Ok, suponhamos que o host A quer comunicar-se com o host B. O host A inicia o handshake passando seu #SI, chamando A, no campo de seqüência do primeiro segmento sincronizado (SYN) do 3-way handshake. Quando o segundo host, B, recebe o SYN de A, este memoriza o número de seqüência recebido e replica enviando um SYN com seu #SI, chamando B, assim com um reconhecimento (ACK) indicando a A que reconhece o primeiro SYN enviado e continua com o handshake. Quando A recebe o SYN/ACK de B, lhe devolve um ACK a B indicando que ambos concordam que a conexão se estabeleceu. O que estou propondo é que o dono da chave da autenticação seja o proprio servidor da rede de seus micros, então mesmo que ele copie o se ack, ele fará a conta matematica autenticando cada pacote, ou seja mesmo que ele pegue o pacote não saberá a "minicriptografia" que o mesmo possui, para agir como sinergia a isso voce teria que setar no router o bloqueio de ips externos, porem isso só funcionaria para servidores que " confiam" em ips internos, se o servidor necessita " confiar" em ips externos ai esta solucão topológica falha. Neste caso devem-se bloquear todos os protocolos que usem TCP e autenticações basedas em direções. É como você mesmo disse, não é nada simples.
Em 11/06/2012 11:30, Eduardo Schoedler escreveu: > Em 11 de junho de 2012 11:21, Lucas<[email protected]> escreveu: > >> Seguinte, não adianta você limitar quantidade de consultas, pois >> dependendo da regra que você coloca na rede você caba facilitando o >> flood, por exemplo, você cria uma regra pra x acessos na su rede sem >> dropar e ai eu vou e flood e sou dropado, beleza, ai subo um script que >> vai determinar o limite de pacotes que posso enviar e faço o flood >> trabalhar no limite sem ser dropado, ai o proximo cliente legitimo que >> logar sera dropado, ou seja, seu servidor não cai, mas posso impedir que >> os outros clientes acessem. >> >> Tem um pulo do gato: >> >> 1. quando o cliente envia o primeiro SYN, envia também um número de 32 >> bits. chamado número de seqüência (vamos chamar de NS-C, número de >> seqüência do cliente) >> >> 2. quando o servidor recebe o SYN, ele também escolhe um NS para si >> (NS-S, número de seqüência do servidor) e devolve o pacote com dois >> números: o seu NS-S e o número de verificação, chamando de ACK >> (diferente do flag, este tem também 32 bits). Este segundo número nada >> mais é do que NS-C+1. >> >> 3. o cliente, ao completar o handshake, devolve NS-C+1 e NS-S + 1. >> >> Tente colocar uma regra baseada em syn cookie ai todo pacote te´ra uma >> autenticação e evite usar +1, use outro numero. Não resolve totalmente >> mas podera ajudar a dificultar o DOS >> >> > E como ficaria um ataque spoof? > E uma rede com muitos computadores? > > Não é tão simples quanto parece. > ------------------------- Histórico: http://www.fug.com.br/historico/html/freebsd/ Sair da lista: https://www.fug.com.br/mailman/listinfo/freebsd

