Oi Rubens

Mas tem uma faceta que o ensino ou a pesquisa podem dar para o 
profissional que o mercado não dá. A liberdade de pensar em coisas não 
produtivas, por exemplo. Ou, pelo menos, que não sejam capazes de gerar 
dinheiro em um prazo curto de tempo.

Quando se gosta de mexer com problemas teóricos, quando não se tem 
paciência para a administração chatérrima, de repente pode ser uma 
solução estar ligado ao ensino e aos empregos públicos.

Mas, evidentemente, o sucesso financeiro acontece em poucos casos.

Se esse sucesso for a única forma de avaliar o profissional, acho que vc 
tem razão e na absoluta maioria dos casos.
___

Beijins
Fa
----------------------------------------------------------------
"A campanha contra a dengue é simplesmente o fim da picada."
----------------------------------------------------------------


Rubens escreveu:
> ...
> 
>  PP| Lembrou-me uma frase do FHC, falando de pesquisadores: "Se 
>    | a pessoa não consegue produzir, coitado, vai ser professor 
>    | e dar aula a vida inteira".  Depois, ainda dizem que é o 
>    | outro que não tem os professores em boa conta. :-) :-) 
> 
> 
>      Mas aí é a patrulha do Politicamente Correto atacando
>      novamente...  :-P   Todo mundo diz e pensa exatamente
>      isso: quem é bom, está no mercado de trabalho (e pode
>      ate dar aula, como um *complemento*);  quem nao é tao
>      bom (ou é medíocre mesmo), vai *apenas* dar aulas, ou
>      entao pega um emprego publico.
> 
>      Tem ate ditado de sabedoria popular para isso: "quem
>      sabe faz, quem nao sabe ensina".    :-)
> 
>      Mas se é alguem conhecido quem meramente repete o que
>      todo mundo ja "sabe", a patrulha PC já cai em cima.
> 
> 
>                                [ ] Rubens
> 
> ---
>  Eu ja perguntei isso aqui uma vez:  existe algum país
>  onde professor seja mais valorizado do que quem produz?
>  (isto é, quem efetivamente trabalha na profissao que
>  ensina).
> 

<<inline: 00simbosex.jpg>>

Responder a