Não, isso é cagada interna mesmo.

Cansei de receber conta de cartão com valor de menos de R$3 e um aviso
enorme "extrato apenas informativo" e sem sequer o código de barras. 

Só quando fazem besteira é que cobram esse tipo de conta. Quando o
unicard resolveu me sacanear, não fiz por menos paguei a conta de R$0,04.
No gerente exclusivo. Com DUAS moedas de R$0,01. O cara ficou assustado.
Respodi: 

"como assim? Estou pagando 50% da fatura.."

Tenho por aqui em algum lugar, nos meses seguintes, depois da de R$0,02
vieram faturas de 1 centavo..



On Thu, 22 Jun 2006 21:00:30 -0300
"ccarloss" <[EMAIL PROTECTED]> wrote:

c> 
c> O custo operacional para se cobrar uma conta de 1 centavo é absurdamente 
maior que o valor da cobrança. Mas os bancos lucram tanto que se lixam pra isso.
c> 
c> Carlos Antônio.
c> 
c> 
c> ----- Original Message ----- 
c> From: <mailto:[EMAIL PROTECTED]>Vilaça 
c> To: [email protected] 
c> Sent: Thursday, June 22, 2006 7:14 PM
c> Subject: Re: [gl-L] Carta aberta ao BRADESCO
c> 
c> 
c> 
c>                    Tenho o cartão Visa com anuidade de 120 reais. Rece
c> bi o Mastercad, vinculado à mesma conta, de grátis. 
c> 
c>                     Liguei pro Visa e disse "não quero mais". Eles insisti
c> ram, mas eu bati pé: "não faz sentido eu pagar por algo que tenho 
c> de graça". Eles então decidiram que meu cartão Visa se   destina-
c> ria apenas a operações bancárias. 
c> 
c>                      Chegou o extrato no valor de 0,10 centavos !!!  Pa
c> guei e no mês seguinte chegou outro no valor de 0, 01 centavos !
c> Isso mesmo: UM centavo. Paguei e esqueci o assunto. 
c> 
c>                       Fico imaginando o trabalho que deve dar preparar
c> um extrato nesse valor. 
c>     
c> 
c> 
c> At 13:20 22/6/2006, you wrote:
c> 
c>      O BB já ligou pra um amigo meu por causa de um saldo devedor de QUATRO
c>      CENTAVOS. No meio do mês. Em uma CONTA-SALÁRIO. Da UFRJ. 
c>      
c>      Eu estava do lado, trabalhava num sindicato no fundão na época, eu e
c>      esse meu amigo éramos os únicos liberais, mas os comunas todos
c>      concordaram que foi uma coisa ridícula e adoraram presenciar o encostado
c>      do BB ser descascado...
c>      
c>      "Você tem idéia do seu custo? você custa muito mais que isso, só essa
c>      ligação já vale mais que quatro centavos, se essa merda fosse
c>      privatizada eu já estaria pedindo a sua cabeça, pois você dá prejuízo ao
c>      banco, eu nao vou pagar porra nenhuma, você que tente cancelar uma
c>      conta-salário de funcionário do SEU MAIOR CLIENTE.."
c>      
c>      enquanto isso o Nacional tinha oferecido até pra montar uma mini-agência
c>      dentro do Sindicato...
c>      
c>      On Thu, 22 Jun 2006 09:36:27 -0300
c>      "Claudiß" <<mailto:claudib.2006%40gmail.com>[EMAIL PROTECTED]> wrote:
c>      
c>      C> Certissimo. E outra: quer beneficios/vantagens? Fuja dos bancos
c>      C> oficiais (Brasil, CEF e quejandos). Os caras nao tao nem ai para
c>      C> voce. Afinal nao precisam ser taaaao produtivos assim.
c>      C> 
c>      C> Uma historinha que ilustra bem o fato: em 91, eu era cliente do BB,
c>      C> com mais de dez anos de cheque ouro, uma aplicacao no over
c>      C> (alguem lembra disso?), caderneta de poupanca da filha, eventuais
c>      C> entradas no cheque especial, bom relacionamento com o gerente,
c>      C> etc, enfim, cliente normalzao. Alem disso, minha entao empresa
c>      C> tinha conta no BB por forca de contratos com o governo. E era
c>      C> uma empresinha ate razoavel, que girava alguma grana por mes.
c>      C> 
c>      C> Por erro *meu* (nao tiro minha culpa nao), usei um cheque da
c>      C> conta pessoa fisica para pagar uma despesa da empresa. Eu
c>      C> nao lembro ao certo quanto era a quantia e nem que moeda o
c>      C> brasil usava na epoca, mas lembro que, por conta do valor do
c>      C> cheque, eu ultrapassei o limite do cheque em uma ninharia (hoje,
c>      C> seria algo em torno de 30 reaus, para um limite de 5.000,00)
c>      C> 
c>      C> Dois dias depois, o credor da divida me liga, informando que o
c>      C> cheque havia sio devolvido por falta de fundos. Depois de
c>      C> confirmar *meu* erro, pagar o cara e recuperar o cheque,
c>      C> fui direto pra agencia. O segurança ate me acompanhou aa
c>      C> plataforma, tamanha devia ser minha cara de enfezado.
c>      C> "Caraca, nem um telefonemazinho, sr. gerente??? Com dinheiro
c>      C> aplicado, com dinheiro na poupanca, com dinheiro na conta da
c>      C> empresa, nem um telefonema, caray???"
c>      C> 
c>      C> Voces precisavam ver a cara do sujeito, enquanto eu sacava
c>      C> todos os mundos e fundos e assinava o pedido de cancelamento
c>      C> da conta pessoa fisica. E so nao fechei a da empresa por causa
c>      C> de recebimentos do governo.
c>      C> 
c>      C> Qual o banco privado faria uma sacanagem dessa? Creio que
c>      C> nenhum. E olha que, naquela epoca, eu girava bem mais dinheiro
c>      C> do que faco hoje em dia.
c>      C> 
c>      C> On 6/21/06, Cardoso 
<<mailto:cardosolistas%40contraditorium.com>[EMAIL PROTECTED]> wrote:
c>      C> > Não precisa ser rico, é só não ser pobre.
c>      C> >
c>      C> > Se você tem saldo médio de R$10, meu caro, o banco não tem como 
fazer
c>      C> > milagre e lucrar em cima disso. E que eu saiba banco não trabalha 
por
c>      C> > caridade. Nem o Banco da Providência.
c>      C> >
c>      C> >
c>      C> > On Wed, 21 Jun 2006 16:34:27 -0300
c>      C> > RioBORG <<mailto:goldenlist-l%40oi.com.br>[EMAIL PROTECTED]> wrote:
c>      C> >
c>      C> > R> Nao sabia que havia tantos milionários por aqui....cuidado com 
os
c>      C> > R> sequestros.
c>      C> > R>
c>      C> > R> Nao sei se voce sabe, mas os lucros faraonicos obtidos pelos 
bancos nos
c>      C> > R> ultimos 10 anos aqui no Brasil foram conseguidos nao somente 
com as
c>      C> > R> taxas altissimas de juros, mas principalmente pelo aumento 
absurdo das
c>      C> > R> taxas bancarias, taxas e mais taxas inventadas que antes nao 
fazia o
c>      C> > R> menor sentido serem cobradas.
c>      C> > R>
c>      C> > R> Entao, meu caro, um milionário como voce vale muito menos pro 
banco do
c>      C> > R> que os pobretoes que pagam taxas e mais taxas.
c>      C> > R>
c>      C> > R> O banco nao quer gente como voce... prefere os que se sujeitam 
a pagar
c>      C> > R> as mais diversas taxas, sao essas pessoas a razao da existencia 
desse
c>      C> > R> negocio atualmente.
c>      C> > R>
c>      C> > R> []s
c>      C> > R> Bruno
c>      C> > R>
c>      C> > R> Cardoso escreveu:
c>      C> > R> >
c>      C> > R> > Caro cliente;
c>      C> > R> >
c>      C> > R> > Se você é tão pobre que não consegue movimentar dinheiro 
suficiente para
c>      C> > R> > ser isento de taxas, só lamentamos. Tente o banco postal. 
Obrigado.
c>      C> > R> >
c>      C> > R> > On Tue, 20 Jun 2006 20:25:38 -0300
c>      C> > R> > RioBORG <<mailto:goldenlist-l%40oi.com.br>[EMAIL PROTECTED] 
<mailto:goldenlist-l%40oi.com.br>> wrote:
c>      C> > R> >
c>      C> > R> > R> *_CARTA ABERTA AO BRADESCO_*
c>      C> > R> > R>
c>      C> > R> > R> Senhores Diretores do Bradesco,
c>      C> > R> > R>
c>      C> > R> > R>
c>      C> > R> > R> Gostaria de saber se os senhores aceitariam pagar uma 
taxa, uma
c>      C> > R> > pequena
c>      C> > R> > R> taxa mensal, pela existência da padaria na esquina de sua 
rua, ou pela
c>      C> > R> > R> existência do posto de gasolina ou da farmácia ou da 
feira, ou de
c>      C> > R> > R> qualquer outro desses serviços indispensáveis ao nosso 
dia-a-dia.
c>      C> > R> > R>
c>      C> > R> > R> Funcionaria assim: todo mês os senhores, e todos os 
usuários, pagariam
c>      C> > R> > R> uma pequena taxa para a manutenção dos serviços (padaria, 
feira,
c>      C> > R> > R> mecânico, costureira, farmácia etc.). Uma taxa que não 
garantiria
c>      C> > R> > nenhum
c>      C> > R> > R> direito extraordinário ao pagante. Existente apenas para 
enriquecer os
c>      C> > R> > R> proprietários sob a alegação de que serviria para manter 
um serviço de
c>      C> > R> > R> alta qualidade.
c>      C> > R> > R>
c>      C> > R> > R> Por qualquer produto adquirido (um pãozinho, um remédio, 
uns litros de
c>      C> > R> > R> combustível etc.) o usuário pagaria os preços de mercado 
ou,
c>      C> > R> > dependendo
c>      C> > R> > R> do produto, até um pouquinho acima.
c>      C> > R> > R>
c>      C> > R> > R> Que tal?
c>      C> > R> > R>
c>      C> > R> > R> Pois, ontem saí de seu Banco com a certeza que os senhores
c>      C> > R> > concordariam
c>      C> > R> > R> com tais taxas. Por uma questão de equidade e de 
honestidade.
c>      C> > R> > R>
c>      C> > R> > R> Minha certeza deriva de um raciocínio simples. Vamos 
imaginar a
c>      C> > R> > seguinte
c>      C> > R> > R> cena: eu vou à padaria para comprar um pãozinho. O padeiro 
me atende
c>      C> > R> > R> muito gentilmente. Vende o pãozinho. Cobra o embrulhar do 
pão, assim
c>      C> > R> > R> como, todo e qualquer serviço. Além disso, me impõe taxas. 
Uma
c>      C> > R> > "taxa de
c>      C> > R> > R> acesso ao pãozinho", outra "taxa por guardar pão 
quentinho" e ainda
c>      C> > R> > uma
c>      C> > R> > R> "taxa de abertura da padaria". Tudo com muita cordialidade 
e muito
c>      C> > R> > R> profissionalismo, claro.
c>      C> > R> > R>
c>      C> > R> > R> Fazendo uma comparação que talvez os padeiros não 
concordem, foi o que
c>      C> > R> > R> ocorreu comigo em seu Banco.
c>      C> > R> > R>
c>      C> > R> > R> Financiei um carro. Ou seja, comprei um produto de seu 
negócio. Os
c>      C> > R> > R> senhores me cobraram preços de mercado. Assim como o 
padeiro me
c>      C> > R> > cobra o
c>      C> > R> > R> preço de mercado pelo pãozinho.
c>      C> > R> > R>
c>      C> > R> > R> Entretanto, diferentemente do padeiro, os senhores não se
c>      C> > R> > satisfazem me
c>      C> > R> > R> cobrando apenas pelo produto que adquiri.
c>      C> > R> > R>
c>      C> > R> > R> Para ter acesso ao produto de seu negócio, os senhores me 
cobraram uma
c>      C> > R> > R> "taxa de abertura de crédito" - equivalente àquela 
hipotética "taxa de
c>      C> > R> > R> acesso ao pãozinho", que os senhores certamente achariam 
um absurdo e
c>      C> > R> > R>
c>      C> > R> > R> se negariam a pagar.
c>      C> > R> > R>
c>      C> > R> > R> Não satisfeitos, para ter acesso ao pãozinho, digo, ao 
financiamento,
c>      C> > R> > R> fui obrigado a abrir uma conta corrente em seu Banco. Para 
que isso
c>      C> > R> > R> fosse possível, os senhores me cobraram uma "taxa de 
abertura de
c>      C> > R> > conta".
c>      C> > R> > R>
c>      C> > R> > R> Como só é possível fazer negócios com os senhores depois 
de abrir uma
c>      C> > R> > R> conta, essa "taxa de abertura de conta" se assemelharia a 
uma "taxa de
c>      C> > R> > R> abertura da padaria", pois, só é possível fazer negócios 
com o padeiro
c>      C> > R> > R> depois de abrir a padaria.
c>      C> > R> > R>
c>      C> > R> > R> Antigamente, os empréstimos bancários eram popularmente 
conhecidos
c>      C> > R> > como
c>      C> > R> > R> "Papagaios". Para liberar o "papagaio", alguns gerentes 
inescrupulosos
c>      C> > R> > R> cobravam um "por fora", que era devidamente embolsado. 
Fiquei com a
c>      C> > R> > R> impressão que o Banco resolveu se antecipar aos gerentes
c>      C> > R> > inescrupulosos.
c>      C> > R> > R> Agora ao invés de um "por fora" temos muitos "por dentro".
c>      C> > R> > R>
c>      C> > R> > R> - Tirei um extrato de minha conta - um único extrato no 
mês – os
c>      C> > R> > R> senhores me cobraram uma taxa de R$ 5,00.
c>      C> > R> > R>
c>      C> > R> > R> - Olhando o extrato, descobri uma outra taxa de R$ 7,90 
"para a
c>      C> > R> > R> manutenção da conta" - semelhante àquela "taxa pela 
existência da
c>      C> > R> > R> padaria na esquina da rua".
c>      C> > R> > R>
c>      C> > R> > R> - A surpresa não acabou: descobri outra taxa de R$ 22,00 a 
cada
c>      C> > R> > R> trimestre - uma taxa para manter um limite especial que 
não me dá
c>      C> > R> > nenhum
c>      C> > R> > R> direito. Se eu utilizar o limite especial vou pagar os 
juros (preços)
c>      C> > R> > R> mais altos do mundo. Semelhante àquela "taxa por guardar o 
pão
c>      C> > R> > quentinho".
c>      C> > R> > R>
c>      C> > R> > R> - Mas, os senhores são insaciáveis. A gentil funcionária 
que me
c>      C> > R> > atendeu,
c>      C> > R> > R> me entregou um caderninho onde sou informado que me 
cobrarão taxas por
c>      C> > R> > R> toda e qualquer movimentação que eu fizer.
c>      C> > R> > R>
c>      C> > R> > R> Cordialmente, retribuindo tanta gentileza, gostaria de 
alertar que os
c>      C> > R> > R> senhores esqueceram de me cobrar o ar que respirei 
enquanto estive nas
c>      C> > R> > R> instalações de seu Banco.
c>      C> > R> > R>
c>      C> > R> > R> Por favor, me esclareçam uma dúvida: até agora não sei se 
comprei um
c>      C> > R> > R> financiamento ou se vendi a alma?
c>      C> > R> > R>
c>      C> > R> > R> Depois que eu pagar as taxas correspondentes, talvez os 
senhores me
c>      C> > R> > R> respondam informando, muito cordial e profissionalmente, 
que um
c>      C> > R> > serviço
c>      C> > R> > R> bancário é muito diferente de uma padaria. Que sua 
responsabilidade é
c>      C> > R> > R> muito grande, que existem inúmeras exigências 
governamentais, que os
c>      C> > R> > R> riscos do negócio são muito elevados etc. e tal. E, 
ademais, tudo o
c>      C> > R> > que
c>      C> > R> > R> estão cobrando está devidamente coberto por lei, 
regulamentado e
c>      C> > R> > R> autorizado pelo Banco Central.
c>      C> > R> > R>
c>      C> > R> > R> Sei disso.
c>      C> > R> > R>
c>      C> > R> > R> Como sei, também, que existem seguros e garantias legais 
que protegem
c>      C> > R> > R> seu negócio de todo e qualquer risco. Presumo que os 
riscos de uma
c>      C> > R> > R> padaria, que não conta com o poder de influência dos 
senhores, talvez
c>      C> > R> > R> sejam muito mais elevados.
c>      C> > R> > R>
c>      C> > R> > R> Sei que são legais.
c>      C> > R> > R>
c>      C> > R> > R> Mas, também sei que são imorais. Por mais que estejam 
garantidas em
c>      C> > R> > lei,
c>      C> > R> > R> tais taxas são uma imoralidade.
c>      C> > R> > R>
c>      C> > R> > R>
c>      C> > R> > R> Delman Ferreira
c>      C> > R> > R>
c>      C> > R> > R> Brasília, 30 de maio de 2006
c>      C> > R> > R>
c>      C> > R> > R>
c>      C> > R> > R>
c>      C> > R> > R> ---
c>      C> > R> > R>
c>      C> > R> > R> Não leve nada pro lado pessoal. Apenas divirta-se.
c>      C> > R> > R>
c>      C> > R> > R> Comentários: 
<http://www.yahoogroups.com/group/goldenlist-L/messages>www.yahoogroups.com/group/goldenlist-L/messages
c>      C> > R> > R>
c>      C> > R> > R> Newsletter: 
<http://www.yahoogroups.com/group/goldenlist/messages>www.yahoogroups.com/group/goldenlist/messages
c>      C> > R> > R>
c>      C> > R> > R> Yahoo! Groups Links
c>      C> > R> > R>
c>      C> > R> > R>
c>      C> > R> > R>
c>      C> > R> > R>
c>      C> > R> > R>
c>      C> > R> > R>
c>      C> > R> > R>
c>      C> > R> > R>
c>      C> > R> >
c>      C> > R> > Allgemeinen Anschulterlaubnis
c>      C> > R> > Cardoso <<mailto:cardoso%40pobox.com>[EMAIL PROTECTED] 
<<mailto:[EMAIL PROTECTED]>mailto:cardoso%40pobox.com>> - SkypeIn:
c>      C> > R> > (11) 3711-2466 / (41) 3941-5299
c>      C> > R> > vida digital: http://www.contraditorium.com
c>      C> > R> > <http://www.contraditorium.com> site pessoal e blog:
c>      C> > R> > http://www.carloscardoso.com 
<<http://www.carloscardoso.com/>http://www.carloscardoso.com>
c>      C> > R> >
c>      C> > R> >
c>      C> > R>
c>      C> > R>
c>      C> > R>
c>      C> > R>
c>      C> > R> ---
c>      C> > R>
c>      C> > R> Não leve nada pro lado pessoal. Apenas divirta-se.
c>      C> > R>
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c>      C> > R>
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c>      C> >
c>      C> > Allgemeinen Anschulterlaubnis
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http://www.carloscardoso.com
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c>      C> >
c>      C> > ---
c>      C> >
c>      C> > Não leve nada pro lado pessoal. Apenas divirta-se.
c>      C> >
c>      C> > Comentários: 
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c>      C> >
c>      C> > Newsletter: 
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c>      C> > Yahoo! Groups Links
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c>      C> >
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c>      C> ---
c>      C> 
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