Kleber,
 
Estou enviando para a lista para que mais pessoas tomem conhecimento do que se faz no RJ e por extensão no Brasil.
A notícia é de A Voz Da Serra, edição de 05/09/2006.
Prepare as armas.
 
Carlos Antônio.
Editorial

Mata intocada
ASSIM COMO existem políticos que nada propõem, outros não deveriam nada sugerir, posto que suas proposições fogem ao interesse comum. É o caso do deputado Alessandro Calazans que, conforme noticiou Giuseppe Massimo em sua coluna deste último fim de semana, apresentou projeto de lei propondo a extinção da Área de Proteção Ambiental (APA) de Macaé de Cima.
A PREOCUPAÇÃO aumenta quando se recorda de recente arrombamento do posto de monitoramento ambiental da reserva, num duro recado contra os preservacionistas contrários à expansão imobiliária na região. As duas atitudes provocam a indignação dos ambientalistas e, de resto, de todas as comunidades atingidas.
POSSÍVEL OU não, a proposta do deputado que tenta a reeleição reacende a questão da vigilância ambiental em Nova Friburgo, a proteção à Mata Atlântica e a normatização do uso das suas áreas. Com 45% de sua área coberta pela Mata Atlântica, o município tem em Macaé de Cima a sua mais importante reserva ecológica e não pode abrir mão desse direito.
A IMENSA área de Mata Atlântica friburguense não pode ficar à mercê de gananciosos, que disseminam a especulação imobiliária, transformando áreas de plantio em condomínios e casas de veraneio, afastando o homem do cultivo da terra, mudando o quadro social de microrregiões. Tais empreendimentos investem contra a beleza dos locais, frustrando os turistas que vêm em busca de um refúgio natural com a mínima intervenção humana.
O TURISMO ecológico em Nova Friburgo existe em função da Mata Atlântica. Com uma extensa cobertura vegetal a cidade preserva um importante ecossistema, sendo motivo de visitação não só de ambientalistas, como também de turistas em busca das belezas naturais. Como patrimônio de valor ecológico indiscutível, a reserva de Macaé de Cima é um santuário que deve ser objeto de uso e visitação parcimoniosos.
A MATA Atlântica de Macaé de Cima, protegida por lei municipal, não pode ser desconsiderada por qualquer político, haja vista sua extrema vinculação com o complexo ambiental do Estado do Rio.Trata-se de um ecossistema de grande valor, com um importante manancial e parte integrante dos circuitos ecológicos de maior beleza no estado, além de fonte de atração permanente, motivando sempre a vinda de turistas.
PORÉM, devemos mantê-la afastada dos perigos da esperteza humana. Nosso maior patrimônio ambiental não pode ser atacado.


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Não leve nada pro lado pessoal. Apenas divirta-se.

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