimento em > oposição à CURRENT que é a que está sendo idealizada, sonhada e > remexida a cada momento, mas as duas estão em constante > desenvolvimento, isso realmente não é nada óbvio. > > Pense no RELEASE com um DVD gravado, já era, já está consolidada, não > muda mais, RC é uma versão candidata a release, é o momento em que o > pessoal está se preparando pra "queimar" a RELEASE num DVD pra depois > manter ela estática para toda a eternidade! > > Abração!!
Ah, esqueci uma coisa, as RELEASE não estão necessariamente condenadas a passar o resto da eternidade com alguma falha de segurança, tem patchs que vc pode aplicar, se você tiver a 5.2 ela é estática, então depois de aplicar o patch se vc der 'uname -a' vai aparecer algo como 5.2-p2 (release estática versão 5.2 com dois patchs aplicados) e assim por diante. Não sei se vc usa o cvsup, se usar vc pode definir a *default release=cvs tag=, se vc pôr RELENG_7 vai receber a STABLE, se você definir a "sub-revisão" tipo RELENG_7_2 vai ter a RELEASE, se deixar um ponto vai ter a CURRENT. Pra atualização binaria eu realmente não sei, no cvsup vc vai receber os fontes pra compilar. []'s ------------------------- Histórico: http://www.fug.com.br/historico/html/freebsd/ Sair da lista: https://www.fug.com.br/mailman/listinfo/freebsd

