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O Legado do homem-tatu 
Procurar buracos � tudo o que interessa a essa esp�cie 
- pela jornalista Ailin Aleixo

O mundo seria um lugar melhor se os homens s� adquirissem o direito de ter pau depois 
de entender todas as possibilidades er�ticas da l�ngua e dos dedos. Antes de mais 
nada: essa n�o � uma cr�tica ao falo. De forma alguma. Ele � �til, a gente usa e 
gosta. Bastante...

� realmente envaidecedor v�-lo reagindo aos nossos est�mulos e se transformando de 
t�mido e assustado em suntuoso e implac�vel. Ali�s, s� uma coisa d� mais tes�o numa 
mulher do que causar tes�o: ser excitada.

E aqui entram a l�ngua e os dedos. Literalmente. Esque�a o magn�nimo pr�apo por uns 
instantes. Acredite se quiser, mas n�o somos uma seq��ncia de buracos expostos ao seu 
bel-prazer (eles tamb�m servem ao nosso). E � exatamente assim, bonecas infl�veis, que 
nos sentimos quando n�o somos devidamente investigadas, quando tratadas feito pizza 
fria: comida �s pressas.

Temos pele, cabelos, pernas, bra�os, virilha, uma s�rie infind�vel de territ�rios 
pouqu�ssimo explorados pela maioria dos machos e, vou te contar, � uma del�cia sentir 
a m�o de um homem passando por nossas coxas, ultrapassando a barreira do el�stico do 
suti�, puxando de leve o cabelo perto do pesco�o.

Os dedos percorrendo a pele fininha do nosso seio, a l�ngua tocando a orelha - mais do 
que o carinho em si, esses gestos traduzem a dedica��o, o envolvimento com nosso corpo.

E � a� que nos sentimos vistas, exploradas, �nicas. E ent�o nos invade a vontade 
incontrol�vel de virarmos a mais competente das devassas, utilizarmos sabiamente sua 
ere��o e faz�-los (e a n�s tamb�m, claro) gozar feito loucos. O melhor c�rculo vicioso 
do universo.

Depois de vislumbrar a mir�ade de possibilidades que o encontro de dois corpos 
(inteiros) nos reserva, beira o imposs�vel compreender qual o racioc�nio tortuoso que 
leva um homem a resumir o sexo ao bate-estaca.

N�o tiro o m�rito da penetra��o porque, serei justa, � um momento crucial na transa. 
Se sexo fosse card�pio, meu pedido seria o combo n�mero 1: l�ngua+dedos+falo. A 
aus�ncia de qualquer um dos itens causa a mesma sensa��o de ir ao Mc Donald's e n�o 
pedir refrigerante e batata frita: parece que nem estivemos l�.

Ser penetrada � crucial, gostoso, �ntimo, invasor, impactante. Mas, se isso fosse 
suficiente pra satisfazer as mulheres, voc�s teriam, h� mil�nios, sido substitu�dos 
pelos pepinos.

MULHER QUE SE VIRE - Eles est�o pouco se importando com o orgasmo feminino. Se somos 
assim t�o independentes, a gente que se resolva? Se gostamos tanto de dedo e l�ngua, 
por que n�o viramos l�sbicas? Ora, ora, que imaturo dizer essas besteiras.

Amigo, se voc� transa com a �nica inten��o de botar pra dentro, sugiro que desista 
dessa coisa chata, repetitiva e reclamona chamada mulher e entregue-se sem culpa ao 
reino vegetal: bananeiras e mam�o morno s�o �timas op��es: macios, molhadinhos, n�o 
conversam depois de transar, n�o pedem pra ficar abra�ados, nem questionam seus 
sentimentos por eles. F�cil e econ�mico.

A verdade � uma s�: homem que n�o curte preliminares n�o gosta de mulher, gosta de 
buraco. Sendo assim, que tal um t�rrido momento a dois com uma estonteante mesa de 
sinuca?

---

Fonte: http://www.kuticula.blogger.com.br/2003_05_01_archive.html


- c.a.t.
  iis.com.br/~cat/


PS1: Se tivesse lido isso h� muitos anos talvez teria evitado uma s�rie de 
aborrecimentos.

PS2: Mam�o morno! Como foi que nunca pensei nisso antes!!?!

�timo dia pra voc�.

 

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Recebido da amiga Petruska Perrut, a quem agrade�o.

- c.a.t.

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