eu vi o desenho !  é o PIROCÃO !

Em 03/07/06, mascarenhascastro <[EMAIL PROTECTED]> escreveu:
Não acredito em NADA que esse senhor fala. Mas a notícia é curiosa.
Repassando, não sei a fonte:


Projeto concebido para Copacabana encanta o prefeito, mas Cesar sugere
a implantação na Zona Portuária

Forte tabu num país que cultua a sensualidade, o sexo é o pilar sobre
o qual um jovem arquiteto criou um projeto que encantou Cesar Maia,
chegou à final de um dos mais importantes prêmios do país e, caso
encontre patrocinadores, pode ser materializado no Rio. A Cidade do
Sexo, um centro de estudos, comércio, entretenimento, memória e
medicina ligados ao tema, foi concebida por Igor de Vetyemy para
ocupar a Avenida Princesa Isabel, em Copacabana, uma zona de prostituição.

Antecipando-se à polêmica em torno da escolha do espaço, Cesar
ofereceu ao arquiteto um helicóptero para sobrevoar o Rio e escolher
outra área. O prefeito sugere a Zona Portuária. A construção e a
administração caberiam à iniciativa privada. Vetyemy estima em algo
como R$260 milhões o custo de implantação, com a geração de mil
empregos nas obras e 300 na abertura. O poder público facilitaria o
processo e participaria dos debates com a sociedade.

— Há museus em Amsterdã, Londres, que tratam da sexualidade. Mas esse
centro seria o primeiro a integrar estudos, museu, saúde e atendimento
social ao sexo em si. No Rio, culto ao corpo, sensualidade e
sexualidade não são explorados de forma positiva — diz Vetyemy.

Projeto prevê isolamento térmico e acústico

O projeto se baseia nos preceitos da chamada arquitetura líquida, que
tem entre os projetos mais famosos o centro de exposições de Weil am
Rheim, na Alemanha, da arquiteta iraniana Zaha Hadid, e o escritório
de arquitetura FOA, em Barcelona. O conceito se materializa em
construções de formas fluidas, sem a rigidez dos prédios tradicionais.
No projeto de Vetyemy, a sinuosidade do edifício remete à prática sexual.

O grande e contínuo prédio é dividido em cinco setores: centro de
estudos e pesquisa; centro de medicina, centro de entretenimento
(onde, entre outras atrações, haveria cabines isoladas nas quais se
poderia fazer sexo), centro de comércio com lojas ligadas ao tema da
sexualidade e museu.

A tecnologia a ser empregada foi desenvolvida pela Coppe/UFRJ.
Trata-se de uma malha modular de compósito (liga química de plásticos
reciclados reforçados por fios de aço), que receberia o revestimento
de travesseiros de ar moldados em PVC, o que proporcionaria isolamento
térmico e acústico.

Um dos pontos mais polêmicos são as cabines — ou cápsulas — para a
prática sexual. Mediante o pagamento com algumas moedas, qualquer um
poderia dar à cápsula um uso similar aos dos quartos de motel. As
estruturas de espuma seriam adaptadas para a prática de posições do
"Kama Sutra", o tratado sexual indiano celebrizado pelos movimentos
acrobáticos descritos. Não haveria espaço específico para
prostituição, que já ocorre nas ruas.

O prefeito elogia o projeto, que considera "excelente" e "de cunho
educativo". Mas acredita que o nome Cidade do Sexo poderia provocar um
efeito inverso ao desejado:

— Sou certamente favorável a esse projeto, e acredito que seu conteúdo
não tem esse objetivo (de promover oba-oba em torno do sexo). O
desenho da cobertura e o nome poderiam provocar resistências. Creio
que com pequenas adaptações elas seriam vencidas.

Na reunião em que conheceu o projeto, Cesar contou ter ouvido do
prefeito de Paris, Bertrand Delanoë, uma interessante consideração
sobre o Rio durante recente encontro de prefeitos na França:

— Ele me disse que o Rio é a única cidade do mundo cujo tema é o
corpo. Acho que esse projeto, nessa concepção, tem tudo a ver conosco.


Arquiteto levou nota 10 com louvor

Caso fosse construída em Copacabana, como pensado originalmente, a
Cidade do Sexo exigiria que o fluxo de veículos da Princesa Isabel
fosse transferido para túneis subterrâneos. Isso, na avaliação de
Vetyemy, contribuiria para atenuar engarrafamentos constantes no
cruzamento da avenida com a Nossa Senhora de Copacabana, abolindo
sinais de trânsito.

Apresentado por Vetyemy no curso de graduação em arquitetura da UFRJ,
o projeto obteve nota 10 com louvor unânime da banca, encabeçada pela
professora Flávia de Faria, também orientadora. A própria universidade
o inscreveu no concurso Opera Prima. Promovido por uma indústria de
matérias-primas, é um dos mais importantes a premiar jovens arquitetos
no país. Vetyemy é finalista e tem garantida pelo menos a menção
honrosa. O ganhador será anunciado em agosto.






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