Ah, nesse caso, além, dos citados por você, eu não me preocuparia também se 
fossem incluídos o Lulla, a Dillma,
o Frankllin...
Mas são situações diferentes.
Os momentos históricos são diferentes.
Sem ser preciso aprofundar a polêmica, mas lá atrás, a maior obra do Getúlio 
foi o tiro no peito. O que veio depois é outra história.
A derrubada do Batista em Cuba era necessária. O que foi feito 
posteriormente uma burrada siderúrgica.
A deposição do Jango foi um acerto. A ditadura militar, um desastre para o 
país possibilitando o aparecimento do PT e dos seus oportunistas. Estes 
tomaram o lugar de quem combateu o regime autoritário por idealismo.

Carlos Antônio.

----- Original Message ----- 
From: "Pedro Mac" <[email protected]>
To: <[email protected]>
Sent: Thursday, September 09, 2010 1:27 PM
Subject: Re: [gl-L] ''Lula fez deboche da quebra de sigilo''


De minha parte, como defensor (parcial) do Pinochet, me preocupa gente
morta como Celso Daniel e o Toninho do PT. E não me preocuparia nada,
muito pelo contrário, se fossem Dirceu, Jenoíno & cia, acho que os
autores de um 'serviço' desses mereceriam uma bolsa-trabalho-sujo
vitalícia do Governo, pelos importantíssimos serviços prestados à Nação.

[ ]s
Pedro Mac

Em 09/09/2010 13:03, Carlos Antônio escreveu:
>
> E o engraçado - ou trágico - é quem defende o Pinochet estar preocupado 
> com
> gente morta.
>
> Carlos Antônio.
>


Responder a