Pedro, nunca pensei nisto, mas tem uma certa lógica já que é a soma dos conhecimentos "latentes", isto é, disponíveis mas não explícitos... saudades do nosso Dr. Marcola que poderia nos ajudar (vou copia-lo)
mas desconfio que o theilhard pensava uma coisa menos complexa, era apenas o conhecimento planetário que atingia mais um grau de complexidade, talvez o primeiro grau... complexo = com plicas, com dobras segue um trechinho sobre a *tomada de consciência* extraído do livro do E.Morin de *Introdução ao Pensamento Complexo*, que é o primeiro livro do nosso Curso no IEC - Instituto de Estudos da Complexidade, na PUC A inteligência cega* *A tomada de consciência* Adquirimos conhecimentos inauditos sobre o mundo físico, biológico, psicológico, sociológico. Na ciência há um predomínio cada vez maior dos métodos de verificação empírica e lógica. As luzes da Razão parecem fazer refluir os mitos e trevas para as profundezas da mente. E, no entanto, por todo lado, erro, ignorância e cegueira progridem ao mesmo tempo que os nossos conhecimentos. Necessitamos de uma tomada de consciência radical: 1. A causa profunda do erro não está no erro de fato (falsa percepção) ou no erro lógico (incoerência), mas no modo de organização de nosso saber num sistema de idéias (teorias, ideologias); 2. Há uma nova ignorância ligada ao desenvolvimento da própria ciência; 3. Há uma nova cegueira ligada ao uso degradado da razão; 4. As ameaças mais graves em que incorre a humanidade estão ligadas ao progresso cego e incontrolado do conhecimento (armas termonucleares, manipulações de todo tipo, desregramento ecológico, etc.) Gostaria de mostrar que esses erros, ignorâncias, cegueiras e perigos têm um caráter comum resultante de um modo mutilador de organização do conhecimento, incapaz de reconhecer e de apreender a complexidade do real. * Extraído da contribuição ao colóquio Georges Orwell, Big Brother, um desconhecido familiar, 1984, “Mitos e realidades”, organizado pelo Conselho da Europa em colaboração com a Fundação Européia das Ciências, das Artes e da Cultura, apresentado por F. Rosenstiel e Shlomo Giora Shoham (L’Âge d’homme, 1986, p. 269-274). 10 2010/9/8 Pedro Mac <[email protected]> > > > Em 08/09/2010 20:33, AKA escreveu: > > > essa é a representação (grafo) da nossa rede de conhecimento > > (apenas uma ilustração) > > > > Noosfera > > > > Seria equivalente ao que o velho Carl Jung chamou de 'inconsciente > coletivo' no início do século passado? > > [ ]s > Pedro Mac > >
