------------------------ Yahoo! Groups Sponsor --------------------~--> 
Make a clean sweep of pop-up ads. Yahoo! Companion Toolbar.
Now with Pop-Up Blocker. Get it for free!
http://us.click.yahoo.com/L5YrjA/eSIIAA/yQLSAA/vzIolB/TM
--------------------------------------------------------------------~-> 

Eis o coment�rio que recebi do amigo Luiz Carvalho, vulgo LCM, sobre a entrevista da 
Prof� Laura Kipnis.

- c.a.t.

---

Prezado Big Boss, com todo o respeito, permita agredir o texto, externando minha 
opini�o.

A obriga��o de amar que se refere a professora � uma imposi��o social que aceitamos ou 
n�o, desde que estejamos inseguros e conseq�entemente abertos � opini�o alheia para 
tentarmos acahar a nossa. 

47 anos de idade, mais pra l� do que pra c�, solteira, frustrada pois, atravessando 
v�rios longos relacionamentos dos quais n�o segurou nem um - Jung j� come�aria 
explicar.

A humanidade vem h� milhares de anos e de vidas - e n�s fazemos parte da humanidade - 
acumulando sentimentos bons e maus (vide a historia do cristianismo, de Roma-Mois�s, 
etc...), entre os quais o Orgulho e o Ego�smo t�m destaque de primeira p�gina e Jornal 
Nacional. 

Deus, Ala, Tup�, For�a Suprema, ou o que desejarem chamar Deus (n�s crist�os 
acreditamos em Deus), nos deu a oportunidade rara de aniquilar o Ego�smo, atrav�s da 
constru��o da c�lula familiar. � atrav�s do n�cleo familiar, que o sentimento eg�latra 
se destr�i. Quando passamos a dividir nossa vida com algu�m, nossa cama, nosso tempo, 
nosso banheiro, nosso ar que respiramos, e at� pasmem, nos pegamos em ocasi�es a 
defender nosso parceiro, mesmo quando ele n�o tem l� muita raz�o. A� o ego�smo tem sua 
derrocada, mas nunca � aniquilado, est� sempre de tocaia, com as unhas de fora. Um s� 
vacilo e ele se instala de novo, dono que � do espa�o a milhares, milhares... Fica 
enfraquecido mais ainda, quando da rela��o surgem filhos, naturais, adotados, seja o 
que for, pois a divis�o fica ainda maior. A aten��o agora passa a ser com mais um, 
dois, tr�s... 

Amigos meus atestam que s� perceberam o erro de cria��o do filho �nico, quando o 
segundo chegou. Mas a professora entrou em fal�ncia v�rias vezes, quando deixou que o 
ego�smo recrudescesse, ao fim de seus relacionamentos - n�o interessa o motivo, pois 
todos acham que t�m raz�o (Ter raz�o � um perigo: Em geral enfeia o amor, pois � 
invocado com justi�a mas na hora errada. Amar bonito � saber a hora de ter raz�o.) j� 
disse o Mestre Arthur da T�vola. A� est� o mais dif�cil, manter uma rela��o por muitos 
anos, passando dos est�gios da paix�o ao amor, � amizade, tudo envolvido pela 
cumplicidade.

O falido, nunca assume a incompet�ncia. � sempre o credor que n�o teve paci�ncia, o 
mercado que mudou, a falta e capital de giro e vai por a�. Talvez ela devesse ler 
Arthur da T�vola em "Do Amor - Ensaios de Enigma" pelo menos para ler a teoria. N�o 
costumo dar muita import�ncia para materias do povo americano, falido em todos os 
sentidos, morais, pessoais, profissionais... 

Dou muito valor ao latino que tem na alma a ess�ncia do amor. Dou muito valor a quem 
mesmo aos trancos e barrancos leva uma familia adiante (e a� Deus colocou a mulher 
para esse papel, como m�e ou esposa ag�entar todo tipo de barra), unicamente �s custas 
do amor e da consci�ncia do que quis e criou. C�lula mater, derruba todas as teorias 
que alimentam os psiquiatras. Como alma g�mea � figura po�tica, o que verdadeiramente 
une as pessoas � a vibra��o do psiquismo. Sejam de que sexo forem, e a� vai a uni�o de 
mesmo sexo, al�m de outros fatores como Karma, provas, expia��es... 

Falei demais e come�o a entrar em �rea que tudo tem a ver com a quest�o mas n�o � 
hora. Perd�o por tomar seu tempo, mas mordo a isca, sempre que vejo ou leio bobagens 
acerca da vida. 

by lcm

---

- c.a.t.
  iis.com.br/~cat/


----- Original Message ----- 
From: "Carlos Alberto Teixeira" <[EMAIL PROTECTED]>
To: <Undisclosed-Recipient:;>
Sent: Wednesday, May 26, 2004 12:02 AM
Subject: [gl] << Contra o amor >>

VEJA - Edi��o 1854 - 19 de maio de 2004

Entrevista nas p�ginas amarelas: 

   Laura Kipnis - Contra o amor 

A pesquisadora americana diz
que a obriga��o de se apaixonar
tornou as pessoas mais infelizes 

Diogo Schelp 

A americana Laura Kipnis, professora de comunica��es na Universidade Northwestern, em 
Illinois, nos Estados Unidos, contesta alguns dos conceitos mais sagrados da 
sociedade, como o amor, o casamento e a monogamia. Em Against Love - A Polemic (Contra 
o Amor - Uma Pol�mica, que ser� publicado neste ano no Brasil), livro de grande 
repercuss�o lan�ado em 2003 nos Estados Unidos, ela diz que, no mundo moderno, o amor 
passou a ser visto como a solu��o para as d�vidas existenciais do ser humano - e que 
isso � uma tremenda encrenca. A expectativa quanto � felicidade que o amor deve 
proporcionar complicou o casamento e outros tipos de rela��o est�vel, pois exige do 
casal um esfor�o in�dito para que as coisas d�em certo. Para a professora, essa nova 
realidade � uma enorme fonte de stress e depress�o. Autora de outros dois livros que 
analisam as rela��es entre sexualidade e pol�tica, ela prepara agora um volume sobre 
esc�ndalos sexuais. Laura - que tem 47 anos e est� solteira, mas j� passou por longos 
relacionamentos - falou a VEJA de Chicago, onde mora. 

Veja - O amor traz felicidade?
Laura - N�o exatamente. A id�ia de que o amor leva � felicidade � uma inven��o 
moderna. A gente aprende a acreditar que o amor deve durar para sempre e que o 
casamento � o melhor lugar para exerc�-lo. No passado n�o havia tanto otimismo quanto 
� longevidade da paix�o. Romeu e Julieta n�o � uma hist�ria feliz, � uma trag�dia. O 
mito do amor rom�ntico que leva ao casamento e � felicidade � uma inven��o do fim do 
s�culo XVIII. Nas �ltimas d�cadas, a expectativa quanto ao casamento como o caminho 
para a realiza��o pessoal cresceu muito. A decep��o e a insatisfa��o cresceram junto.  
 

Veja - Ou seja, enquanto antes as pessoas sofriam porque os casamentos eram 
arranjados, hoje sofrem porque acham que devem encontrar a pessoa ideal?
Laura - Exato. Imagine algu�m dizer que � contra o amor. � considerado um herege. As 
propagandas, as novelas, os filmes, os conselhos dos parentes, tudo contribui para 
promover os benef�cios do amor. Deixar de amar significa n�o alcan�ar o que � mais 
essencialmente humano. O casamento � envolto pelo mesmo tipo de cobran�a. E, quando 
cai por terra a expectativa do romance e da atra��o sexual eternos, surge a pergunta: 
"O que h� de errado comigo?". O diagn�stico dos terapeutas � "inabilidade para se 
estabelecer" ou "imaturidade". N�o � � toa que as pessoas consomem cada vez mais 
antidepressivos. A quest�o que eu coloco �: talvez o problema n�o seja do indiv�duo, 
mas da incapacidade do casamento em cumprir as promessas de felicidade.   

Veja - E por que o casamento n�o satisfaz? 
Laura - O casamento transforma pessoas agrad�veis em tiranos dom�sticos. Criticar os 
h�bitos do parceiro torna-se a conversa-padr�o do casal e a divers�o favorita passa a 
ser modificar o comportamento do c�njuge. Existe algum momento na vida do casal que 
n�o seja permeado por regras, desde o modo como voc� coloca os pratos na m�quina de 
lavar lou�a at� o que pode dizer em uma festa? Nos Estados Unidos, apenas 38% das 
pessoas consideram-se felizes em seu casamento.   

Veja - Se casar � t�o ruim, por que h� tanta gente que tenta duas, tr�s vezes?
Laura - Essas pessoas provavelmente acreditam que o problema n�o esteja na institui��o 
em si ou nas suas expectativas imposs�veis. Para esses otimistas, o problema � que por 
algum motivo eles falharam em encontrar a pessoa certa ou cometeram algum erro. Ficam 
imaginando: "Se eu tivesse colocado as meias no cesto de roupa suja em vez de 
larg�-las no corredor, tudo teria dado certo".   

Veja - A institui��o casamento vai desaparecer?
Laura - Nos Estados Unidos, o �ndice de div�rcio � de 50%, o que d� uma id�ia da 
fragilidade da institui��o. Al�m disso, a propor��o de casas sustentadas por solteiros 
est� aumentando. Mas eu n�o acho que a institui��o casamento v� acabar. Vai, isso sim, 
mudar muito. A primeira mudan�a � econ�mica. Cada vez mais os c�njuges t�m 
independ�ncia financeira um do outro. A segunda mudan�a � que mais e mais jovens est�o 
tratando seu primeiro casamento como algo tempor�rio. Ou seja, as pessoas come�am um 
casamento no qual elas j� imaginam que n�o v�o ficar. � s� mais uma experi�ncia de 
vida. 

Veja - No entanto, os gays lutam para ter o direito de se casar. Por qu�?
Laura - H� um claro motivo pr�tico. Eles buscam os mesmos direitos a benef�cios 
sociais que a sociedade d� aos heterossexuais. H� tamb�m uma raz�o simb�lica. Afinal, 
se o casamento gay � aprovado legalmente, significa que o governo est� testemunhando e 
endossando uma op��o de vida. Algumas pessoas consideram isso importante. Eu 
sinceramente acho que n�o leva a nada. � surpreendente que esse seja o resultado da 
libera��o homossexual, conquistada com tanta luta e enfrentando tantos preconceitos. 
Qual � o valor de o governo se envolver no relacionamento dessas pessoas?   

Veja - Como salvar um casamento?
Laura - A� � que est�. Para que tentar salvar um casamento fracassado? A verdade � que 
h� uma ind�stria enorme que lucra com a infelicidade no casamento. Voc� tem drogas 
como o Viagra, para resolver o problema da falta de desejo, tem terapia, livros de 
auto-ajuda, pornografia para casais e antidepressivos. A impress�o que se tem � que o 
maior beneficiado com a manuten��o do casamento n�o � o indiv�duo em si, mas a 
sociedade em geral. O indiv�duo est� cada vez mais estressado e deprimido porque � 
infeliz no casamento.   

Veja - N�o vale a pena esfor�ar-se para que um relacionamento d� certo?
Laura - N�o � isso. Apenas espero que as pessoas tentem descobrir quem realmente lucra 
com esse esfor�o. Impressiona como a ret�rica da f�brica est� se tornando a linguagem 
do amor. Abra um desses livros de auto-ajuda que pretendem salvar casamentos ou preste 
aten��o nas express�es que os terapeutas usam. Todos dizem que temos de "trabalhar com 
mais intensidade a rela��o" ou "nos esfor�ar mais pelo sucesso do casamento". Virou 
lugar-comum dizer isso. Quer coisa mais desestimulante do que "trabalhar" a quest�o 
sexual com seu parceiro? Se � assim, se sexo e amor s�o trabalho, precisamos saber 
quem est� lucrando com isso.   

Veja - Qual o papel do adult�rio na sociedade?
Laura - Os seres humanos s�o animais que procuram o prazer. Claro que na maior parte 
do tempo temos de renunciar a isso. Afinal, usamos roupas e n�o sa�mos por a� fazendo 
sexo com todo mundo. Mas a quest�o �: quanto de ren�ncia de nossos desejos a sociedade 
exige, em rela��o � quantidade de gratifica��o que ela nos d� em troca? O ad�ltero 
provavelmente acha que a ren�ncia exigida � grande demais. Temos de reconhecer que, se 
o casamento n�o est� entregando a felicidade prometida, � natural que as pessoas 
procurem outras fontes compensat�rias de satisfa��o, seja no adult�rio, seja em doses 
triplas de mart�ni.   

Veja - A senhora � uma entusiasta do adult�rio?
Laura - N�o, absolutamente. O adult�rio � apenas um complemento, uma vaz�o para os 
desejos mais b�sicos do ser humano, mas n�o muda o cerne do problema, que � o 
casamento. Na verdade, o adult�rio sustenta o casamento e permite que aquela situa��o 
de infelicidade persista. � apenas uma forma de protesto � lei da fidelidade, mas n�o 
tem potencial transformador. Para mudar alguma coisa, deveria ser um protesto aberto. 
Mas � �bvio que � secreto. Talvez seja interessante ver o adult�rio como um jeito 
improdutivo de experimentar o amor, desprovido da �tica do trabalho que tanto impregna 
os relacionamentos nos dias de hoje. 

Veja - Nelson Rodrigues, um dramaturgo brasileiro, escreveu que a fidelidade deveria 
ser opcional, n�o obrigat�ria. A senhora concorda?
Laura - Concordo. Na maioria das vezes as pessoas optam pela fidelidade, ao mesmo 
tempo que a consideram uma obriga��o. H� tanta press�o social nesse terreno que � 
dif�cil separar o que � op��o pessoal do que � imposi��o. H� duas formas de press�o 
pela fidelidade. A primeira, entre quatro paredes, � o ci�me, um sentimento 
inquestion�vel. Ningu�m gosta que o parceiro olhe para outra pessoa. E muitos se 
sentem no direito de controlar os movimentos do companheiro, para ter certeza de que 
n�o est�o sendo tra�dos. Claro que isso � fruto da inseguran�a e do medo de ser 
abandonado. Pode ser um paradoxo, mas os desejos do parceiro acabam se tornando uma 
amea�a. A outra forma de press�o pela fidelidade � social. A sociedade � baseada no 
princ�pio de que o desejo pode ser controlado. Por isso, o desejo expresso fora do 
casamento � anti-social, porque ele promove instabilidade, em oposi��o a um 
relacionamento est�vel.   

Veja - O mesmo vale para a pornografia?
Laura - A pornografia � central em nossa cultura. Nos Estados Unidos, movimenta uma 
ind�stria de 9 bilh�es de d�lares. E est� se tornando cada vez mais dispon�vel com a 
populariza��o da internet. H� um aspecto ut�pico na pornografia. Sua regra � a 
transgress�o. Como as pessoas n�o est�o recebendo tanto prazer como desejam, porque a 
expectativa em rela��o ao sexo vai al�m do que a realidade oferece, elas procuram a 
resposta para sua realiza��o pessoal em outro lugar. E � nisso que a pornografia se 
aproxima do adult�rio: ambos s�o complementos que ajudam a sustentar relacionamentos 
est�veis e insatisfat�rios.  

Veja - Esses complementos podem ter conseq��ncias bastante destruidoras, n�o? O 
presidente americano Bill Clinton, por exemplo, quase sofreu um impeachment por seu 
relacionamento com uma estagi�ria.
Laura - N�o foi exatamente o adult�rio que colocou Clinton em maus len��is, mas o fato 
de ter arriscado tanto por t�o pouco. Os americanos n�o se conformavam que seu 
presidente pudesse ter colocado o cargo em jogo por um desejo �ntimo. � incr�vel 
tamb�m que muitos dos membros da comiss�o empenhada no impeachment de Clinton eram, 
eles mesmos, ad�lteros. Os esc�ndalos sexuais t�m uma fun��o interessante: a 
popula��o, de modo geral, n�o confia nos pol�ticos, mas nem sempre tem oportunidade de 
comprovar isso. A revela��o dos esc�ndalos privados dos pol�ticos serve para os 
eleitores poderem dizer: "Eles realmente n�o falam a verdade". Ou seja, o foco � 
deslocado do �mbito pol�tico para a vida privada apenas por uma necessidade da 
popula��o de comprovar suas suspeitas.   

Veja - Homens traem mais que mulheres. Por qu�?
Laura - Os bi�logos fazem pesquisas tentando demonstrar que o homem tem uma tend�ncia 
natural � poligamia. Mas as estat�sticas mostram que, quanto mais as mulheres avan�am 
no mercado de trabalho, mais elas traem. Ou seja, a independ�ncia financeira d� mais 
liberdade e mais oportunidades para as mulheres pularem a cerca. Logo elas alcan�am os 
homens tamb�m nesse quesito. 

Veja - Solteiros s�o mais felizes que pessoas casadas?
Laura - Aparentemente n�o. O solteiro � tratado como um perdedor. Estava assistindo a 
Sex and the City (seriado americano cujas personagens principais s�o solteiras) ontem 
� noite e essa era justamente a quest�o que estava sendo colocada. � dif�cil falar de 
felicidade se voc� vai contra a norma social, que � casar-se e constituir um lar 
tradicional.   

Veja - O sexo � mostrado de maneira cada vez mais natural e aberta. Em sua opini�o, 
vivemos em uma sociedade demasiadamente sexualizada?
Laura - Sim, e de maneira contradit�ria. O sexo � apresentado como um s�mbolo da 
liberdade para vender produtos. At� cantores e cantoras usam o corpo para vender sua 
m�sica. Ao mesmo tempo, n�o h� ind�cios de que as pessoas estejam fazendo mais e 
melhor sexo. O sexo, da maneira como � mostrado atualmente, est� se tornando cada vez 
menos sexy.   

Veja - A senhora concorda com os psic�logos que dizem que a forma ideal de educar uma 
crian�a � em uma casa com pai e m�e?
Laura - Isso � balela. � s� mais um argumento para perpetuar o casamento. Crian�as 
criadas em casamentos infelizes n�o v�o ficar melhores ou ter uma inf�ncia melhor. 
Esse � o problema. Todo o foco no que se refere ao bem da crian�a � colocado na forma 
como os pais se relacionam - se vivem juntos ou n�o ou se a m�e � solteira, por 
exemplo. Pouca aten��o � dada a outros fatores mais importantes para o desenvolvimento 
da crian�a, como a condi��o socioecon�mica da fam�lia. 

Veja - A senhora � casada?
Laura - N�o. Eu n�o gosto de responder a quest�es pessoais. O que posso dizer � que 
passei boa parte da minha vida em longos relacionamentos. Sou muito rom�ntica. Acho 
que apaixonar-se � o sentimento ut�pico mais interessante que existe. �queles que 
acabaram de se apaixonar, o que posso dizer �: "Boa sorte, v�o em frente. S� n�o 
esperem que v� durar para sempre". 

---

Fonte: http://veja.abril.com.br/190504/entrevista.html

- c.a.t.
  iis.com.br/~cat/

�timo dia pra voc�.

 

Yahoo! Groups Links



 




�timo dia pra voc�.

 

Yahoo! Groups Links

<*> To visit your group on the web, go to:
     http://groups.yahoo.com/group/goldenlist/

<*> To unsubscribe from this group, send an email to:
     [EMAIL PROTECTED]

<*> Your use of Yahoo! Groups is subject to:
     http://docs.yahoo.com/info/terms/
 


Responder a